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Nacionalistas vencem primeiras eleições em Bangladesh desde revolta de 2024
O líder do principal partido islamista de Bangladesh exigiu, nesta sexta-feira (13), "correções" à Comissão Eleitoral por supostas irregularidades nas eleições legislativas que concederam uma ampla vitória ao Partido Nacionalista (BNP), no primeiro pleito desde a sangrenta revolta popular de 2024.
A contagem das legislativas realizadas na quinta-feira colocou o líder do BNP, Tarique Rahman, a um passo de se tornar primeiro-ministro, segundo os resultados oficiais publicados nesta sexta-feira.
O primeiro secretário da Comissão Eleitoral, Akhtar Ahmed, informou que o BNP venceu 212 das 300 cadeiras em disputa, contra 77 da coalizão liderada pelos islamistas do Jamaat-e-Islami.
Este último afirmou que tinha "sérias dúvidas sobre a integridade do processo de apuração" e disse nesta sexta-feira que exigirá correções à Comissão Eleitoral.
"Houve irregularidades maciças na contagem de votos. Vamos pedir à Comissão Eleitoral que introduza correções", declarou Shafiqur Rahman, líder do Jamaat-e-Islami, durante uma coletiva de imprensa na sede do partido.
O país do sul da Ásia, com 170 milhões de habitantes, votou na quinta-feira (12) para definir um novo Parlamento e deixar para trás os 15 anos de governo linha dura da ex-primeira-ministra Sheikh Hasina, derrubada em 2024 por uma revolta popular liderada por jovens da geração Z, um movimento duramente reprimido.
Os eleitores aprovaram ainda, com 60,26% de votos favoráveis, um pacote de reformas institucionais submetido a referendo, de modo paralelo às legislativas, anunciou Akhtar Ahmed.
A carta, assinada pela maioria dos partidos políticos em outubro, tem por objetivo impedir o retorno de um regime autocrático em Bangladesh. O pacote limita a dois o número de mandatos do primeiro-ministro e prevê a criação de uma Câmara Alta, além do aumento dos poderes do presidente.
A carta precisa, no entanto, ser aprovada pelo novo Parlamento para entrar em vigor.
- Islamistas protestam -
Antes do anúncio formal dos resultados eleitorais, a embaixada dos Estados Unidos em Daca felicitou rapidamente Rahman e o BNP por sua "vitória histórica", enquanto a vizinha Índia elogiou seu triunfo "decisivo", apesar das relações turbulentas recentes com Bangladesh.
Durante a noite, os canais de televisão locais projetaram que o BNP havia superado a barreira de 150 cadeiras para garantir maioria no Parlamento. As estimativas apontavam que a legenda deveria obter mais de dois terços dos deputados.
O líder do BNP, Ruhul Kabir Rizvi, reiterou em um comunicado que o partido obteve uma "vitória esmagadora".
Rahman declarou à AFP dois dias antes da votação que estava "confiante" no resultado do BNP e disse que o partido, marginalizado durante o governo de Hasina, recuperaria o poder.
O líder do Jamaat, Shafiqur Rahman, de 67 anos, fez uma campanha baseada na justiça e no fim da corrupção.
Seu partido afirmou que "não estava satisfeito com o processo dos resultados eleitorais". A legenda alegou que registrou "inconsistências e erros nos anúncios de resultados não oficiais",mas não apresentou evidências.
O chefe de Governo interino do país, Muhammad Yunus, destacou em mensagem à nação a importância da votação. O vencedor do Prêmio Nobel da Paz de 2006, de 85 anos, lidera o país desde o fim do governo de Hasina.
A ex-primeira-ministra, de 78 anos, foi condenada à morte à revelia por crimes contra a humanidade devido à violenta repressão das manifestações. Ela está na Índia, de onde denunciou eleições "ilegais".
L.Carrico--PC