-
Chapecoense retorna ao local da tragédia aérea dez anos depois
-
Itália perde em casa para Bélgica (2-0) no retorno de Mancini
-
Suprema Corte concede a Trump uso de banco de dados para verificar registros eleitorais
-
França vence Turquia (1-0) na estreia de Zidane
-
Sindicato de jogadores da NFL se preocupa com estado do gramado do Maracanã
-
Dificuldades e "muitas expectativas" no berço da indústria petrolífera da Venezuela
-
Tribunal de apelações dos EUA mantém veto do Pentágono à Anthropic
-
Combates se intensificam no norte da Etiópia
-
Foto de encontro com Xi publicada por Trump parece ter sido retocada com IA
-
Trump e Xi se despedem com poucos resultados, mas com novos encontros previstos
-
Ataques russos em plena luz do dia deixam sete mortos em Kiev
-
Brasil encerra competição em San Sebastián com 'Vicentina Pede Desculpas'
-
Manchester City é considerado culpado de 114 infrações financeiras, diz The Athletic
-
Rússia reavalia posição sobre negociações de paz após ataques ucranianos, diz Putin
-
"Minha melhor oportunidade", diz Harry Kane sobre disputa da Bola de Ouro
-
Musiala e Havertz são cortados da seleção da Alemanha por lesão
-
México quer aumentar importações dos EUA para reduzir déficit e agradar Trump
-
Justiça dos EUA confirma legalidade do veto do Pentágono à Anthropic
-
ONU eleva para 214 número de empresas ligadas a assentamentos israelenses
-
Colômbia rompe relações diplomáticas com Irã
-
El Niño 'pode implicar em perda sociocultural', diz chef Alex Atala
-
Leão XIV é aclamado em Paris após alertar sobre os riscos da IA
-
El Niño força grandes chefs a adaptarem suas receitas
-
Ataques russos em plena luz do dia deixam cinco mortos em Kiev
-
Taxistas afegãos voltam a reproduzir música, em desafio ao regime talibã
-
Bob Pettit, primeiro MVP da NBA, morre aos 93 anos
-
Brasil fecha competição de San Sebastián com 'Vicentina Pede Desculpas'
-
Rayan salva empate para Brasil contra Austrália e Ancelotti pede paciência
-
Conselho de Segurança da ONU condena ataques dos houthis contra Arábia Saudita
-
Russell garante a pole position no GP do Azerbaijão de F1
-
'Terror social' de Ricardo Alves Jr. estreia no Festival de San Sebastián
-
Prêmio literário francês retira livro de competição por suspeitas de uso de IA
-
Putin acredita que não pode 'recuar', afirma jornalista russo exilado
-
Rayan salva empate para o Brasil no primeiro amistoso pós-Copa do Mundo
-
Leão XIV alerta na França contra os 'desvios' da ciência e da IA
-
'Isso o deixou louco', diz única mulher que conseguiu condenar Trump por agressão sexual
-
Imigrantes 'contemplam suicídio' em acampamento na Grécia
-
Lula e Flávio Bolsonaro querem exército digital para conquistar as redes antes das eleições
-
Partido de Putin vence eleições legislativas russas por ampla margem
-
Zelensky diz que Trump lhe concederá licença para fabricar mísseis Patriot
-
Habitantes de Gaza se abrigam em prédios com risco de desabamento
-
Principais pontos das conversas entre Trump e Xi nos EUA
-
Irã propõe reabrir o Estreito de Ormuz em sete dias
-
Grandes ligas europeias exigem reforma na governança da Fifa
-
Zelensky afirma que Trump concordou em conceder a Kiev licenças para mísseis Patriot
-
Leão XIV chega à França para primeira visita de um papa em 18 anos
-
Guerra na Etiópia se intensifica em meio a combates e cortes na internet
-
Papa Leão XIV chega à França para visita há muito esperada
-
Xi visita Casa Branca e pede a Trump relação 'sem conflito'
-
Susan Sarandon é detida em Nova York durante protesto contra Netanyahu
Premiê Orbán reconhece 'dolorosa' derrota para Magyar nas legislativas na Hungria
O primeiro-ministro húngaro, o nacionalista Viktor Orbán, reconheceu a derrota nas eleições parlamentares deste domingo (12) para seu rival conservador, Péter Magyar.
