-
Seis mortos após colisão de helicópteros no Rio de Janeiro
-
Azarão do Grupo H, Cabo Verde quer fazer história em sua 1ª Copa do Mundo
-
Marrocos e outras federações africanas criticam Uefa por 'falta de reconhecimento'
-
Vekic derruba Raducanu e é campeã do WTA 500 de Queen's
-
Majchrzak surpreende De Minaur e é campeão do ATP 250 de 's-Hertogenbosch
-
Ben Shelton é campeão do ATP 250 de Stuttgart e conquista seu 1º título na grama
-
Hamilton conquista 1ª vitória pela Ferrari no GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Irã chega aos EUA para Copa do Mundo em meio à tensão geopolítica
-
Espanha de Yamal inicia busca pelo título mundial contra estreante Cabo Verde
-
Brasil de Ancelotti confirma receios nos EUA
-
Três mortos em bombardeios israelenses no sul de Beirute
-
Ofensiva russa perde força apesar dos bombardeios contra a Ucrânia
-
Após estreia discreta do Brasil, Alemanha entra em campo na Copa do Mundo
-
Suíça rejeita teto migratório, segundo primeiras estimativas
-
Fifa é responsável pelo respeito à bandeira do Irã, diz presidente da Federação Iraniana
-
Austrália derrota a Turquia por 2-0 pelo Grupo D
-
Curaçao espera "complicar a vida" da Alemanha na estreia na Copa do Mundo
-
Jalen Brunson (Knicks) é eleito MVP das Finais da NBA
-
New York Knicks vence Spurs na final e conquista seu 1º título da NBA após 53 anos
-
Escócia sofre mas vence Haiti (1-0) e lidera Grupo C, do Brasil
-
Neuer será titular no gol da Alemanha contra Curaçao, diz técnico Julian Nagelsmann
-
Com estreia do Brasil, Copa do Mundo invade Nova York enlouquecida pelos Knicks
-
"Não se ganha a Copa do Mundo no primeiro jogo", diz Ancelotti
-
Com Memphis, seleção holandesa estreia na Copa contra Japão sem capitão
-
'Não tem muito o que falar, é trabalhar', diz Vini Jr. após empate do Brasil com Marrocos
-
Candidatos presidenciais na Colômbia encerram campanhas com comícios no fim de semana
-
Brasil empata com Marrocos (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo de 2026
-
Vitinha destaca 'qualidade' de Portugal, mas descarta favoritismo na Copa
-
Equador pode gerar 'perigo a qualquer momento', alerta técnico da Costa do Marfim
-
Catar arranca empate nos acréscimos com Suíça (1-1) na Copa do Mundo
-
Argentina faz primeiro treino com zagueiro Marcos Senesi
-
Calor extremo põe à prova preparativos da França para Copa do Mundo
-
Uruguai aposta na 'intensidade' para estreia na Copa contra a Arábia Saudita
-
Kane destaca 'excelente preparação' da Inglaterra para estreia na Copa contra a Croácia
-
Presidente da FIA quer carros mais leves e menos caros na F1
-
De Minaur avança à final do ATP 250 de 's-Hertogenbosch; Medvedev cai nas semis
-
Raducanu lutará pelo título em casa contra Vekic na final do torneio de Queen's
-
Shelton e Fritz farão final 100% americana em Stuttgart
-
Astro da NBA James Harden é preso em Houston por porte ilegal de arma
-
Trump afirma que acordo com Irã será assinado no domingo e Ormuz permanecerá aberto
-
Curaçao estreia na Copa do Mundo desafiando dois gigantes: Alemanha e Neuer
-
Roubo de material de treino da Inglaterra em Kansas City está sob investigação oficial
-
Serena Williams disputará as duplas com Karolina Muchova no Aberto de Berlim
-
Remoção do nome de Trump da fachada do Kennedy Center é concluída
-
Reis da Suécia celebram bodas de ouro
-
George Russell faz a pole do GP de Barcelona-Catalunha de F1
-
Luka Modric, o rosto eterno da Croácia
-
Anthropic suspende acesso à sua IA mais poderosa por ordem do governo dos EUA
-
Harry Kane, artilheiro e capitão insubstituível da Inglaterra
-
Governo de Gana protesta contra visto canadense negado a Thomas Partey
Ofensiva russa perde força apesar dos bombardeios contra a Ucrânia
Cidades e vilarejos da Ucrânia sofreram meses de bombardeios russos intensos. Mas, no campo de batalha, a ofensiva da Rússia mostra sinais de que está perdendo força.
