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Jogadoras iranianas que receberam asilo na Austrália veem com esperança seu futuro no país
As duas jogadoras de futebol iranianas que pediram asilo em março, durante a Copa da Ásia, declararam nesta sexta-feira (17) que o apoio da Austrália lhes deu esperança de que possam "viver e competir em segurança".
Sete integrantes da delegação iraniana no torneio feminino buscaram refúgio após serem taxadas de "traidoras" em seu país de origem por se recusarem a cantar o hino nacional durante a partida de estreia, pouco depois de a guerra ter eclodido no Oriente Médio.
Embora seus pedidos de proteção tenham se revelado constrangedores para os líderes do Irã, ainda que tenham sido elogiados pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cinco das mulheres mudaram de ideia posteriormente e retornaram para casa.
Apenas Fatemeh Pasandideh e Atefeh Ramezanisadeh permaneceram na Austrália, apesar das acusações de diversos ativistas de que as autoridades iranianas estariam pressionando as famílias das mulheres no Irã, chegando ao ponto de convocar seus pais para interrogatório.
Em um comunicado conjunto, as duas mulheres agradeceram ao governo australiano por lhes ter concedido "proteção humanitária e um refúgio seguro".
"A compaixão e o apoio que nos foram estendidos durante este período difícil nos deram esperança de um futuro no qual possamos viver e competir em segurança", afirmaram.
"O apoio de vocês nos fez sentir acolhidas e menos sozinhas enquanto navegamos por este processo de adaptação", acrescentaram.
Elas observaram que são atletas de elite e que seu sonho é continuar suas carreiras esportivas na Austrália.
Uma semana após solicitarem asilo, as duas jogadoras foram fotografadas sorrindo e treinando com o clube australiano Brisbane Roar.
Desde então, elas não foram mais vistas e estão atualmente em um local não divulgado.
A situação do restante da equipe após seu retorno ao Irã permanece incerta.
Repórteres da AFP as flagraram cruzando a fronteira para seu país de origem, vindas da Turquia, a bordo de um ônibus. Elas vestiam o uniforme da seleção nacional e estavam com a cabeça coberta.
Pouco depois, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, escreveu no X que as jogadoras eram "filhas da pátria" e que o Irã "as acolhe de braços abertos".
Ele acrescentou que, ao retornarem ao Irã, eles decepcionaram os "inimigos" da República Islâmica e as elogiou por não terem sucumbido "ao engano e à intimidação de elementos anti-iranianos".
A.Seabra--PC