-
Messi diz se arrepender por não ter estudado inglês: 'A gente se sente meio ignorante'
-
Presidente do México afirma que não há risco para torcedores em Guadalajara
-
Presidente do Louvre renuncia quatro meses após roubo de joias
-
Presidente da CBF espera renovar com Ancelotti para depois da Copa do Mundo
-
Irã afirma que acordo com os EUA está 'ao alcance da mão'
-
Com lesão no joelho, Mbappé deve desfalcar Real Madrid contra o Benfica
-
Com hat-trick de Sorloth, Atlético goleia Brugge (4-1) e vai às oitavas da Champions
-
'Não há dúvida' sobre a culpa dos irmãos Brazão no assassinato de Marielle Franco, diz PGR
-
Trump prepara contra-ataque em discurso à nação após revés na Suprema Corte
-
Igualdade de trabalho entre homens e mulheres não existe em nenhum país, diz Banco Mundial
-
Buscam dezenas de desaparecidos em chuvas que já deixaram 23 mortos em MG
-
Puerto Vallarta, o paraíso mexicano em chamas após a morte de chefão do tráfico
-
Às vésperas da Copa do Mundo, Sheinbaum afirma que não há 'nenhum risco' em Guadalajara
-
Arbeloa pede que Uefa faça mais do que 'apenas um slogan' contra o racismo
-
Atlético-MG anuncia argentino Eduardo Domínguez como novo técnico
-
Ex-presidente das Filipinas elaborou 'listas de pessoas a serem mortas', afirma promotor do TPI
-
Saga de terror 'Pânico' celebra 30 anos com sétimo filme
-
Warner Bros Discovery analisa nova oferta de compra da Paramount
-
Irã adverte estudantes a não ultrapassarem 'limites' nos protestos
-
Fortes chuvas deixam ao menos 20 mortos em Minas Gerais
-
Trump prepara contra-ataque em seu discurso à nação após revés na Suprema Corte
-
Apagões, inflação e transporte limitado: a vida incerta dos cubanos sem combustível
-
El Salvador, de reduto de gangues a novo ímã de turistas
-
Jogador do PSG Achraf Hakimi será julgado na França por estupro
-
Deputados britânicos pressionam o governo a divulgar documentos sobre ex-príncipe Andrew
-
Governo Trump prepara desapropriações na fronteira para erguer seu muro
-
Como estão Ucrânia e Rússia após quatro anos de guerra?
-
A ascensão da irmã de Kim Jong Un na Coreia do Norte
-
STF inicia julgamento de acusados de mandar matar Marielle Franco
-
França exige explicações do embaixador americano por ausência em convocação do MRE
-
Novas tarifas americanas entram em vigor após decisão da Suprema Corte
-
Zelensky diz que Putin 'não alcançou seus objetivos' de guerra na Ucrânia
-
Dezenas de presos políticos saem da prisão na Venezuela após anistia
-
Irã promete resposta 'feroz' a qualquer ataque dos EUA
-
Explosão perto de estação de trem mata policial em Moscou
-
Executivo afirma que YouTube nao buscar criar vício, e sim 'gerar valor'
-
Governo revoga decreto sobre hidrovias na Amazônia após protestos indígenas
-
Barça recusou oferta de 250 milhões de euros por Yamal, diz ex-dirigente do time catalão
-
Italianos correm risco de eliminação na Champions; PSG e Real Madrid tentam confirmar vaga nas oitavas
-
Nova nevasca afeta 40 milhões de pessoas nos EUA
-
Laporta diz que Barça recusou oferta de 250 milhões de euros do PSG por Yamal
-
Manchester United vence Everton (1-0) e se consolida na zona da Champions
-
Polícia britânica prende ex-embaixador nos EUA por caso Epstein
-
Rodada do Campeonato Argentino é suspensa em 'repúdio' a denúncia contra AFA
-
Mayweather e Pacquiao vão se enfrentar em revanche após 11 anos
-
Como uma de suas namoradas levou à morte do traficante mais procurado do México
-
Filho do cineasta Rob Reiner se declara não culpado de assassinato dos pais
-
Kevin Durant não descarta disputar Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028
-
Auger-Aliassime vence Zhizhen na 1ª rodada do ATP 500 de Dubai
-
Loftus-Cheek passa por cirurgia na mandíbula e vai desfalcar o Milan por 2 meses
Irã adverte estudantes a não ultrapassarem 'limites' nos protestos
Após a sangrenta repressão ao movimento de protestos em janeiro, o governo iraniano advertiu nesta segunda-feira (24) estudantes que voltaram a se manifestar de que existem “limites”, em um país atento às ameaças de uma eventual intervenção militar dos Estados Unidos.
