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Rússia mata quatro pessoas na Ucrânia em ataque massivo com míssil hipersônico
A Rússia lançou um bombardeio massivo contra Kiev, que matou quatro pessoas, disseram autoridades ucranianas neste domingo (24). Este foi um dos ataques mais intensos da guerra, no qual Moscou utilizou um míssil hipersônico Oreshnik.
Jornalistas da AFP em Kiev ouviram várias explosões que sacudiram prédios na madrugada deste domingo, em um ataque que utilizou 600 drones e 90 mísseis, segundo a Força Aérea ucraniana.
Segundo o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, duas pessoas morreram na capital e dezenas ficaram feridas. As autoridades da região de Kiev registraram outras duas mortes.
Ao longo do dia, imagens capturadas na capital mostraram equipes de resgate combatendo incêndios e vasculhando os escombros de casas, centros comerciais, museus, teatros, escolas e universidades severamente danificados.
Sistemas de defesa aérea interceptaram 549 dos drones e 55 dos mísseis lançados, segundo a Força Aérea.
As explosões sacudiram um prédio residencial próximo ao distrito governamental, enquanto dezenas de pessoas se refugiaram em uma estação de metrô subterrânea no centro da cidade, segundo jornalistas da AFP.
Sofia Melnichenko, de 21 anos, pensou que estava segura, "mas então houve três fortes explosões e, após a quarta, o teto do metrô começou a desabar", disse ela à AFP. "Foi um caos total. Crianças começaram a gritar, as pessoas entraram em pânico", acrescentou.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, indicou que a Rússia lançou um míssil hipersônico Oreshnik e que 69 pessoas foram feridas na capital.
"Três mísseis russos contra uma instalação de abastecimento de água, um mercado incendiado, dezenas de prédios residenciais danificados, várias escolas, e ele [Putin] lançou seu 'Oreshnik' contra Bila Tserkva", na região da Ucrânia, denunciou Zelensky no Telegram.
"Eles são completamente loucos", acrescentou.
O presidente russo, Vladimir Putin, havia ameaçado retaliar um ataque ucraniano a uma escola de ensino médio em uma região da Ucrânia ocupada por Moscou.
- Míssil hipersônico -
O Exército russo confirmou que lançou um míssil Oreshnik e disse que o fez "em resposta a ataques terroristas da Ucrânia contra infraestruturas civis em território russo".
No entanto, negou ter mirado em civis e alegou ter atacado postos de comando do exército ucraniano e dos serviços de inteligência.
Segundo as autoridades ucranianas, os bombardeios russos também deixaram 12 feridos na região de Kharkiv, no nordeste do país; 11 na região de Cheraksky (centro); e sete na região de Dnipropetrovsk (leste).
"O terrorismo contra civis não é força. É desespero", declarou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no X.
A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que o uso dos mísseis Oreshnik "constitui uma tática política de intimidação", enquanto o chanceler alemão Friedrich Merz classificou a ação como uma "escalada imprudente".
Os ataques também foram condenados pela primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e pelo presidente francês, Emmanuel Macron, que os consideraram um sinal do "avanço" de Moscou.
- Advertência -
Horas antes, no sábado, tanto o presidente Zelensky quanto a embaixada dos EUA em Kiev haviam alertado para um ataque russo iminente e de grande escala contra o país.
Moscou já havia utilizado o míssil Oreshnik duas vezes desde o início da invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022: em novembro de 2024 contra uma fábrica militar e em janeiro de 2026 contra uma fábrica aeronáutica no oeste da Ucrânia, perto das fronteiras da Otan.
Em ambos os casos, os mísseis não carregavam ogivas nucleares.
Putin prometeu uma resposta militar após o ataque de drones ucranianos contra prédios educacionais em Starobilsk, no território ucraniano ocupado por Moscou, na noite de quinta-feira, que deixou 21 mortos.
Kiev negou ter mirado em civis e alegou que o ataque foi contra uma unidade de drones russa estacionada na região.
As negociações para pôr fim ao conflito, mediadas pelos Estados Unidos, estão suspensas desde o início da guerra no Oriente Médio, desencadeada no final de fevereiro por ataques aéreos israelenses e americanos contra o Irã.
Ferreira--PC