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Desconexão e privacidade: celulares atípicos se destacam no Congresso Mundial de Telefonia
Entre as novidades apresentadas no Congresso Mundial de Telefonia Móvel (MWC), em Barcelona, algumas empresas se destacam ao propor celulares que vão na contramão dos gigantes do setor, com uma abordagem mais protetora para os usuários.
Seguindo os passos da holandesa Fairphone, cujos smartphones buscam ser éticos e ecológicos, empresas menores tentam abrir espaço no mercado.
- Light Phone, para usar "o mínimo possível" -
Tela preta, poucas linhas de texto e nenhum logotipo de aplicativos. À primeira vista, o terceiro modelo da americana Light Phone pouco se parece com os smartphones mais vendidos.
Com preço de 699 dólares (R$ 3,6 mil), foi projetado para ser "usado o mínimo possível", já que oferece apenas funções básicas, explicou à AFP o diretor-executivo da empresa, Kaiwei Tang.
Os usuários podem fazer ligações, enviar mensagens e acessar a rede 5G, mas não as redes sociais. Para Tang, trata-se de combater a economia da atenção, que tenta manter os usuários conectados o máximo de tempo possível.
Ele observa forte interesse entre jovens de 20 a 30 anos e descreve o Light Phone como uma simples "ferramenta" nessa busca. "Por que deveríamos trocar de telefone a cada dois anos?", questiona.
- Jolla, o modelo europeu -
Treze anos após lançar seu primeiro aparelho, a finlandesa Jolla apresentou um novo celular promovido como essencialmente europeu, com preço de 649 euros (R$ 3,9 mil).
O dispositivo, lançado em dezembro, somou cerca de 10 mil pré-vendas e deve começar a ser entregue em junho. Números modestos frente aos gigantes do setor, mas suficientes para manter a empresa rentável, afirma o diretor-executivo Sami Pienimäki.
Segundo ele, "há uma forte demanda, em geral, por tecnologias europeias".
A Jolla integrou ao aparelho seu próprio sistema operacional. "Você pode ter seu WhatsApp, Signal, Spotify, o que quiser. Todos os aplicativos do Android funcionam sem os serviços do Google", garante Pienimäki.
Mesmo assim, a empresa continua dependente de suprimentos externos. "Claro que trazemos componentes da Ásia", afirma.
- O cofre digital da Punkt -
As empresas suíças Punkt e Apostrophy propõem um celular cuja tela se divide em duas partes. Ao deslizar o dedo, o usuário pode acessar o "cofre", com aplicativos seguros, especialmente da empresa Proton, e depois voltar aos aplicativos tradicionais.
O dispositivo "dá controle sobre a vida digital, protegido de qualquer vigilância baseada na exploração de dados", afirma a empresa.
Com sistema baseado no Android, o celular permite ajustar o nível de segurança em uma escala de 1 a 5. "Os aplicativos que não são abertos durante três dias passam automaticamente para o nível" mais alto, explica à AFP Yanapi Senaud, responsável de vendas da Punkt.
O telefone custa 699 euros (R$ 4,2 mil) e, após o primeiro ano, seu uso passa a ser pago: cerca de dez euros por mês (cerca de R$ 60,76).
"Se você não paga pelo produto, então você é o produto", resume a marca.
T.Resende--PC