-
Zverev mantém cautela em relação aos torneios Masters 1000 de 12 dias
-
Chelsea anuncia contratação do argentino Valentín Barco
-
Tenista russa Kristina Liutova, de 16 anos, é campeã do WTA 250 de Memphis
-
Famílias marroquinas continuam sem notícias de entes queridos que foram para Ceuta
-
Irã diz estar perto de acordo com Omã sobre Ormuz
-
Lula oficializa candidatura à reeleição e buscará um último mandato
-
Infantino vai do céu ao inferno em apenas duas semanas
-
Dois pilotos morrem em colisão de helicópteros que combatiam incêndios na Grécia
-
MP do Peru investiga acidente de avião de pequeno porte perto das Linhas de Nazca
-
Lula oficializa candidatura à reeleição
-
Kolo Muani deixa PSG e é contratado em definitivo pela Juventus
-
PSG anuncia transferência em definitivo de Kolo Muani à Juventus
-
Real Madrid comemora 'boa notícia' da retirada do plano comercial da Fifa
-
Francês Arthur Gea vence Shapovalov e é campeão do ATP 250 de Los Cabos
-
'A queda em desgraça mais rápida', diz ex-diretor do COI sobre Infantino
-
Técnico do Tottenham coloca continuidade de Richarlison no clube em dúvida
-
Grécia combate vários incêndios
-
Energia elétrica retorna a Havana e oeste de Cuba após falha na rede
-
Lula busca reeleição sob a sombra de Trump
-
Lula, a figura central da esquerda em uma corrida contra o tempo
-
Trump afirma que EUA e Israel adiarão ataques contra o Irã
-
Opep+ aumenta cota de produção de petróleo em 188 mil barris por dia
-
Ao menos 72 migrantes morreram durante tentativa de entrar em Ceuta
-
Equipes de resgate encontram corpo do alpinista Nirmal Purja
-
Grécia enfrenta vários incêndios
-
Incêndio em balsa na Indonésia deixa 5 mortos e 41 desaparecidos
-
Ao menos 72 migrantes morreram ao tentar entrar em Ceuta
-
Pegula e Eala farão a final do WTA 500 de Washington
-
Atentado guerrilheiro deixa 14 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Jessica Pegula avança à final do WTA 500 de Washington
-
Sobe para sete o número de mortos após bombardeios em Gaza
-
Centenas de menores dormem ao relento em Ceuta devido à crise migratória
-
O que se sabe sobre entrada em massa de migrantes no território espanhol de Ceuta
-
Um sonho "destruído": a desilusão dos marroquinos expulsos de Ceuta
-
Uefa e Concacaf mantêm pressão sobre Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Concacaf pede 'revisão integral' da liderança de Infantino na Fifa
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta em meio à crise diplomática
-
Ofensiva judicial de Trump contra a imprensa perde força
-
Federação Alemã pede 'investigação completa' sobre plano abortado pela Fifa
-
Uefa faz duras críticas a Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Bombardeios em Gaza deixam dois mortos e provocam danos em hospital
-
Richarlison dá vitória ao Tottenham sobre o Chelsea em amistoso na Austrália
-
Atentado deixa 11 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Empresa confirma morte do alpinista Nirmal Purja em avalanche no Paquistão
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta e pede reunião urgente sobre migração
-
Bombeiros lutam para salvar complexo turístico na Grécia
-
Ataques russos com mísseis balísticos deixam 10 mortos em Kiev
-
Japão encerra busca por vítimas em shopping destruído após terremoto
-
Ataques russos com mísseis balísticos deixam nove mortos em Kiev
-
Espanha reforça fronteira com Marrocos e destaca situação 'quase' normal
Trump foi 'positivo' para o setor financeiro nos EUA, diz CEO do Nubank
O Nubank, um dos maiores bancos digitais do mundo, está a um passo de entrar no desafiador mercado financeiro dos Estados Unidos, onde Donald Trump criou um ambiente "positivo" para o setor, disse à AFP seu CEO, David Vélez.
