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Rússia e EUA acordam restabelecer contato militar de alto nível
Rússia e Estados Unidos concordaram em retomar o diálogo militar de alto nível, interrompido pouco antes da invasão russa da Ucrânia, durante negociações realizadas nesta quinta-feira (5) em Abu Dhabi, nas quais Moscou e Kiev também aprovaram uma troca de prisioneiros.
Em 2022, o então presidente americano Joe Biden rompeu quase todo o contato militar com a Rússia, mas seu sucessor, Donald Trump, restabeleceu a comunicação com Moscou desde que voltou à Casa Branca no ano passado, com várias conversas e uma cúpula com o presidente russo, Vladimir Putin.
O acordo para restaurar o contato militar foi alcançado ao final de dois dias de negociações trilaterais entre delegações dos Estados Unidos, da Rússia e da Ucrânia em Abu Dhabi, em busca de uma solução diplomática para a guerra na Ucrânia.
O anúncio também ocorreu poucas horas após a expiração do tratado Novo START (o último acordo nuclear entre Moscou e Washington), o que despertou temores de uma corrida armamentista global.
"Os Estados Unidos e a Federação Russa concordaram hoje em Abu Dhabi em restabelecer um diálogo militar de alto nível", informou o Comando Europeu das Forças Armadas dos Estados Unidos em comunicado.
O órgão acrescentou que "as partes continuam trabalhando por uma paz duradoura".
"Manter o diálogo entre as forças armadas é um fator importante para a estabilidade e a paz globais", afirmou.
A Rússia não comentou o anúncio.
- Sem aquecimento -
Abu Dhabi foi palco da segunda rodada de negociações diretas para tentar pôr fim à guerra na Ucrânia, o conflito mais sangrento da Europa desde a Segunda Guerra Mundial, com centenas de milhares de mortos, milhões de deslocados e grande parte do leste e do sul do país devastados.
Durante as negociações, grande parte da capital ucraniana seguia sem aquecimento em razão de sucessivos ataques russos.
Segundo o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, mais de 1.100 prédios residenciais da cidade ficarão sem aquecimento, sob temperaturas extremas, por pelo menos dois meses, porque "a usina (térmica) sofreu danos críticos".
Na capital dos Emirados Árabes Unidos, as partes concordaram em "trocar 314 prisioneiros", informou o emissário americano Steve Witkoff nas redes sociais.
Witkoff descreveu as negociações como "detalhadas e produtivas", mas reduziu as expectativas, afirmando que "ainda há muito trabalho a ser feito".
Kiev e Moscou também indicaram que o diálogo estava em um bom caminho, mas não mencionaram se houve algum avanço na questão territorial. E não há sinais de que a Rússia esteja disposta a fazer concessões.
- "Não é fácil" -
"Certamente não é fácil, mas a Ucrânia tem sido e continuará sendo o mais construtiva possível", disse o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, em uma coletiva de imprensa em Kiev. "Queremos resultados mais rápidos", acrescentou.
O enviado russo Kirill Dmitriev criticou o que chamou de tentativas europeias de "interromper o progresso".
Na quarta-feira, Zelensky reconheceu pelo menos 55.000 baixas em combate desde a invasão russa em fevereiro de 2022, um número menor do que muitas estimativas independentes apontam.
A Rússia não divulgou quantos de seus soldados morreram. A BBC e o veículo de imprensa independente Mediazona, que monitoram obituários e comunicados de familiares, encontraram os nomes de mais de 160.000 militares russos mortos no conflito.
O principal ponto de discórdia nas negociações é o destino a longo prazo do território no leste da Ucrânia.
Moscou exige que Kiev retire suas tropas de grandes áreas do Donbass e quer que a comunidade internacional reconheça que as terras tomadas durante a invasão pertencem à Rússia.
- "Manter a pressão" -
O presidente americano tem pressionado ambos os lados a negociarem o fim da guerra.
Zelensky considera o papel de Washington crucial. Em uma entrevista exibida na quarta-feira pela televisão francesa, disse que "Putin só tem medo de Trump".
O presidente dos Estados Unidos poderia impor sanções econômicas à Rússia ou enviar armas à Ucrânia para "manter a pressão sobre Putin", disse Zelensky, acrescentando que a Ucrânia não cederá sua soberania.
F.Carias--PC