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Irã restabelece parcialmente acesso à internet após protestos
O acesso à internet foi parcialmente restabelecido no Irã, dez dias após autoridades bloquearem o serviço em meio a uma onda de protestos, anunciou neste domingo uma ONG especializada em segurança cibernética.
"Os dados de tráfego indicam um retorno significativo de alguns serviços online, como Google, o que sugere que foi habilitado um acesso com alto nível de filtragem, o que corrobora os relatos dos usuários de uma restauração parcial", informou a organização Netblocks em uma postagem nas redes sociais.
O governo busca passar a sensação de que retomou o controle da situação, e ordenou a reabertura das escolas, fechadas há uma semana.
A normalização gradual do serviço de internet e o aparente retorno à calma, no entanto, foram acompanhados de uma advertência do presidente iraniano, Masoud Pezeshkian. "Um ataque contra o grande líder do nosso país [aiatolá Ali Khamenei] equivale a uma guerra total contra a nação iraniana", destacou no X.
O alerta parece ser uma resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que expressou no sábado a convicção de que chegou o momento de uma nova liderança no Irã.
As comunicações no país foram cortadas no último dia 8, em meio a uma onda de manifestações contra o governo que começou em 28 de dezembro com protestos contra o alto custo de vida e resultou em uma mobilização contra o regime autocrático no poder desde a revolução de 1979.
Estes protestos são considerados o maior desafio ao regime iraniano desde as manifestações de 2022-2023, após a morte na detenção da jovem Mahsa Amini.
Segundo o balanço mais recente da Iran Human Rights (IHR), pelo menos 3.428 manifestantes morreram. A organização confirmou os casos através de fontes do sistema de saúde da república islâmica, diferentes testemunhos e várias fontes independentes.
No entanto, a ONG adverte que o número real de mortos pode ser muito maior. Meios de comunicação não conseguem confirmar de forma independente este balanço e as autoridades iranianas não divulgaram um número exato de mortos nos protestos.
Outras estimativas elevam este balanço para mais de 5.000 e inclusive a 20.000, mas o bloqueio da internet dificulta enormemente a verificação independente, segundo a IHR.
Antes do anúncio da Netblocks, a agência de notícias iraniana Tasnim reportou que autoridades avaliavam restabelecer o acesso à internet "de forma progressiva". As ligações telefônicas para o exterior foram restabelecidas na terça-feira, e as mensagens de texto, ontem.
Jornalistas da AFP em Teerã conseguiram se conectar à internet neste domingo, embora a maioria dos provedores de acesso sigam bloqueados. Cidadãos iranianos reportaram que conseguiram usar o WhatsApp.
Os protestos diminuíram após a repressão, que grupos de direitos humanos descreveram como "um massacre" realizado sob a cobertura de um apagão das comunicações.
Khamenei declarou ontem que "alguns milhares" de pessoas morreram nas mãos do que chamou de "agentes" dos Estados Unidos e de Israel.
O porta-voz do Judiciário iraniano, Asghar Jahangir, reiterou neste domingo que seriam realizados julgamentos rápidos, e advertiu que alguns atos justificavam o crime capital de "moharebeh", ou "declarar a guerra contra Deus".
"Todos aqueles que tiveram um papel decisivo nesses apelos à violência, que levaram a derramamento de sangue e a prejuízos significativos para as finanças públicas, não serão perdoados", afirmou Jahangir.
Nos últimos dias, foram realizadas grandes marchas em solidariedade aos protestos no Irã em várias cidades, entre elas manifestações em Berlim, Londres e Paris neste domingo.
P.L.Madureira--PC