Sob a promessa de libertar seus usuários da burocracia bancária, a empresa, com 131 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, tornou-se nos últimos anos uma das mais valiosas da região.
Em 2025, registrou receita recorde: faturou 16,3 bilhões de dólares (R$ 84,13 bilhões), 45% a mais que no ano anterior.
Fundada pelo empresário colombiano Vélez e dois sócios, a companhia nasceu em 2013 em São Paulo com a proposta de eliminar completamente o atendimento presencial.
Mais de uma década depois, seis em cada dez brasileiros adultos são seus clientes.
O Nubank obteve em janeiro uma aprovação condicional para operar como banco nos Estados Unidos, o maior mercado financeiro do mundo, e agora aguarda a licença definitiva.
Vélez, de 44 anos, cuja família deixou a Colômbia por causa da violência do tráfico de drogas quando ele era criança, afirma que a empresa tem ambições "globais" de longo prazo, com a inteligência artificial como pilar.
O Nubank aposta em uma imagem moderna: durante um período contou com a cantora Anitta como sócia e embaixadora e agora acaba de firmar um acordo com o Inter Miami de Lionel Messi para dar nome ao seu estádio.
Confira, a seguir, trechos da entrevista on-line editados para melhor compreensão.
PERGUNTA: Os Estados Unidos têm sido um mercado hostil para fintechs estrangeiras. Por que o Nubank funcionaria?
RESPOSTA: "Por muito tempo os Estados Unidos ficaram fechados a conceder novas licenças bancárias. Isso mudou com a administração Trump. E representa metade do mercado financeiro global: podemos atender muitos consumidores que hoje são mal atendidos financeiramente. Nossa vantagem de custo operacional, por sermos 100% digitais, nos oferece uma oportunidade interessante".
P: Como vê o mercado financeiro sob o governo de Trump?
R: "Nessa área foi positivo. Na administração passada havia grande incerteza sobre todos os novos modelos de negócio, por exemplo criptomoedas. E o regulador foi muito fechado à criação de novos bancos. Isso beneficiou muito os grandes bancos. Esta administração começou a promover mais concorrência e a reduzir as barreiras de entrada".
P: Os bancos tradicionais vão desaparecer?
R: "O modelo de banco digital é o modelo vencedor para digitalizar 90% da população mundial. Nosso custo para atender um cliente é 4% ou 5% do custo de um banco tradicional. No futuro haverá bancos tradicionais que terão se transformado e continuarão existindo, e outros que não".
P: O atendimento bancário presencial desaparecerá?
R: "Sempre haverá um espaço, mas muito mais reduzido. Entre 90% e 95% dos serviços financeiros globais podem ser digitalizados".
- "Clientes de 90 anos" -
P: A digitalização pode excluir os mais velhos?
R: "Eles também acabam se digitalizando. Temos clientes de 90 anos. Eles não nos dão uma métrica de qualidade tão alta quanto os de 25, mas conseguem utilizar muito bem o produto. A IA permite uma personalização muito mais específica".
P: Que problemas a IA apresenta no setor financeiro?
R: "O maior desafio é o controle de dados e o respeito aos dados do usuário. O que a IA executa deve se basear na regulamentação já existente. Por exemplo, se um algoritmo está dando ao cliente um conselho financeiro, deve cumprir a mesma regulamentação que já obriga um humano a dar o conselho correto".
P: A IA substituirá o trabalho humano no setor?
R: "Não completamente. É possível melhorar a eficiência com automação em muitos processos. Mas também há áreas-chave, como os modelos de crédito, que precisam de verificação e decisões humanas. Muitos desses modelos de IA ainda têm problemas de alucinações, que podem representar um risco gigantesco para qualquer banco".
P: Como vê o mercado financeiro no Brasil sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva?
R: "Uma coisa que o Brasil fez muito bem é que a regulação financeira foi surpreendentemente consistente em todas as administrações, de Lula e Dilma (Rousseff) a (Michel) Temer e (Jair) Bolsonaro. Os agentes competentes na indústria financeira ganharam dinheiro no Brasil".
F.Carias--PC