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De Kiev ao interior da Inglaterra, Ucrânia distribui produção de drones pela Europa
Em um prédio discreto perto da base aérea de Mildenhall, na Inglaterra, o fabricante de drones Ukrspecsystems se prepara para iniciar uma nova linha de produção, assim como outras empresas ucranianas que buscam garantir sua cadeia logística e ampliar o volume de armamento.
Alemanha, Dinamarca e agora o Reino Unido foram escolhidos nos últimos meses por fabricantes ucranianos de drones para abrir instalações fora do país.
Especializada em drones de reconhecimento, a Ukrspecsystems escolheu Mildenhall, no condado de Suffolk, no leste da Inglaterra, perto de uma base militar britânica.
No complexo de armazéns onde a empresa se instalou, nenhum letreiro indica a presença da unidade, inaugurada em 25 de fevereiro pelo ministro britânico das Forças Armadas, Luke Pollard, ao lado do embaixador ucraniano no Reino Unido, Valeri Zaluzhni.
Em algumas semanas, cerca de 200 drones de reconhecimento (ISR) deverão ser montados por mês, e até 1.000 no futuro, explicou à AFP o diretor da empresa, Rory Chamberlain.
Entre eles estão os modelos "Shark", que custam dezenas de milhares de dólares.
"O campo de batalha é vasto, por isso é essencial dispor em grande quantidade desses sistemas ISR eficazes e de baixo custo", afirmou.
Embora a Ucrânia tenha multiplicado sua produção de drones desde 2022 - com mais de 4 milhões fabricados em 2025, segundo o presidente Volodimir Zelensky -, as necessidades continuam enormes.
Produzir no país, porém, pode ser difícil devido à ameaça constante de ataques russos e à forte dependência de componentes importados da China, segundo o centro de análise Snake Island Institute, com sede em Kiev.
Para acelerar o ritmo, a Ucrânia criou em 2025 um mecanismo para flexibilizar o embargo às exportações de armas e permitir a transferência de tecnologia a países aliados, que podem abrigar linhas de montagem cujos produtos acabados devem, por enquanto, ser reimportados pela Ucrânia.
Segundo o International Institute for Strategic Studies (IISS), fabricar esses sistemas fora da Ucrânia permite liberar capacidade produtiva adicional para apoiar o esforço de guerra de Kiev e garantir a viabilidade econômica de longo prazo do setor de defesa.
"As exportações controladas permitirão aumentar a produção de drones destinados à frente de batalha. Teremos os recursos necessários", afirmou Zelensky em setembro de 2025.
- Transferência de tecnologia -
Em meados de fevereiro, o governo dinamarquês anunciou negociações para receber o fabricante ucraniano de drones Skyfall.
O objetivo é reforçar "a segurança de ambos os países", afirmou o ministro da Defesa da Dinamarca, Troels Lund Poulsen.
Segundo Chamberlain, os fabricantes ucranianos "trazem seu conhecimento" aos países europeus, que estão menos avançados no desenvolvimento desses drones.
"A rapidez com que podem ser atualizados e enviados ao campo de batalha é decisiva. Podemos fazê-lo em 24 horas", afirmou, acrescentando que a ideia é levar essa experiência ao Reino Unido.
Parcerias entre empresas europeias e ucranianas se multiplicam. Desde o fim de 2024, a finlandesa Summa Defense criou várias joint ventures com parceiros ucranianos para produzir drones em seu território.
A britânica Prevail Partners e a ucraniana Skyeton também anunciaram, em julho de 2025, um projeto para fabricar um drone de vigilância no Reino Unido.
Projetos mais avançados também surgem. Em 13 de fevereiro, Volodimir Zelensky e o ministro da Defesa da Alemanha, Boris Pistorius, receberam o primeiro drone fabricado pela empresa conjunta QFI, que prevê produzir 10.000 drones de combate por ano.
E.Ramalho--PC