-
US Open testemunha desaparecimento do backhand de uma mão
-
Isack Hadjar também está fora do GP da Espanha de F1
-
Harry e Meghan são considerados cidadãos comuns no Reino Unido, diz rei Charles
-
Duas latinas concorrem em seção paralela no Festival de Veneza
-
Andreeva avança pela primeira vez às quartas de final do US Open
-
Cuba denuncia impacto financeiro 'recorde' do embargo dos EUA
-
Swiatek perde para Zheng e cai nas oitavas do US Open
-
Fiorentina anuncia retorno de Paolo Vanoli após demissão de Fabio Grosso
-
Torre Eiffel fecha por protesto após 'invisibilizar' trabalhadoras durante uma visita
-
Todos contra o PSG, que busca tri histórico na Champions.
-
Enviado dos EUA vê 'disposição' para conversas trilaterais com Rússia e Ucrânia
-
Dezenas de robôs 'protestam' contra uso descontrolado da IA na Polônia
-
Noosha Aubel a krize v Postupimi: Jak dlouho je ještě možné tolerovat toto selhání vedení?
-
Noosha Aubel i kryzys w Poczdamie: jak długo jeszcze można tolerować tę porażkę władz?
-
Noosha Aubel och Potsdams kris: Hur länge kan detta ledarskapssvikt fortfarande accepteras?
-
ヌーシャ・オーベルとポツダムの危機:この指導力の欠如は、いつまで容認され続けるのか?
-
Η Noosha Aubel και η κρίση του Πότσνταμ: Για πόσο ακόμα είναι ανεκτή αυτή η διαχειριστική αποτυχία;
-
Noosha Aubel e a crise de Potsdam: até quando é que esta falha de liderança ainda é aceitável?
-
नूशा ऑबेल और पॉट्सडैम का संकट: नेतृत्व की इस विफलता को और कितना सहन किया जा सकता है?
-
Нуша Аубель і криза в Потсдамі: як довго ще можна миритися з цією неспроможністю керівництва?
-
نوشا أوبيل وأزمة بوتسدام: إلى متى سيظل هذا الفشل القيادي مقبولاً؟
-
努莎·奧貝爾與波茨坦的危機:這種領導失職還能容忍多久?
-
누샤 아우벨과 포츠담의 위기: 이러한 리더십 부재는 얼마나 더 용인될 수 있는가?
-
"Pode ser um bom ano para ganhar a Bola de Ouro", diz Mbappé
-
Vinte e cinco anos depois, EUA busca manter viva a memória do 11 de Setembro
-
Ataques israelenses matam 12 pessoas no sul do Líbano
-
Canal do Panamá não descarta novas restrições provocadas pelo El Niño
-
Indústria audiovisual busca se organizar diante da IA e da crise nos cinemas
-
Especialista da ONU teme destruição de provas com retirada de escombros em Gaza
-
'Woman Unknown' destaca em Veneza a 'invisibilidade' das mulheres
-
Indonésia fecha aeroportos após erupção vulcânica e milhares de passageiros ficam retidos
-
Extrema direita inicia negociações para governar região da Alemanha
-
França registra menor produção de vinho desde 1957 por seca e ondas de calor
-
Alemanha pede arquivamento de caso de genocidio apresentado pela Nicarágua na CIJ
-
Kremlin não descarta retomada das negociações entre Moscou, Kiev e Washington
-
IA avançada pode representar um 'risco existencial para a humanidade', alerta ONU
-
Sérvios homenageiam o criminoso de guerra Ratko Mladic em Belgrado
-
Nepal tem dia de luto 13 dias após avalanche devastadora
-
Ataques israelenses matam 11 pessoas no sul do Líbano
-
Vitória da extrema direita em eleições regionais pressiona chanceler alemão
-
Enviados dos EUA apresentaram propostas 'mais eficazes', diz funcionário ucraniano
-
Avião de carga sai da pista, atinge veículos e deixa cinco mortos em Miami
-
Com hat-trick de Sinayoko, Paris FC derruba Olympique de Marselha no Vélodrome
-
Raúl Castro aparece na TV cubana
-
Juventus arranca empate com Milan nos acréscimos
-
Alcaraz bate Tommy Paul vai às quartas do US Open
-
Irã ameaça intensificar resposta a ataques dos EUA
-
Avião de carga sai da pista, atinge veículos e pega fogo em Miami
-
Avião de carga sai da pista e atinge veículos em Miami
-
Extrema direita amplia vantagem em eleição regional na Alemanha
Estados Unidos lançam novos ataques contra o Irã
As forças dos Estados Unidos lançaram ataques nesta terça-feira (1º) contra o Irã pela segunda vez em poucos dias, e o presidente Donald Trump prometeu uma resposta contundente a qualquer represália de Teerã, em um episódio que ameaça reacender o conflito no Oriente Médio.
