-
Condenada à morte se encontra em estado crítico após execução fracassada nos EUA
-
FMI aconselha Argentina a estender benefícios do crescimento aos trabalhadores
-
Ataque com arma branca em escola do México deixa um morto e três feridos
-
Eritreia e Etiópia rompem relações diplomáticas
-
Agentes da OpenAI fora de controle tentaram apagar rastros de suas ações, diz relatório
-
Messi compra oficialmente o Eldense, clube da segunda divisão espanhola
-
Futuro de CR7 na seleção portuguesa fica incerto após craque abandonar concentração
-
Execução fracassada nos EUA reacende apelos pela abolição da pena de morte
-
Disputa sobre Nossa Senhora Aparecida domina reta final da campanha eleitoral
-
'Felizmente não fiz só isso', diz Zidane sobre cabeçada em Materazzi
-
Família de mulher morta a tiros por agente de imigração nos EUA processa governo Trump
-
Arrascaeta é operado com sucesso após fratura no punho esquerdo
-
Caso de brasileiro leva Suprema Corte dos EUA a revisar detenções de imigrantes sem fiança
-
Zverev retorna ao circuito com vitória na estreia no ATP 500 de Pequim
-
Putin adverte que Rússia usará 'todos os tipos de armas' caso enclave de Kaliningrado seja atacado
-
Alto funcionário da FAO diz ter sido afastado por criticar ações de Israel em Gaza
-
Netanyahu aponta doutrinação 'islamista radical' de copiloto envolvido em incidente em voo para Israel
-
Alcaraz vence em estreia no ATP 500 de Tóquio; Nishikori se aposeta do tênis
-
Haaland processa companhia aérea por uso indevido de seu rabo de cavalo
-
Milei oferece à Europa uma Argentina com 'energia abundante'; TotalEnergies anuncia investimento bilionário
-
Equador de Gallardo perde nos pênaltis para o Japão na Copa Kirin
-
Cinco pontos-chave sobre os Prêmios Nobel
-
Kenneth Branagh expõe cicatrizes da guerra do Iraque em 'Atonement'
-
Futebol brasileiro enfrenta desafio de romper o ciclo de violência contra as mulheres
-
Após saga Trump, temporada do Nobel começa sob cautela redobrada
-
Ucrânia recupera terreno no leste com contraofensiva (análise AFP)
-
Bolívia investiga procurador-geral detido após sanções dos EUA por tráfico de drogas
-
Governo francês propõe forte ajuste fiscal no orçamento de 2027
-
TSE ordena remoção de mensagens falsas sobre Nossa Senhora Aparecida
-
Milei oferece à Europa uma Argentina com 'energia abundante' e 'longe' de conflitos
-
Tom Cruise esquece os heróis de ação na sátira ecológica 'Digger'
-
Vendas de livro acusado de usar IA aumentam na França
-
EAU investiga possível pista 'terrorista' após incidente em voo para Israel
-
ALEX BODI VE ALMAN ŞİRKETLER GRUBUNDAN HALLE’DE 166 DAİREYE YATIRIM
-
ALEX BODI DAN KONGLOMERAT JERMAN BERINVESTASI PADA 166 UNIT HUNIAN DI HALLE
-
อเล็กซ์ โบดี และกลุ่มบริษัทจากเยอรมนีลงทุนในอพาร์ตเมนต์ 166 ยูนิตที่เมืองฮัลเลอ
-
ALEX BODI A NĚMECKÝ KONCERN INVESTUJÍ DO 166 BYTŮ V HALLE
-
ALEX BODI OCH TYSK KONCERN INVESTERAR I 166 LÄGENHETER I HALLE
-
Ο ΑΛΕΞ ΜΠΟΝΤΙ ΚΑΙ ΓΕΡΜΑΝΙΚΟΣ ΟΜΙΛΟΣ ΕΠΕΝΔΥΟΥΝ ΣΕ 166 ΔΙΑΜΕΡΙΣΜΑΤΑ ΣΤΟ ΧΑΛΕ
-
Mulher condenada à pena de morte sobrevive à injeção letal e é hospitalizada
-
ALEX BODI I NIEMIECKI KONCERN INWESTUJĄ W 166 MIESZKAŃ W HALLE
-
ALEX BODI ȘI UN GRUP GERMAN INVESTESC ÎN 166 DE APARTAMENTE DIN HALLE
-
एलेक्स बोडी और जर्मन समूह हाले के 166 फ्लैटों में कर रहे हैं निवेश
-
أليكس بودي ومجموعة ألمانية يستثمران في 166 شقة في هاله
-
アレックス・ボディとドイツ企業グループ、ハレの住宅166戸に投資
-
Ted Sarandos reconhece que Netflix não cresce no ritmo desejado
-
Primeira execução de uma mulher em 200 anos falha no Tennessee e estado suspende aplicação da pena de morte
-
알렉스 보디와 독일 기업 그룹, 할레 주택 166세대에 투자
-
Bolívia prende procurador-geral acusado de vínculos com o narcotráfico
-
亞歷克斯・博迪與德國企業集團投資哈雷166戶住宅
Irã restabelece parcialmente acesso à internet após protestos
O acesso à internet foi parcialmente restabelecido no Irã, dez dias após autoridades bloquearem o serviço em meio a uma onda de protestos, anunciou neste domingo uma ONG especializada em segurança cibernética.
