-
Real Madrid anuncia contratação do atacante marfinense Yan Diomandé
-
Três pontos para entender por que Ortega quer excluir oposição das eleições
-
Comitê do Senado americano declara Anthony Fauci em desacato
-
Kast anuncia pacote de reformas legislativas contra o crime organizado no Chile
-
Papa se reúne com jovens durante visita a Assis
-
Uruguai anuncia Diego Forlán como técnico após saída de Bielsa
-
Homem que atropelou manifestantes em Munique em 2025 é condenado a prisão perpétua
-
Iranianos ajustam gastos para sobreviver após cinco meses de guerra
-
Irã anuncia acordo com Omã sobre Ormuz mas diz que reabertura depende dos Estados Unidos
-
Trump nega escassez de munições e ameaça quem sugere o contrário
-
Kast anuncia pacote de reformas legislativas contra o crimen organizado no Chile
-
Alphabet reestrutura divisão de IA do Google
-
Ceuta alerta que situação dos menores migrantes é 'insustentável'
-
Alemanha alerta para ‘nova ameaça’ após incidente em aeroporto-chave para envios à Ucrânia
-
Mohamed Salah é recebido por multidão na Turquia e veste camisa do Trabzonspor
-
Fifa tenta superar crise com pedidos de desculpas e 'apoio total' a Infantino
-
Copom volta a reduzir Selic, a 14%, para conter a inflação
-
Favorito, Zverev perde em sua estreia contra Griekspoor no Masters 1000 de Montreal
-
Filhote de hipopótamo da colônia de Escobar morre após ser resgatado na Colômbia
-
Parte de um foguete da SpaceX colidiu com a Lua, segundo cientistas
-
Chega ao fim erupção do Vulcão de Fogo na Guatemala, após evacuação em massa
-
Com vários reservas, PSG perde (3-0) amistoso contra o Mallorca, da 2ª divisão espanhola
-
Newcastle nomeia Matthias Jaissle como seu novo treinador
-
Colômbia alerta para possíveis 'atos de terrorismo' na posse de De la Espriella
-
EUA reembolsou cerca de US$ 100 bilhões em tarifas de Trump
-
Esquerda venezuelana se divide diante da aproximação com os EUA
-
Termina erupção do Vulcão de Fogo, que forçou evacuação maciça na Guatemala
-
Presidente do Irã diz que comunicação com líder supremo é "muito difícil neste momento"
-
João Fonseca vence Tsitsipas e vai enfrentar Ruud na 3ª rodada em Montreal
-
Rybakina vence Kasatkina e avança à 3ª rodada do WTA 1000 de Toronto
-
Jornalista da AFP que perdeu uma perna em ataque israelense será homenageada pelo CPJ
-
Eclipse total dá aos cientistas chance de investigar mistérios do Sol
-
Rebeldes houthis do Iêmen afirmam ter atacado dois petroleiros sauditas
-
Homem armado detido em campo de golfe de Trump na Califórnia é alvo de acusações
-
Luis Figo pede renúncia de Infantino, a quem chama de 'desonesto'
-
Crises diplomáticas do Brasil com EUA e Argentina se agravam
-
Goleiro uruguaio Rochet passa por cirurgia e desfalca Inter
-
Flávio Bolsonaro escolhe deputado conservador Alfredo Gaspar como candidato a vice
-
EUA anuncia novas acusações e recompensas contra chefes do cartel mexicano CJNG
-
Argentina renova acordo de swap cambial com a China por cinco anos
-
Sheinbaum pede que México seja incluído na visita do papa à América Latina
-
João Fonseca vence Tsitsipas e avança à 3ª rodada do Masters 1000 de Montreal
-
Noosha Aubel: Czy poradzi sobie z problemami Poczdamu?
-
Noosha Aubel: Είναι σε θέση να αντιμετωπίσει τα προβλήματα του Πότσδαμ;
-
Noosha Aubel: Klarar hon av Potsdams problem?
-
Noosha Aubel: Zvládne problémy Postupimi?
