-
EUA: Senado bloqueia renovação de poderes de inteligência para espionagem no exterior
-
Entregadores emergem como um eleitorado disputado no Brasil
-
Putin nega colapso da economia no 'Davos russo'
-
Zverev elimina algoz de João Fonseca e vai à final de Roland Garros
-
Presidente eleito do Peru conseguirá resistir ao poder do Congresso?
-
Neymar pode voltar aos treinos na semana que vem, diz Ancelotti
-
Princesa norueguesa Mette-Marit entra em lista de espera para transplante de pulmão
-
Fifa pagará aos clubes pelo menos R$ 25 mil por cada jogador cedido para seleções da Copa
-
Andy Robertson troca Liverpool pelo Tottenham
-
'Meu avô era nazista?': registros on-line revelam passado de alemães durante o nazismo
-
Forte criação de emprego nos EUA superou expectativas em maio
-
Guerra no Oriente Médio agrava fome no mundo, alerta ONU
-
ONU alerta para quase 1,5 milhão de deslocados no Haiti
-
França questiona sistema judicial após suposto assassinato de menina
-
Drone naval ucraniano explode em porto da Romênia sem causar vítimas
-
Ex-príncipe Andrew sublocava imóveis em residência real onde morava sem pagar aluguel
-
Família do guia que reapareceu milagrosamente no Everest exige investigação
-
Israel ataca novamente o sul do Líbano após Hezbollah rejeitar trégua
-
Putin enfrenta uma economia frágil no 'Davos russo' sob a ameaça de drones ucranianos
-
Presidente chinês visitará Coreia do Norte em 8 e 9 de junho
-
Candidatos encerram campanha presidencial no Peru para um 2º turno acirrado
-
Senado dos EUA aprova US$ 70 bilhões para a ofensiva migratória de Trump
-
Venezuela esvazia temida prisão El Helicoide e transfere detentos
-
Presidente da China fará visita à Coreia do Norte na próxima semana
-
Anthropic sugere pausa global no desenvolvimento da IA
-
Trump confirma comício e cancela shows pelos 250 anos de independência
-
Ferrari aposta no 'efeito Leclerc' em Mônaco para frear Mercedes
-
NBA bane permanentemente torcedor que invadiu quadra nas Finais para tirar selfie
-
Florentino Pérez promete contratar Dumfries e fazer uma grande oferta por outro jogador
-
Hezbollah rejeita acordo de cessar-fogo no Líbano e exige retirada de Israel
-
'Aliados' dos EUA na Colômbia são 'genocidas' e 'narcotraficantes', diz Petro à AFP
-
Espanha fica no empate com Iraque (1-1) em amistoso de preparação para Copa do Mundo
-
Zverev a dois passos de quebrar a maldição de Roland Garros
-
França perde de virada para Costa do Marfim (2-1) em seu penúltimo amistoso antes da Copa
-
Colômbia aposta em Luis Díaz para brilhar na Copa de 2026
-
Chwalinska, vinda do qualifying, surpreende e vai enfrentar Andreeva na final de Roland Garros
-
Victoria Mboko confirma que fará dupla com Serena Williams no torneio de Queen's
-
Liverpool anuncia o espanhol Andoni Iraola como seu novo técnico
-
Grupo K, de Portugal e Colômbia, atrai as atenções com duelo CR7 x Luis Díaz
-
Ocupado com Irã, EUA deixa conflito na Ucrânia "em segundo plano"
-
Indignação na França após descoberta de um cadáver no caso de menina desaparecida
-
Richard Gere afirma sentir 'vergonha' da política migratória dos EUA
-
Chwalinska, vinda do qualifying, vence Shnaider e vai à final de Roland Garros
-
Benfica confirma interesse de Florentino Pérez em Mourinho
-
Controle de Trump sobre seu partido é testado no Congresso
-
Hezbollah rejeita acordo de cessar-fogo no Líbano
-
Cientistas fazem pão com levedura encontrada nas entranhas de uma múmia
-
Estreia do Uzbequistão na Copa do Mundo confirma auge da popularidade do futebol no país
-
'Ouro de sangue': como grupos armados e guerrilhas tomaram controle da mineração na Venezuela
-
Andreeva vence Kostyuk e vai à final de Roland Garros
Hezbollah rejeita acordo de cessar-fogo no Líbano e exige retirada de Israel
O Hezbollah, grupo islamista libanês em guerra com Israel, rejeitou nesta quinta-feira (4) o acordo de cessar-fogo condicional anunciado na véspera em Washington e exigiu, em vez disso, uma trégua abrangente e a retirada total das forças israelenses do Líbano.