Os ataques - que começaram às 12h00 (13h00 de Brasília) - ocorreram após "recentes tentativas de agressão por parte da (Guarda Revolucionária iraniana) contra embarcações comerciais no estreito de Ormuz e contra militares americanos mobilizados na região", informou o Comando Central dos Estados Unidos no X.
Trump afirmou em suas redes sociais que a operação em curso era "de grande envergadura e poderosa".
Se Teerã "retaliar por este ataque tão justificado, será atingido novamente em um nível muito mais duro e de maior intensidade", acrescentou o republicano.
A Guarda Revolucionária do Irã prometeu que "um severo castigo aguarda os agressores; os Estados Unidos se arrependerão de seus novos ataques".
- "Múltiplas explosões" -
Trump disse que os ataques desta terça-feira perto de Ormuz foram uma resposta às minas que Teerã colocou no estreito e ao lançamento de mísseis contra uma base americana na Jordânia.
A televisão estatal do Irã informou que várias explosões foram ouvidas no sul do país, ao longo do estreito de Ormuz, uma passagem estratégica para o comércio mundial de hidrocarbonetos e onde o tráfego de navios diminuiu desde o início da guerra, em 28 de fevereiro.
"Foram ouvidas múltiplas explosões a leste de Bandar Abbas e nas proximidades da ilha de Qeshm", informou a televisão estatal, acrescentando: "Até o momento, não foram registrados incidentes nem danos".
Os meios de comunicação estatais também mencionaram quatro projéteis que teriam atingido cidades situadas a leste do estreito. Além disso, informaram que um aeroporto da província iraniana de Kermã, no sul do país, foi alvo de ataques.
Esses ataques americanos ocorreram pouco depois de dois petroleiros terem sido atingidos por "projéteis de origem desconhecida" quando deixavam o estreito, segundo a agência marítima grega Marisks.
O preço do petróleo disparou, e o petróleo bruto WTI, principal referência americana, superou os 90 dólares por barril pela primeira vez desde o fim de julho. Seu equivalente para a Europa, o Brent, subia 4,5%, para 94,56 dólares por barril.
Washington também realizou operações no domingo, as primeiras em um mês, contra alvos militares situados em uma ilha iraniana.
- Diálogos estagnados -
O Irã afirmou que quer impor direitos de passagem no estreito, onde a navegação era livre antes do início do conflito. Teerã atacou numerosos navios que acusa de tentar evitar a rota que considera prioritária.
O governo americano, por sua vez, prometeu uma campanha de "asfixia" econômica do Irã, por meio de sanções cujos detalhes e objetivos ainda estão sendo definidos.
As autoridades iranianas pediram nesta terça-feira uma redução no consumo de gasolina no país, enquanto Teerã enfrenta dificuldades de importação devido ao bloqueio naval imposto pelos Estados Unidos.
Os diálogos entre os dois países estão atualmente estagnados, após o fracasso de um protocolo de acordo assinado em junho por Washington e Teerã.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou nesta terça-feira que seu país está disposto a corresponder a qualquer iniciativa dos Estados Unidos para retomar o acordo de junho destinado a pôr fim ao conflito.
T.Resende--PC