-
Governo publica MP com alíquotas do Imposto Seletivo para 2027
-
Desigualdade de rendimentos atinge nível recorde na Alemanha
-
Bateria de ião-lítio causou incêndio que vitimou bombeiro em Boston
-
Tianjin restaura vilas históricas na antiga Concessão Italiana para uso público
-
SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया
-
SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท
-
SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı
-
Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди е назначен за вицепрезидент на групата SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi a SCANDIC FINANCE vállalatcsoport új alelnöke
-
Ο Άλεξ Μπόντι νέος αντιπρόεδρος του ομίλου SCANDIC FINANCE
-
Colin Robinson e a Medicina Ancestral: Do Farmacêutico ao Herbalista
-
Alex Bodi byl jmenován viceprezidentem skupiny SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen
-
تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE
-
Novo MacBook Pro: Críticas destacam peso e tela OLED em detrimento do toque
-
SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命
-
SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
-
Tributos a Ezekiel Williams, jovem futebolista e mentor morto em Milton Keynes
-
Krone.at reformula fórum e endurece regras de moderação
-
亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
-
Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi nomeado vice-presidente do grupo SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi, numit vicepreședinte al grupului SCANDIC FINANCE
-
Pensões de Altos Rendimentos: O Risco da Contribuição Mínima do Empregador
-
Niterói escolhe Corte Momesca do Carnaval 2027 na quadra da Viradouro
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública em dois turnos e envia texto à promulgação
-
Sporting derrota Shakhtar Donetsk por 1-0 na Liga dos Campeões
-
Cancro do pâncreas causou mais de duas mil mortes em Portugal num ano
Nicarágua acusa Alemanha de violações do direito em caso por genocídio em Gaza
A Nicarágua acusou nesta terça-feira (8) a Alemanha de "múltiplas violações do direito internacional" no principal tribunal da ONU, em um caso em que aponta Berlim como cúmplice do que qualifica como genocídio em Gaza.
O país da América Central levou a Alemanha à Corte Internacional de Justiça (CIJ), em Haia, ao acusar o país de violar a Convenção da ONU contra o Genocídio, de 1948, por fornecer armas a Israel.
"A Nicarágua invoca a responsabilidade da Alemanha no âmbito de múltiplas violações do direito internacional, em especial em relação ao odioso flagelo do genocídio e do direito internacional humanitário", declarou o embaixador Carlos José Argüello Gómez, representante de Manágua na CIJ.
Segundo ele, as reclamações nicaraguenses "implicam as violações mais graves das obrigações" previstas no direito internacional.
O tribunal, que resolve disputas jurídicas entre países, já rejeitou um pedido da Nicarágua de impor medidas de emergência para interromper o envio de armas alemãs a Israel.
Porém, o caso prossegue e a Alemanha solicitou o arquivamento completo.
Na segunda-feira, primeiro dos quatro dias de audiências, a representante alemã Julia Monar expressou o "apoio inabalável da Alemanha à existência e à segurança do Estado de Israel".
Ela ressaltou, no entanto, que seu país é também um dos maiores doadores bilaterais do mundo em favor dos Territórios Palestinos.
Todas as exportações alemãs de tecnologia e equipamentos militares para Israel estão sujeitas a "exigências rigorosas em matéria de autorizações, que vão além dos requisitos internacionais", insistiu Monar.
Ela afirmou que as declarações da Nicarágua "apresentam uma imagem imprecisa e distorcida da situação".
A Nicarágua reafirmou a acusação de que Israel comete um genocídio em Gaza, algo que os israelenses rejeitam com veemência.
"O flagelo do genocídio não é novo, mas o que é inédito neste caso diante de nós é a forma como acontece publicamente, com transmissão ao vivo", afirmou o representante nicaraguense.
Ele traçou paralelos entre os horrores do Holocausto e lembrou que as imagens dos campos de concentração nazistas só se tornaram públicas depois das atrocidades.
Como consequência, segundo Gómez, "não pode haver qualquer dúvida de que o governo alemão está plenamente consciente dos crimes cometidos por Israel".
"As crianças em idade escolar na Alemanha provavelmente estão mais conscientes hoje do que acontece no território palestino ocupado, especialmente na Faixa de Gaza, do que seus ancestrais estavam em relação aos horrores do regime nazista", acrescentou Argüello.
Em média, o tribunal leva seis meses para tomar uma decisão nesse tipo de caso.
As decisões da CIJ são vinculantes, mas a corte não tem poder para obrigar seu cumprimento.
O.Gaspar--PC