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Trump faz duras críticas à Otan após reunião privada com secretário-geral da aliança
O presidente Donald Trump reiterou suas duras críticas à Otan e mencionou novamente o seu mal-estar pela Groenlândia, a gigante ilha do Ártico da qual pretendia se apropriar, depois de uma reunião a portas fechadas com o secretário-geral da aliança, Mark Rutte, nesta quarta-feira (8).
A indignação de Trump em relação aos aliados da Otan por não terem entrado em sua guerra contra o Irã gerou temores de que ele tente retirar os Estados Unidos da Organização do Tratado do Atlântico Norte, que tem quase oito décadas de existência.
Em seus primeiros comentários sobre a reunião, reiterou sua frustração.
"A OTAN NÃO ESTAVA LÁ QUANDO PRECISAMOS DELA, E NÃO VAI ESTAR SE PRECISARMOS DELA DE NOVO", publicou em sua plataforma Truth Social.
"LEMBREM-SE DA GROENLÂNDIA, ESSE GRANDE E MAL ADMINISTRADO PEDAÇO DE GELO", acrescentou, sem dar mais explicações.
Antes de Trump iniciar sua guerra com o Irã, sua ameaça de se apropriar da Groenlândia -- a maior ilha do mundo, situada no Ártico, e território da Dinamarca -- foi um tema-chave na aliança.
Rutte, ex-primeiro-ministro holandês apelidado como o "sussurrador de Trump", entrou nesta quarta na Ala Oeste da Casa Branca através de uma porta lateral. Foi igualmente discreto ao deixar o local duas horas e meia mais tarde.
"Foi uma discussão muito franca e aberta", disse depois o chefe da aliança à CNN em uma entrevista televisionada.
Rutte não respondeu de forma direta às perguntas sobre se Trump disse que deixará a aliança.
"É bastante triste que a Otan tenha dado as costas ao povo americano nas últimas seis semanas, quando é precisamente esse povo que financia a sua defesa", declarou a secretária de Imprensa Karoline Leavitt, antes da reunião na Casa Branca.
Ao ser consultada sobre se Trump trataria da possibilidade de uma saída da Otan, respondeu: "É algo que o presidente mencionou, e acho que é algo sobre o qual o presidente tratará em poucas horas com o secretário-geral Rutte."
Enquanto isso, o Wall Street Journal indicou que Trump buscaria punir alguns dos membros da Otan que ele acredita que não ajudaram durante o conflito.
- 'Distribuição de peso' -
O secretário da Otan tem um amplo histórico de conseguir convencer Trump a o apoiar.
Antes do encontro na Casa Branca com o presidente, Rutte falou com o secretário de Estado americano, Marco Rubio.
Suas conversas se concentraram nas operações militares contra o Irã, na guerra na Ucrânia e no reforço na coordenação e "distribuição de peso" com os aliados da Otan, segundo um comunicado de um porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott.
Também se espera que Rutte se reúna com o chefe do Pentágono, Pete Hegseth.
Os Estados Unidos desempenham um papel militar central na Otan desde a sua criação em 1949, mas Trump reivindica mais compromisso de seus aliados em seu funcionamento.
Em 2025, os outros membros da aliança decidiram realizar um forte aumento de seus gastos em defesa com parte de um plano que vai até 2035.
Nos últimos meses, Trump também retirou o apoio a Ucrânia em sua guerra contra a Rússia e ameaçou proteger países aliados a menos que gastem mais em defesa.
Rutte foi uma figura central nos esforços dos membros da Otan para apaziguar o presidente americano.
O inquilino da Casa Branca não poupa elogios ao chefe da Otan, a quem chama de "cara formidável" e "genial".
Mas critica os europeus por sua recusa a ajudar os Estados Unidos e Israel a reabrir o Estreito de Ormuz, uma via crucial para o mercado mundial dos hidrocarbonetos, durante o conflito com o Irã.
H.Portela--PC