-
Produção industrial brasileira cai 0,8% em setembro
-
Brasil gera 121,3 mil empregos formais em setembro
-
Setor produtivo critica manutenção da Selic em 13,75%
-
Dólar recua após eleições nos EUA; Ibovespa sobe
-
Governo publica MP com alíquotas do Imposto Seletivo para 2027
-
Desigualdade de rendimentos atinge nível recorde na Alemanha
-
Bateria de ião-lítio causou incêndio que vitimou bombeiro em Boston
-
Tianjin restaura vilas históricas na antiga Concessão Italiana para uso público
-
SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया
-
SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท
-
SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı
-
Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди е назначен за вицепрезидент на групата SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi a SCANDIC FINANCE vállalatcsoport új alelnöke
-
Ο Άλεξ Μπόντι νέος αντιπρόεδρος του ομίλου SCANDIC FINANCE
Vítimas da guerra no Afeganistão seguem sem obter justiça, afirma ONU
A maioria das vítimas civis da guerra no Afeganistão (2001-2021) ainda não recebeu "justiça, reparações ou reconhecimento", denunciou a ONU em um relatório divulgado nesta terça-feira (1º).
Há quase 25 anos, os Estados Unidos intervieram no Afeganistão em resposta aos ataques de 11 de setembro em Nova York. Seguiram-se duas décadas de conflito, marcadas por abusos e violência contra a população civil.
Mais de 40.000 civis morreram e 77.000 ficaram feridos em ataques dos talibãs e do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), assim como em operações das forças afegãs e da coalizão liderada pelos Estados Unidos, segundo a Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (Unama).
Na província de Logar, ao sul de Cabul, Khan Yusufi, um agricultor de 46 anos, ainda aguarda justiça anos após a morte de seu filho de oito anos.
Segundo seu relato, o menino brincava em frente à sua casa quando um veículo blindado da polícia da antiga República Afegã abriu fogo, o que provocou a morte na hora. Sua esposa correu para ajudá-lo e também foi atingida por disparos, sofrendo ferimentos graves.
Yusufi apresentou queixas à polícia, ao governador e aos serviços de segurança do governo da época, mas afirma que nunca recebeu resposta. "Tentamos de tudo, fomos a todos os lugares... mas ninguém nos ouviu", diz ele.
Segundo a Unama, a maioria das vítimas que buscaram justiça não obteve sucesso.
A organização observa que um plano oficial de "Paz, Reconciliação e Justiça" nunca foi totalmente implementado e que o acordo de 2020 entre os Estados Unidos e os talibãs não incluiu disposições sobre os direitos das vítimas nem mecanismos de responsabilização.
A ONU também destaca que, após retornarem ao poder em 2021, os talibãs aprovaram uma lei de anistia e nunca expressaram publicamente qualquer intenção de processar as violações do direito humanitário cometidas durante a guerra.
V.Fontes--PC