-
نوشا أوبيل: هل هي على مستوى التحديات التي تواجهها بوتسدام؟
-
Inter e Milan empatam (1-1) em amistoso na Austrália
-
Neymar se envolve em confusão na vitória do Santos sobre o Remo pela Copa do Brasil
-
Irã diz ter alcançado acordo com Omã sobre nova rota de navegação em Ormuz
G7 aumenta a pressão sobre a Rússia para pôr fim à guerra na Ucrânia
O presidente americano, Donald Trump, prometeu, nesta terça-feira (16), fazer o possível para pôr fim à guerra na Ucrânia, depois que os aliados do G7 acordaram, durante uma cúpula na França, aumentar a pressão sobre a Rússia.
Ao chegar a Evian, aos pés dos Alpes franceses, Trump afirmou, na véspera, que tinha a intenção de "fazer algo" sobre a guerra na Ucrânia, que se arrasta há mais de quatro anos, após alcançar um acordo-quadro com o Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio.
Os líderes do grupo das maiores economias industrializadas do planeta debateram sobre a Ucrânia nesta terça, na presença de seu par ucraniano, Volodimir Zelensky, que lhes mostrou imagens do ataque da Rússia que incendiou, na véspera, uma catedral histórica em Kiev.
Os mandatários de Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido acordaram "aumentar a pressão sobre a Rússia" através de novas sanções ao gás e ao petróleo, sua principal fonte de financiamento para os esforços de guerra, segundo uma fonte diplomática francesa.
"Em breve vamos poder fazer isso porque o petróleo já está fluindo" pelo Estreito de Ormuz, assegurou Trump à imprensa, em alusão ao aumento das sanções contra a Rússia, às margens da cúpula.
Os Estados Unidos suspenderam algumas sanções ao petróleo russo para contrabalançar a forte alta dos preços do petróleo, provocada por sua guerra contra o Irã, mas na segunda-feira anunciou um acordo com Teerã para pôr fim ao conflito e desbloquear Ormuz.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e seu par canadense, Mark Carney, anunciaram novas sanções contra a chamada "frota fantasma", usada pela Rússia para transportar petróleo e outras mercadorias, apesar das sanções ocidentais.
"É fantástico que todo mundo entenda que a Rússia não vai ganhar e que devemos pressionar [Vladimir] Putin para que ponha fim a esta guerra", reagiu Zelensky, a quem o anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron, convidou para ficar até o fim da cúpula, na quarta-feira.
- Trump 47 -
O presidente ucraniano chegou a Evian nesta terça-feira com o objetivo de buscar uma reunião a sós com Trump. O último encontro entre os dois dirigentes remonta ao final de dezembro na residência do magnata americano em Mar-a-Lago, na Flórida.
Zelensky já conta com o apoio inabalável dos dirigentes europeus e canadense. O chefe de governo alemão, Friedrich Merz, se expressou em tom otimista e disse acreditar que neste G7 "poderia começar a se abrir lentamente uma janela para a diplomacia".
Para colocar o presidente americano em bom ânimo, Merz o presenteou com uma camisa da seleção alemã de futebol com seu sobrenome e o número 47, em alusão ao seu mandato como 47º presidente dos Estados Unidos.
"A Rússia deveria alcançar um acordo" com a Ucrânia, assegurou Trump à imprensa horas depois.
"A única razão pela qual me meto nisso é que não gosto de ver 25.000 jovens morrerem a cada mês (...) Admitam que tudo isso é ridículo. Então, sim, farei tudo o que puder" para encerrar o conflito, acrescentou.
- Mais meios -
Desde o início do conflito, em fevereiro de 2022, a Ucrânia deu uma guinada estratégica, ao se tornar um ator-chave da indústria da defesa, especialmente graças à sua produção de drones, mas segue precisando desesperadamente do apoio ocidental.
Os líderes do G7 também vão apoiar Kiev, "proporcionando à Ucrânia meios de defesa antiaérea, meios para se proteger melhor, meios para consolidar [seus] avanços", segundo a fonte diplomática francesa.
O Reino Unido anunciou que fornecerá urânio enriquecido à Ucrânia para suas usinas nucleares.
Segundo os europeus, a Rússia, submetida à pressão das sanções internacionais, começa, por sua vez, a dar sinais de fragilidade.
Mas Putin se mantém inflexível.
Depois de buscar, em vão, uma reunião com Putin durante o G7, Zelensky propôs novamente uma reunião nos Estados Unidos, "um formato que seria mais difícil para Putin recusar", disse o ucraniano em um vídeo publicado na rede social X.
P.Sousa--PC