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Líbano proíbe atividades militares do Hezbollah após ataques a Israel
O governo do Líbano proibiu, nesta segunda-feira (2), em uma decisão sem precedentes, as atividades militares do Hezbollah, depois que os ataques deste movimento apoiado pelo Irã arrastaram o país para a guerra regional entre Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica.
O Hezbollah está representado tanto no governo quanto no Parlamento, e a medida chega horas depois de o movimento xiita anunciar que tinha lançado foguetes e drones contra Israel na madrugada desta segunda para vingar o assassinato do líder supremo iraniano Ali Khamenei nos bombardeios americanos e israelenses.
Israel começou a atacar os subúrbios do sul de Beirute e dezenas de povoados no sul do Líbano, ao prometer fazer o grupo islamista pagar um "preço alto". Os bombardeios continuavam na madrugada desta terça-feira (3, data local).
Os ataques israelenses causaram a morte de pelo menos 52 pessoas e feriram outras 154, segundo o governo libanês.
O Exército israelense reivindicou "uma ampla onda de ataques contra alvos da organização terrorista Hezbollah no sul do Líbano".
"Foram atingidas mais de 70 instalações de armazenamento de armas, bases de lançamento e lançadores de mísseis", afirmou.
Após uma reunião de emergência do gabinete realizada nesta segunda, o primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, assegurou: "O Estado libanês declara seu repúdio absoluto e inequívoco a qualquer ação militar ou de segurança lançada do território libanês fora do âmbito de suas instituições legítimas."
"Isso requer a proibição imediata de todas as atividades militares e de segurança do Hezbollah, considerando-as ilegais, e forçando-o a entregar suas armas", continuou.
Em um comunicado emitido pelo Hezbollah na madrugada desta terça, sua ofensiva foi classificada como uma resposta aos contínuos ataques de Israel desde uma trégua foi estabelecida há 15 meses.
O grupo afirmou que os esforços políticos e diplomáticos não conseguiram "obrigar [Israel] a aplicar o acordo de cessar-fogo" e que sua operação era "um ato defensivo e um direito legítimo".
Ao contrário de um comunicado anterior, não fez qualquer menção à guerra entre Estados Unidos e Israel com o Irã.
- Pânico em Beirute -
Os novos ataques provocaram pânico entre a população civil e fizeram o trânsito entrar em colapso em Beirute, pois os moradores deixaram a cidade em automóveis e motocicletas, levando consigo tudo o que podiam, e alguns expressaram sua frustração.
"Minha filha pequena e eu levamos três horas e meia no carro... Para quê? Por quê? Para quem?", escreveu o usuário Ali Deeb na rede social X.
Os ataques israelenses atingiram vários edifícios pertencentes a Al-Qard al-Hassan, uma empresa financeira vinculada ao Hezbollah sancionada por Washington, em diversas partes do país, especialmente no sul.
Essas ações aconteceram depois que o Exército israelense emitiu alertas de evacuação para várias localidades do sul e do leste, bem como para os subúrbios do sul da capital.
O braço armado da Jihad Islâmica Palestina afirmou na segunda que seu comandante no Líbano, Adham Adnan al-Othman, tinha morrido nos ataques.
Ainda na segunda-feira, os jornalistas da AFP ouviram mais explosões fortes em Beirute, e a Agência Nacional de Notícias (NNA, na sigla em inglês), de propriedade estatal, afirmou que "aviões de combate inimigos lançaram novos ataques contra os subúrbios do sul".
Um ataque israelense no sul da capital do Líbano atingiu o escritório de Al-Manar TV, vinculada ao Hezbollah, informou a própria emissora de televisão.
Israel "ataca o edifício do canal Al-Manar na área de Haret Hreik", escreveu a emissora na plataforma de mensagens Telegram, em referência à zona sul de Beirute.
A embaixada dos Estados Unidos no Líbano renovou seu apelo aos cidadãos americanos para que deixem o país de imediatamente.
Em agosto do ano passado, Beirute havia decidido desarmar gradualmente o Hezbollah, após uma guerra de um ano com Israel que terminou com o cessar-fogo de novembro de 2024.
Mas o acordo não impediu que Israel continuasse atacando alvos que, segundo afirmava, estavam vinculados ao Hezbollah, acusando-o de tentar se rearmar.
E.Ramalho--PC