"O cessar-fogo deve ser global", afirmou o chefe do movimento, Naim Qassem, ao exigir que "o inimigo israelense" não tenha "liberdade para matar".
A formação pró-iraniana arrastou o Líbano para a guerra no início de março, ao atacar Israel para vingar o então líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morto nos bombardeios israelenses-americanos de 28 de fevereiro que desencadearam uma guerra regional.
Na tentativa de pôr fim às hostilidades, as autoridades libanesas iniciaram negociações com Israel sob os auspícios de Washington, pela primeira vez em décadas entre esses dois países, que não mantêm relações diplomáticas. Mas o Hezbollah se opõe.
Ao término de uma quarta sessão de negociações na quarta-feira, foi anunciado um novo acordo, já que a trégua em vigor desde 17 de abril nunca foi respeitada.
O que foi anunciado prevê uma cessação das hostilidades condicionada à interrupção total dos disparos do Hezbollah e constitui, segundo o presidente libanês, Joseph Aoun, "a última oportunidade para alcançar um cessar-fogo global e definitivo" com Israel.
- "Fim à farsa" -
Mas Qassem pediu ao governo libanês que "ponha fim à farsa e à humilhação das negociações diretas" com Israel.
O líder do Hezbollah ressaltou que não haverá "segurança" para o norte de Israel "sem segurança para as aldeias" do sul do Líbano, enquanto o acordo prevê, por enquanto, a manutenção dos disparos e das operações do Exército israelense na região.
Nesta quinta-feira, bombardeios israelenses deixaram oito mortos e oito feridos, entre eles mulheres e crianças, no sul e no leste do país, segundo o Ministério da Saúde libanês. O Exército israelense informou, por sua vez, que um soldado "caiu em combate" no sul do país vizinho.
Os libaneses foram chamados por Israel a evacuar a área situada entre a fronteira israelense e o rio Litani, cerca de 40 km mais ao norte, já que as tropas "continuam atacando" nessa região infraestruturas do Hezbollah.
Prever "a cessação dos disparos por parte do Hezbollah e a retirada dos combatentes da resistência (...) do sul, enquanto a agressão continua" equivale a "uma rendição e uma derrota, que servem aos objetivos do inimigo", afirmou Qassem.
O Hezbollah comunicou formalmente às autoridades libanesas sua rejeição ao acordo, indicou à AFP um de seus dirigentes sob condição de anonimato.
Apesar dessa rejeição, o governo libanês anunciou o próximo deslocamento do Exército para "zonas-piloto" do sul. Mas a população permanece cética.
"Não é a primeira vez que um cessar-fogo é anunciado e Israel o viola", disse à AFP Mohammad Chamsedin, de 56 anos, que fugiu de sua casa na periferia sul de Beirute.
No sul do Líbano, um capacete azul sérvio morreu, a sétima morte nas fileiras da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Finul) desde o início de março.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou esse "assassinato" e pediu o respeito ao cessar-fogo, segundo seu porta-voz.
- "Duro revés" -
Os bombardeios israelenses no Líbano causaram mais de 3.500 mortos e deslocaram mais de um milhão de pessoas desde 2 de março, quando começaram as hostilidades, segundo as autoridades libanesas.
Do lado israelense, 27 soldados e um prestador de serviços civil morreram no Líbano, após o anúncio nesta quinta-feira de uma nova vítima fatal.
A situação na frente libanesa condiciona as negociações entre Washington e Teerã para encerrar a guerra que eclodiu em fevereiro em todo o Oriente Médio.
Teerã exige que qualquer acordo inclua um cessar-fogo no Líbano e a retirada das tropas israelenses.
"Apoiar a resistência no Líbano é dever de cada um de nós", escreveu o general Esmail Qaani, responsável pela Força Quds, o braço de operações externas da Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã.
E, apesar de o presidente americano Donald Trump parecer otimista, as negociações estão estagnadas e os ataques continuam de forma esporádica no Golfo.
O líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, afirmou nesta quinta-feira, em uma declaração escrita, que os Estados Unidos e Israel buscam "a divisão" de seu país após terem sofrido um "duro revés" na guerra.
O dirigente não é visto em público desde os ataques que mataram seu pai e antecessor, Ali Khamenei, nos quais, segundo os Estados Unidos e Israel, ele ficou ferido.
F.Carias--PC