O novo semestre começou no sábado com manifestações a favor e contra o governo, segundo a imprensa local.
Eles “têm, naturalmente, o direito de se manifestar”, declarou a porta-voz do governo, Fatemeh Mohajerani. Mas há “limites que devemos proteger e não ultrapassar ou desviar, nem mesmo no auge da indignação”, afirmou, citando “coisas sagradas”, como “a bandeira” da república islâmica.
Vídeos divulgados nas redes sociais e verificados pela AFP mostram universitários de Teerã queimando a bandeira adotada após a revolução de 1979, que derrubou a monarquia. Entre as palavras de ordem estava “morte ao ditador”, em alusão ao guia supremo, Ali Khamenei.
Essas concentrações, que segundo algumas fontes derivaram em confrontos entre opositores e partidários do poder, abalam um país ainda chocado com as manifestações das últimas semanas.
As marchas começaram no fim de dezembro contra o alto custo de vida, mas foram ampliadas para protestar contra o poder, até serem violentamente reprimidas.
- Entre ameaças e diálogo -
Desde então, o presidente americano Donald Trump, tem ameaçado bombardear o Irã novamente, após a guerra de junho de 2025 desencadeada por Israel, na qual Washington atacou instalações nucleares iranianas.
Trump ordenou a mobilização de um dispositivo militar e naval na região, enviando o porta-aviões Abraham Lincoln ao Oriente Médio. O maior porta-aviões do mundo, o Gerald R. Ford, navega pelo Mediterrâneo e encontra-se atualmente em uma base em Creta, na Grécia.
É incomum que dois navios desse tipo, que transportam dezenas de aviões de combate e são tripulados por milhares de militares, estejam ao mesmo tempo em uma mesma região.
Na quinta-feira, Trump declarou que havia estabelecido um prazo de entre dez e quinze dias para decidir se recorreria à força contra Teerã.
Nesse contexto, as negociações continuam. Os Estados Unidos exigem um acordo que impeça Teerã de se armar com bombas nucleares, como acusam os ocidentais, embora o Irã afirme que busca um programa com fins civis.
Uma terceira rodada de conversações, mediadas por Omã, está prevista para quinta-feira em Genebra, mas encontrar um entendimento será “uma tarefa difícil”, indicou o centro de estudos americano International Crisis Group em um relatório publicado segunda-feira.
- Manobras iranianas no Golfo -
“Depois de cinco décadas de antagonismo profundo e de colaboração ocasional, a república islâmica e os Estados Unidos nunca estiveram tão perto do precipício de um grande conflito”, escreveram os analistas.
Segundo esses especialistas, as intenções de Washington, caso a diplomacia fracasse, continuam “confusas”, mas Trump ainda prefere “guerras curtas que possa apresentar facilmente como bem-sucedidas” a “meter-se em um conflito custoso e caótico”.
Na segunda-feira, Trump negou informações da imprensa segundo as quais o chefe do Estado-Maior americano, o general Dan Caine, teria advertido contra uma intervenção militar de grande envergadura no Irã.
O Irã alertou que responderia “com força” a qualquer ataque americano, ainda que limitado, e alertou para o risco de uma “escalada” regional caso Washington opte por uma ação militar.
Diante das “ameaças”, a Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, iniciou manobras militares nas costas do Golfo.
A.Motta--PC