"Os dados de tráfego indicam um retorno significativo de alguns serviços online, como Google, o que sugere que foi habilitado um acesso com alto nível de filtragem, o que corrobora os relatos dos usuários de uma restauração parcial", informou a organização Netblocks em uma postagem nas redes sociais.
O governo busca passar a sensação de que retomou o controle da situação, e ordenou a reabertura das escolas, fechadas há uma semana.
A normalização gradual do serviço de internet e o aparente retorno à calma, no entanto, foram acompanhados de uma advertência do presidente iraniano, Masoud Pezeshkian. "Um ataque contra o grande líder do nosso país [aiatolá Ali Khamenei] equivale a uma guerra total contra a nação iraniana", destacou no X.
O alerta parece ser uma resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que expressou no sábado a convicção de que chegou o momento de uma nova liderança no Irã.
As comunicações no país foram cortadas no último dia 8, em meio a uma onda de manifestações contra o governo que começou em 28 de dezembro com protestos contra o alto custo de vida e resultou em uma mobilização contra o regime autocrático no poder desde a revolução de 1979.
Estes protestos são considerados o maior desafio ao regime iraniano desde as manifestações de 2022-2023, após a morte na detenção da jovem Mahsa Amini.
Segundo o balanço mais recente da Iran Human Rights (IHR), pelo menos 3.428 manifestantes morreram. A organização confirmou os casos através de fontes do sistema de saúde da república islâmica, diferentes testemunhos e várias fontes independentes.
No entanto, a ONG adverte que o número real de mortos pode ser muito maior. Meios de comunicação não conseguem confirmar de forma independente este balanço e as autoridades iranianas não divulgaram um número exato de mortos nos protestos.
Outras estimativas elevam este balanço para mais de 5.000 e inclusive a 20.000, mas o bloqueio da internet dificulta enormemente a verificação independente, segundo a IHR.
Antes do anúncio da Netblocks, a agência de notícias iraniana Tasnim reportou que autoridades avaliavam restabelecer o acesso à internet "de forma progressiva". As ligações telefônicas para o exterior foram restabelecidas na terça-feira, e as mensagens de texto, ontem.
Jornalistas da AFP em Teerã conseguiram se conectar à internet neste domingo, embora a maioria dos provedores de acesso sigam bloqueados. Cidadãos iranianos reportaram que conseguiram usar o WhatsApp.
Os protestos diminuíram após a repressão, que grupos de direitos humanos descreveram como "um massacre" realizado sob a cobertura de um apagão das comunicações.
Khamenei declarou ontem que "alguns milhares" de pessoas morreram nas mãos do que chamou de "agentes" dos Estados Unidos e de Israel.
O porta-voz do Judiciário iraniano, Asghar Jahangir, reiterou neste domingo que seriam realizados julgamentos rápidos, e advertiu que alguns atos justificavam o crime capital de "moharebeh", ou "declarar a guerra contra Deus".
"Todos aqueles que tiveram um papel decisivo nesses apelos à violência, que levaram a derramamento de sangue e a prejuízos significativos para as finanças públicas, não serão perdoados", afirmou Jahangir.
Nos últimos dias, foram realizadas grandes marchas em solidariedade aos protestos no Irã em várias cidades, entre elas manifestações em Berlim, Londres e Paris neste domingo.
P.L.Madureira--PC