-
Mulheres sofrem mais de dor crônica do que homens, aponta novo estudo
-
PSG decide não recorrer da decisão relativa a litígio com Mbappé
-
Aos 45 anos, Venus Williams aceita convite para disputar torneio de Indian Wells
-
Alcaraz vence Rublev e vai à final do ATP 500 de Doha
-
Governo da Venezuela garante que anistia é chave para 'estabilidade'
-
Brasil pagará 'preço muito alto' se não reduzir cota de jogadores estrangeiros, alerta Dorival Júnior
-
Trump anuncia nova tarifa geral de 10% após revés na Suprema Corte dos EUA
-
Principais equipes da F1 saem fortalecidas da pré-temporada no Bahrein
-
Zelensky admite que lhe falta tempo para 'um dia em família'
-
Ucrânia não está perdendo a guerra, diz Zelensky à AFP
-
Neymar não descarta se aposentar no fim do ano
-
Pegula vence Anisimova de virada e avança à final do WTA 1000 de Dubai
-
O futuro judicial do ex-príncipe Andrew após sua prisão
-
Suprema Corte dos EUA anula grande parte da política tarifária de Trump
-
Economia dos EUA cresceu menos que o previsto no último trimestre de 2025
-
PL pede investigação sobre financiamento da homenagem a Lula no Carnaval do Rio
-
Benfica investigará dois torcedores por gestos racistas contra Vini Jr.
-
EUA rejeita governança mundial da IA em cúpula de Nova Délhi
-
Rede social X recorre da multa de US$ 142 mi imposta pela UE
-
A resistência e a vida dupla dos iranianos na Berlinale
-
Sagrada Família de Barcelona instala cruz que a coroa como igreja mais alta do mundo
-
Alejandro Jodorowsky, 97 anos e a eterna busca pela verdade
-
Lula busca acordo com a Índia sobre minerais críticos e terras raras
-
Ucrânia boicotará abertura dos Jogos Paralímpicos por causa da bandeira russa
-
Monarquia britânica em crise após prisão do ex-príncipe Andrew
-
Kim Jong Un promete melhorar o nível de vida dos norte-coreanos durante congresso partidário
-
João Fonseca é eliminado pelo peruano Ignacio Buse nas oitavas do Rio Open
-
Aeroporto da Flórida será renomeado com o nome de Trump
-
ONU defende comissão de 'controle humano' da IA; Casa Branca rejeita
-
Takaichi promete um Japão próspero e critica a China
-
Reforma trabalhista de Milei avança na Câmara dos Deputados após greve na Argentina
-
Nasa completa com sucesso segundo teste antes de lançar missão Artemis 2
-
Flamengo perde na visita ao Lanús (1-0) no jogo de ida da Recopa Sul-Americana
-
Venezuela aprova lei histórica de anistia
-
Fifa e 'Conselho da Paz' anunciam construção de academia e estádio em Gaza
-
Venezuela aprova lei de anistia: o que se sabe
-
Após derrota na Champions e sem Lautaro, Inter tenta se reerguer no Italiano
-
Argentina em greve geral contra reforma trabalhista de Milei
-
Nasa realiza novo teste geral antes de lançar missão Artemis 2
-
Los Angeles processa Roblox por falta de proteção de menores
-
Com gols brasileiros, Forest vence em visita ao Fenerbahçe (3-0) e fica perto das oitavas da Liga Europa
-
Trump lança ultimato de '10, 15 dias no máximo' para que Irã conclua acordo
-
Alcaraz vence Khachanov e vai às semis do ATP 500 de Doha; Sinner é eliminado por Mensik
-
Ex-príncipe Andrew deixa delegacia no Reino Unido após detenção por vínculo com caso Epstein
-
Antonelli é o mais rápido no 2º dia de testes da F1 no Bahrein
-
Acusado de irregularidades, diretor da Mercedes ironiza citando caso Epstein
-
Alcaraz vence Khachanov de virada e avança às semifinais do ATP 500 de Doha
-
Justiça proíbe presidente da AFA de deixar Argentina por suposta sonegação fiscal
-
BCE impõe multa de mais de 12 milhões de euros ao banco JP Morgan
-
Apresentação do 'Conselho da Paz' de Trump tem promessas de bilhões de dólares e tropas para Gaza
Trump anuncia nova tarifa geral de 10% após revés na Suprema Corte dos EUA
Desafiante, o presidente Donald Trump anunciou nesta sexta-feira (20) uma nova tarifa geral de 10% após uma decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que considerou que ele havia excedido sua autoridade ao impor direitos aduaneiros como se fosse uma emergência nacional.