Mais de quatro anos após o início da invasão russa da Ucrânia, os comunicados do Ministério da Defesa de Moscou sobre a tomada de vilarejos e localidades ucranianas se tornaram menos frequentes.
E, em algumas áreas, as forças ucranianas conseguiram retomar o controle.
Em abril e maio, o Exército russo perdeu mais território na Ucrânia do que conquistou, segundo uma análise da AFP baseada em dados do Instituto para o Estudo da Guerra (ISW).
Os avanços territoriais são muito pequenos para alterar a situação no campo de batalha, mas ilustram as crescentes dificuldades do Exército russo.
"O avanço do Exército russo está acontecendo em um ritmo extremamente lento", disse o especialista militar russo Alexander Khramchikhin à AFP.
Embora a força russa seja maior e melhor equipada do que o ucraniana, o uso de drones criou uma "zona morta" nos dois lados da linha de combate.
A menos que os recursos do Exército ucraniano se "esgotem completamente", é difícil prever uma aceleração dos avanços russos, segundo Khramchikhin.
A Ucrânia conseguiu interromper em grande medida a ofensiva russa, destacou o ISW em um relatório recente.
Incapaz de lançar grandes ofensivas no front de batalha, a Rússia optou por operações de infiltração, com pequenos grupos de soldados atrás das linhas inimigas para manter posições-chave até a chegada de reforços.
A tática teve algum sucesso, em particular durante a tomada, em 2025, da cidade de Pokrovsk, um importante centro logístico, embora possa levar muito tempo para apresentar resultados.
Sem grandes avanços na linha de combate, a Rússia concentrou os esforços militares na conquista de Kostiantinivka, uma cidade industrial na região leste de Donetsk.
- Rússia reduz objetivos -
A Rússia também parece ter reduzido seus objetivos militares.
Em junho, Moscou declarou que o objetivo era tomar "toda a Ucrânia", mas posteriormente o presidente Vladimir Putin indicou que seu Exército aspira apenas tomar o Donbass, que abrange as regiões leste de Donetsk e Luhansk.
A Rússia ocupa 20% do território do país vizinho, incluindo a península da Crimeia, que anexou em 2014, a maior parte de Donetsk e Luhansk e grande parte das regiões de Zaporizhzhia e Kherson, ao sul.
O Kremlin reivindica as cinco regiões como parte do país, após referendos organizados às pressas e que a comunidade internacional considera ilegítimos.
Mas a Ucrânia também enfrenta dificuldades.
O país reduziu consideravelmente seus objetivos militares e não busca mais recuperar as fronteiras posteriores à era soviética ou as de 2022, e sim interromper os combates nas atuais linhas de frente.
Com dificuldades de recrutamento, o Exército ucraniano não dispõe de recursos para uma ofensiva em larga escala.
No momento, seu principal objetivo é "levar a Rússia a um ponto em que tenha que negociar", declarou à AFP o analista ucraniano Mikola Bielieskov.
"O que se pode afirmar com certeza é que a situação parou de piorar", completou.
Diante do impasse no campo de batalha, os dois lados recorrem a bombardeios de longo alcance.
A Rússia busca lançar ataques "sistemáticos" contra a Ucrânia, superando recordes na quantidade de drones e mísseis disparados contra seu vizinho.
Por sua vez, a Ucrânia atinge o setor petrolífero russo todas as semanas, com uma intensificação nos ataques com drones contra as rodovias utilizadas para abastecer as forças de Moscou em áreas ocupadas, segundo analistas.
T.Vitorino--PC