Com quase 67% dos distritos apurados, o partido Tisza, de Magyar, atribui a si 137 dos 199 assentos da Assembleia húngara, uma supermaioria de dois terços que lhe permitira realizar reformas constitucionais.
"Os resultados da eleição, embora ainda não sejam definitivos, são claros e compreensíveis; para nós, são dolorosos, mas inequívocos", disse Orbán, que dirige o país da Europa Central há 16 anos.
"Parabenizo o partido vencedor", afirmou o primeiro-ministro.
Magyar, de 45 anos, que após o fechamento das urnas havia se declarado "cautelosamente otimista", disse que Orbán lhe concedeu a vitória. "Acabou de ligar para nos felicitar pela nossa vitória", escreveu em uma publicação nas redes sociais.
O pleito foi marcado por uma participação recorde, que poderia favorecer a oposição, segundo analistas.
As urnas fecharam às 19h00 no horário local (14h00 de Brasília) e, meia hora antes, a participação já era de 77,8%, um nível acima da taxa máxima de 70,5% registrada nas eleições de 2002.
Os 7,5 milhões de eleitores no país, assim como os mais de 500 mil registrados no exterior, puderam escolher entre cinco partidos, em um sistema eleitoral majoritário misto muito favorável ao partido de Orbán, Fidesz (União Cívica Húngara), que está há 16 anos no poder.
Líderes europeus saudaram os resultados.
O chanceler alemão, Friedrich Merz, expressou neste domingo "suas sinceras felicitações" ao vencedor das legislativas húngaras e o chamou a "unir forças por uma Europa unida".
"A França saúda uma vitória da participação democrática, do apego do povo húngaro aos valores da União Europeia e por uma Hungria na Europa", declarou o presidente francês, Emmanuel Macron, na rede X.
"O coração da Europa bate mais forte na Hungria esta noite", publicou na mesma rede Ursula von der Leyen, presidente da União Europeia.
O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, também o felicitou.
- "Cheia de esperança" -
Entre os apoiadores de Magyar reunidos em Budapeste havia um clima festivo.
"Estou muito emocionada. Vim a este evento cheia de esperança (...) Sou otimista em relação à mudança", declarou à AFP Orsolya Rozgonyi, uma executiva de recursos humanos de 28 anos.
Maria Toth, dona de casa de 31 anos e mãe de dois filhos, afirmou após votar na capital Budapeste que acredita que se trata de "uma eleição decisiva para a Hungria".
"Tenho a impressão de que a Hungria está cercada por todos os lados e que grandes potências como Bruxelas tentam ditar nosso modo de vida", acrescentou.
Entre os líderes da União Europeia, Orbán é uma exceção por sua proximidade com o presidente russo, Vladimir Putin, e tem criticado as sanções do bloco contra a Rússia desde que esse país invadiu a Ucrânia em 2022.
Seu partido Fidesz havia recebido o apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a ponto de receber nesta semana o vice-presidente JD Vance para apoiar Orbán na reta final da campanha e criticar a interferência dos "burocratas de Bruxelas".
O próprio Trump intensificou suas mensagens na sexta-feira, ao prometer colocar a "potência econômica" dos Estados Unidos a serviço de Orbán, que encarna a luta contra a imigração e a defesa da "civilização ocidental".
- "Nenhuma irregularidade" -
Orbán entra frequentemente em choque com os outros 26 Estados-membros. Bruxelas o acusa de minar o Estado de direito e congelou bilhões de euros em fundos.
Durante a campanha, Orbán prometeu prosseguir sua repressão contra "falsas organizações da sociedade civil, jornalistas vendidos, juízes e políticos".
Orbán também se apresenta como um baluarte contra a Ucrânia, a quem acusa de querer arrastar os húngaros para a guerra.
Em um tom muito diferente, Magyar, que percorre a Hungria sem descanso desde fevereiro, comprometeu-se a melhorar os serviços públicos, especialmente na saúde e na educação.
O.Salvador--PC