O governo recorrerá agora a outras leis, principalmente ao código comercial aprovado em 1974, para continuar tributando todas as importações, disse Trump poucas horas depois do revés na Suprema Corte, de maioria conservadora.
Trump declarou-se "profundamente decepcionado" com a decisão e acusou diretamente alguns magistrados da Corte de estarem submetidos a "interesses estrangeiros".
O republicano, que baseou grande parte de sua política externa em uma série de tarifas variáveis a seu critério, reconheceu, no entanto, que não está claro se terá de reembolsar o dinheiro arrecadado até agora, da ordem de 140 bilhões de dólares em 2025, segundo especialistas.
Esse aspecto "não foi abordado pela Corte", lamentou Trump diante dos jornalistas, e agora os litígios nos tribunais podem durar "anos".
O juiz Brett Kavanaugh, que divergiu da opinião majoritária (6 a 3) da Corte, advertiu que esse processo judicial poderia se tornar uma "bagunça".
Defensor do lema "Estados Unidos primeiro", Trump não reconheceu nenhum erro ou precipitação ao utilizar a arma das tarifas, que a Suprema Corte lembrou estar nas mãos do Congresso.
O erro foi dos seis magistrados que votaram contra, por motivos "politicamente corretos", afirmou.
- Sem autorização -
Neste momento, os Estados Unidos aplicam uma taxa tarifária média de 16,8%.
A Suprema Corte decidiu que a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), de 1977, "não autoriza o presidente a impor tarifas".
Essa decisão refere-se aos direitos aduaneiros apresentados como "recíprocos" por Donald Trump, mas não aos aplicados a setores específicos como automóvel, aço ou alumínio.
Trump já começou a utilizar as tarifas como arma de negociação durante seu primeiro mandato (2017-2021), mas ao retornar ao poder, em janeiro de 2025, anunciou imediatamente que utilizaria a IEEPA para impor novos tributos a praticamente todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos.
Além de tarifas por motivos comerciais, Trump promulgou tarifas aduaneiras especiais a parceiros importantes como México, Canadá e China por causa do narcotráfico e da imigração.
Trump também utilizou a IEEPA para pressionar países em guerra e posteriormente se vangloriou de ter conseguido resolver oito longos conflitos internacionais em 2025, por exemplo entre Tailândia e Camboja, graças à ameaça de tarifas.
Mas o alto tribunal lembrou nesta sexta-feira que "se o Congresso tivesse tido a intenção de conceder o poder distinto e extraordinário de impor tarifas" por meio da IEEPA, "o teria feito de forma expressa, como fez de maneira sistemática em outros estatutos tarifários".
A Bolsa de Nova York, que havia aberto nesta sexta-feira em queda, subiu após o anúncio da Corte: o índice Dow Jones avançava 0,3% e o Nasdaq 1,0%.
Além da decisão, os Estados Unidos acordaram nesta sexta-feira com um resultado econômico fraco: o crescimento em 2025 foi de 2,2%, em comparação com 2,8% no ano anterior.
Um tribunal comercial de primeira instância havia decidido em maio que Trump extrapolou sua autoridade com tarifas generalizadas e bloqueou que a maioria delas entrasse em vigor, mas esse resultado havia ficado suspenso diante do recurso do governo.
A União Europeia declarou que estudava "atentamente" a decisão, e a Câmara de Comércio canadense a qualificou como um "reajuste".
"O Canadá deve se preparar para novos mecanismos, mais contundentes, (...) potencialmente com efeitos mais amplos e perturbadores", disse a presidente da Câmara de Comércio, Candace Laing, em um comunicado.
A oposição democrata voltou a criticar a política econômica de Trump, a menos de dez meses das eleições legislativas de meio de mandato.
“As fracassadas políticas econômicas de Donald Trump e a guerra comercial global travada com tarifas irresponsáveis, intermitentes, contra nossos aliados e parceiros comerciais geraram enorme incerteza”, declarou o líder da bancada democrata na Câmara dos Representantes, Hakeem Jeffries.
Nogueira--PC