-
EUA ameaça impor sanções a Omã caso o país coopere com o Irã em Ormuz
-
Israel suspende relações com o secretário-geral da ONU
-
Comunidade indígena do México é alvo do cartel
-
Irã e EUA acusam um ao outro de violar o cessar-fogo
-
Empresa francesa de IA Mistral visa fortalecer sua posição no setor de defesa
-
Imigrantes temem que ICE transforme Copa do Mundo em operação policial
-
Megaron, o herdeiro de Raoni na luta pela Amazônia
-
Neymar é dúvida para estreia do Brasil na Copa por lesão muscular
-
EUA ataca Irã, que responde com represália a uma de suas bases militares
-
ONU prevê que temperaturas globais manterão níveis máximos em 2026-2030
-
Congresso avança rumo ao fim da escala 6x1
-
Incêndio em internato no Quênia deixa 16 alunas mortas e quase 80 feridas
-
UE multa Temu em 200 milhões de euros por permitir venda de produtos ilegais
-
Alpinista americano completa ascensão mais rápida ao Everest
-
Austrália processa 3M por uso de 'químicos eternos'
-
Irã confia na Fifa para garantir vistos de 'múltiplas entradas' para os EUA
-
Fluminense vence La Guaira (3-1) e vai às oitavas da Libertadores
-
Platense derruba invencibilidade do Corinthians (2-0) e vai às oitavas da Libertadores
-
Bolívia vive uma 'rebelião' contra um governo 'submisso' aos EUA, diz Evo Morales à AFP
-
Homem que planejou assassinato de jornalista iraniana-americana é condenado à prisão
-
Bolívia está "chegando ao limite", diz presidente, enquanto manifestantes exigem sua renúncia
-
Meta lança assinaturas pagas para Instagram, Facebook e WhatsApp
-
Israel matou o novo chefe do braço armado do Hamas
-
Crystal Palace vence Rayo Vallecano (1-0) e é campeão da Liga Conferência
-
CEOs do setor de IA amenizam alertas sobre um apocalipse do desemprego
-
Com Neymar fora de combate, Seleção inicia treinos para Copa do Mundo de 2026
-
Barcelona fecha contratação do atacante inglês Anthony Gordon, do Newcastle
-
Assistente de Matthew Perry é condenado à prisão por injetar droga que matou ator
-
Técnico Maurizio Sarri deixa comando da Lazio
-
João Fonseca vence de virada e vai enfrentar Djokovic na 3ª rodada de Roland Garros
-
'Isso está chegando ao limite', adverte o presidente da Bolívia a manifestantes
-
Ainda sem ritmo após lesão, Memphis Depay é convocado pela seleção holandesa para Copa do Mundo
-
Seleção inicia concentração para Copa do Mundo de 2026
-
Israel matou novo chefe do braço armado do Hamas
-
Irã considera improvável retomada da guerra, mas Trump se diz insatisfeito com acordo
-
Número 2 do mundo Rybakina cai na segunda rodada em Roland Garros
-
Alemanha busca se redimir em um Grupo E que terá geração de ouro do Equador
-
Irã considera a retomada da guerra com EUA pouco provável
-
Trump afirma que ainda não está satisfeito com acordo com o Irã
-
Lula retoma perfurações de petróleo e gás no Polo Urucu, na Amazônia
-
Alemanha pede que seus jogadores evitem declarações políticas durante a Copa do Mundo
-
México e EUA iniciam negociações para revisar T-MEC
-
Julgamento de Duterte por crimes contra a humanidade começará em 30 de novembro
-
Bad Bunny e Shakira voltam a Madri, epicentro da música latina
-
Conselho da Paz patrocinado por Trump não recebeu um único dólar
-
Chilena desafia seus 100 anos com a cadência do balé
-
Estátua gigante de Messi na Índia será retirada por motivos de segurança
-
Polícia não considera 'suspeito' o incêndio em uma loja kosher em Londres
-
RDCongo enfrenta 'choque catastrófico' entre ebola e conflito, alerta OMS
-
Irã considera improvável a retomada da guerra com EUA
Irã e EUA acusam um ao outro de violar o cessar-fogo
Irã e Estados Unidos acusaram um ao outro, nesta quinta-feira (28), de violar o cessar-fogo após ataques cruzados que fragilizam ainda mais as negociações para pôr fim à guerra no Oriente Médio.
