-
UE proibirá companhias aéreas de cobrar de pais para sentarem ao lado dos filhos
-
Medalha de Pelé da Copa de 1958 será leiloada na Inglaterra
-
Seleção da Inglaterra deve se sentir 'amada' na Copa do Mundo, diz Bellingham
-
Tenistas comemoram aumento da premiação de Wimbledon
-
Cidades e minas fantasmas na Venezuela após operação militar contra máfias
-
Jogadores com dupla nacionalidade: um trunfo para o Marrocos
-
Programa-chave de espionagem dos EUA expira em meio à Copa do Mundo
-
Irã afirma que acordo com EUA 'nunca esteve tão próximo'
-
Superfã de Messi e da Argentina vira atração na Indonésia
-
Aos 91 anos, jornalista argentino vai para sua 18ª Copa do Mundo
-
Rivalidade com a China estará em pauta na cúpula do G7 na França
-
Djalminha não acredita em favoritismo do Brasil na Copa do Mundo
-
SpaceX tem estreia recorde na Bolsa de Valores
-
França se despede de menina cujo suposto assassinato chocou o país
-
Americanos estão ansiosos, mas otimistas, às vésperas do 250º aniversário dos EUA
-
Russell lidera primeiros treinos livres no GP de Barcelona de F1
-
OIT adota primeiro acordo internacional sobre trabalhadores de plataformas digitais
-
Trump celebrará 80 anos com luta do UFC
-
Cristiano Ronaldo se diz 'muito otimista' em relação à Copa do Mundo
-
Inflação subiu em maio, apesar das medidas de Lula para conter os preços dos combustíveis
-
Videogames e pingue-pongue, os passatempos da Seleção para aliviar a pressão na Copa
-
David Hockney em seis obras emblemáticas
-
Imprensa iraniana anuncia projeto de acordo sem concessões sobre Ormuz ou programa nuclear
-
Pierre Gasly recupera pódio no GP de Mônaco de F1
-
Ancelotti estreia na Copa do Mundo no comando de um Brasil que sonha com o hexa
-
Papa defende novamente os migrantes nas Ilhas Canárias e apela à sua integração
-
Queda da ajuda internacional coloca luta contra HIV em risco, diz ONU
-
David Hockney, grande figura da arte contemporânea, morre aos 88 anos
-
Papa afirma que 'todos são migrantes' no último dia da viagem à Espanha
-
Irã diz que não tomou decisão sobre acordo iminente anunciado por Trump
-
Ex-presidente sul-coreano é condenado 30 anos de prisão por envio de drones à Coreia do Norte
-
Coreia do Sul vence República Tcheca de virada (2-1) no 2º jogo do grupo A da Copa
-
Paraguai precisa minimizar erros na estreia contra os EUA, diz técnico Gustavo Alfaro
-
Ex-presidente sul-coreano é condenado à prisão por envio de drones à Coreia do Norte
-
Haaland se diverte nas finais do hóquei antes de sua estreia na Copa do Mundo
-
Princesa da Tailândia morre após três anos internada
-
Técnico do Canadá mostra confiança com Copa em casa: "Eu queria essa responsabilidade"
-
Goleiro mexicano Ochoa celebra seu recorde histórico de seis Copas do Mundo
-
Confissão de ministro de que ocultou dinheiro gera comoção política na Argentina
-
México abre sua terceira Copa do Mundo com sucesso, apesar de protestos
-
Protestos e confrontos com a polícia: o outro lado da Copa no México
-
Técnico Javier Aguirre quer 'melhorar' desempenho do México após vitória na estreia
-
México precisa pressionar mais, diz Quiñones após marcar primeiro gol da Copa
-
Seleção do Irã faz seu primeiro treino aberto à imprensa
-
EUA estreia em casa na Copa do Mundo contra um Paraguai que promete lutar
-
Seleção da RD Congo é autorizada a entrar nos EUA para Copa do Mundo, diz jogador à AFP
-
México vence África do Sul (2-0) na abertura da Copa do Mundo de 2026
-
Antonelli chega a Montmeló em busca de mais uma vitória
-
Trump nomeia procurador de Nova York para chefiar inteligência
-
Prefeito francês condena banner que pede deportação de estrangeiros
Americanos estão ansiosos, mas otimistas, às vésperas do 250º aniversário dos EUA
Os americanos parecem ansiosos, mas com sinais de otimismo em relação ao futuro do país, que completa 250 anos em 4 de julho, segundo uma pesquisa do Pew Research Center divulgada nesta sexta-feira (12).
"À medida que a nação se aproxima do seu 250º aniversário, o clima entre os americanos é sombrio, embora com alguns sinais de otimismo persistente", intitularam os especialistas neste estudo, que compilou diversas pesquisas realizadas entre dezembro de 2025 e abril de 2026.
O presidente republicano Donald Trump, que completa 80 anos no domingo, prometeu repetidamente uma nova "era de ouro" aos seus concidadãos, mas esse sentimento é amplamente compartilhado por seus eleitores e bem menos pelos democratas.
A pesquisa mostra um país dividido, explicou um de seus autores, Gregory Smith, diretor associado de pesquisa do Pew Research Center, em entrevista por telefone à AFP.
"O ânimo do público não é bom, mas podemos ver pelos dados que já foi pior em alguns momentos no passado recente. Há indícios de que está melhor agora do que estava há alguns anos", explicou ele.
No geral, "quase o mesmo número de americanos se diz otimista (48%) e pessimista (51%) em relação ao futuro do país como um todo".
Mas apenas 43% dos americanos acreditam que a economia estará mais forte em 2050 do que está hoje (32% em abril de 2023), e somente 33% acreditam que a nação estará menos dividida (21% em abril de 2023).
Essa melhora precária coincide com a ascensão de Trump ao poder, que iniciou seu segundo mandato não consecutivo em janeiro de 2025, um marco histórico alcançado por apenas um outro presidente, Grover Cleveland, no final do século XIX.
"Os sentimentos sobre os rumos do país estão intimamente ligados às inclinações políticas das pessoas. Durante o segundo mandato do presidente Donald Trump, os republicanos se mostraram muito mais satisfeitos do que os democratas com o andamento das coisas", explica a pesquisa.
A descoberta significativa é que "as mudanças que observamos entre os republicanos, dependendo de quem está na Casa Branca, são mais pronunciadas, mais drásticas do que as que vemos entre os democratas", explica o estudo.
Quarenta por cento dos entrevistados em abril acreditam que os Estados Unidos serão um país mais importante no mundo em 2050, em comparação com 27% que responderam dessa forma em 2023.
Esse aumento na confiança é muito mais pronunciado entre os republicanos, que são receptivos à mensagem de hegemonia martelada por Donald Trump, do que entre os democratas.
Cinquenta e seis por cento dos republicanos acreditam que o país será mais importante em 2050 (25% dos democratas), em comparação com 24% que pensavam assim em 2023 (31% dos democratas).
Essa divisão política persistiu nas últimas décadas: quando o democrata Barack Obama, o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos, assumiu o cargo em maio de 2009, 43% dos democratas estavam satisfeitos com os rumos do país, em comparação com 20% dos republicanos.
X.Matos--PC