O conflito, desencadeado em 28 de fevereiro por uma ofensiva israelense-americana, deixou milhares de mortos, principalmente em Irã e Líbano.
Além disso, abalou a economia global, sobretudo devido ao bloqueio do Estreito de Ormuz pela República Islâmica. A passagem é uma via marítima crucial para o abastecimento de hidrocarbonetos.
As últimas hostilidades foram as mais graves desde que o cessar-fogo entrou em vigor, em 8 de abril.
As forças americanas derrubaram quatro aeronaves não tripuladas do Irã, que representavam uma "ameaça no Estreito de Ormuz", informou um funcionário americano.
Segundo ele, o exército também bombardeou "uma estação iraniana de controle terrestre" em Bandar Abbas, cidade portuária às margens desta passagem marítima estratégica.
"Estas ações foram comedidas, puramente defensivas, e destinadas a manter o cessar-fogo", afirmou.
Em represália, a Guarda Revolucionária iraniana anunciou, nesta quinta-feira, ter lançado um ataque contra uma base americana sem detalhar qual, mas o Kuwait, aliado próximo de Washington, condenou o ataque com drones e mísseis contra seu território, que atribuiu ao Irã e informou que isto marca "uma escalada perigosa".
As forças iranianas também efetuaram disparos de advertência contra quatro navios que tentavam atravessar Ormuz, informou a TV estatal (Irib) nesta quinta-feira.
O líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, afirmou horas depois que Estados Unidos e Israel buscam desestabilizar a República Islâmica, em uma mensagem por escrito lida na televisão estatal.
"O plano cego do inimigo, após a guerra imposta, a pressão econômica e o cerco político e propagandístico, é criar divisões e desintegração para compensar as derrotas militares e colocar a nação de joelhos", disse Khamenei, que não aparece em público desde antes de assumir o cargo, em março.
A chancelaria iraniana, por sua vez, condenou as "violações contínuas do cessar-fogo" por parte dos Estados Unidos, e seu porta-voz, Esmaeil Baqaei, disse que o Irã "tomará todas as medidas necessárias para defender sua soberania nacional".
O porta-voz também condenou a "retórica ameaçadora" de Washington contra a República Islâmica e Omã.
Enquanto isso, o Exército americano disse que o ataque iraniano com míssil contra o Kuwait é uma "flagrante violação do cessar-fogo".
Neste contexto, os moradores de Teerã expressaram preocupação.
Mahtab, uma cabeleireira de 62 anos, se disse aliviada porque sua filha conseguiu sair do país, pois morar ali "é um inferno". O filho dela, contou, entristecida, é obrigado a "viver de salário em salário", sem qualquer perspectiva de futuro.
- Ataques no Líbano -
Em outra das frentes mais ativas, os bombardeios e combates prosseguem no Líbano apesar de outro cessar-fogo que, em teoria, está em vigor desde 17 de abril.
O Ministério da Saúde do Líbano afirmou, nesta quinta-feira, que ataques israelenses no sul do país mataram ao menos 14 pessoas, entre elas duas crianças, e deixaram outras 21 feridas.
O Exército libanês acrescentou que um soldado morreu em outro ataque israelense "enquanto dirigia pela estrada" na região de Nabatiyeh.
Antes dessa escalada, as negociações entre Irã e Estados Unidos para encerrar o conflito avançavam, embora com dificuldade.
Na quarta-feira, o presidente americano, Donald Trump, também voltou a ameaçar com a retomada das hostilidades.
Diante desse cenário, os preços do petróleo voltavam a subir enquanto se afasta a perspectiva de reabertura do Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irã, por onde antes da guerra transitava um quinto do petróleo bruto e do gás natural liquefeito consumidos no mundo.
P.L.Madureira--PC