-
Televisão pública chinesa não transmite jogo do Real Madrid devido a polêmica com Mbappé
-
Papa inicia intensa viagem pela América do Sul que culminará no Peru, sua pátria adotiva
-
Alcaraz vence De Miñaur e conquista ATP 500 de Viena
-
França investiga lançamento de coquetel molotov contra a polícia como "tentativa de homicídio"
-
Estudantes franceses retomarão na segunda-feira os bloqueios após rejeitarem medidas do governo
-
Trump diz que Estados Unidos ainda precisam "cuidar" de "um ou dois" alvos no Irã
-
Manifestantes israelenses exigem que oposição se alie aos árabes para tirar Netanyahu do poder
-
FBI acusa Coreia do Norte de roubar US$ 6 bi em criptomoedas da Binance
-
Cruzeiro vence Corinthians nos pênaltis e conquista Libertadores feminina
-
Milan vence dérbi contra Inter (3-1) e coloca Lazio na liderança
-
Barça goleia Alavés (6-1) e se mantém na liderança, Atlético vence Levante
-
Lewis Hamilton conquista pole position do GP do México de Fórmula 1
-
EUA alerta sobre segurança alimentar em reunião do G20 sem maiores consensos
-
Pulisic renova com Milan até 2031
-
Polônia busca saída para crise institucional
-
Borussia Dortmund arranca empate no fim contra Bayern (2-2) no clássico da Bundesliga
-
Norris supera Antonelli por um milésimo nos últimos treinos livres do GP do México
-
De Minaur vence Zverev e vai enfrentar Alcaraz na final do ATP 500 de Viena
-
Líder iraniano se mostra desafiador diante de EUA e Israel
-
Freiburg, Leipzig e Werder Bremen vencem na Bundesliga
-
Atlético de Madrid vence Levante (2-0) e é líder provisório do Espanhol
-
Marco Rubio afirma que EUA não teve envolvimento na fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil
-
França tem manifestações multitudinárias com alguns tumultos
-
Manchester City perde para o Brighton (1-0); United afunda diante do Chelsea
Entidades denunciam ações da Meta diante de escolas de São Paulo
Instituto Alana, Ctrl+Z e Plataforma 12 pediram apuração ao Ministério Público; a empresa afirma que a iniciativa tinha caráter educativo.
A Meta foi denunciada ao Ministério Público de São Paulo por promover ações em frente a escolas da capital. O Instituto Alana, a Ctrl+Z e a Plataforma 12 acionaram o órgão para questionar a distribuição de brindes e a divulgação das Contas de Adolescente do Instagram.
Segundo as organizações, equipes montaram estandes, organizaram dinâmicas de perguntas e respostas e entregaram itens com a marca do Instagram. As atividades ocorreriam pouco antes do horário de saída dos estudantes.
Os grupos consideram que a iniciativa pode configurar publicidade abusiva por explorar limitações de julgamento e experiência de crianças. Também afirmam que não houve autorização das escolas nem dos responsáveis.
A denúncia pede investigação da conduta, solicitação de esclarecimentos e interrupção imediata das ações em ambientes escolares. As entidades também defendem multa e outras sanções cabíveis, além do envio de eventual procedimento administrativo à Autoridade Nacional de Proteção de Dados.
João Francisco Coelho, advogado do Instituto Alana, afirmou que o conteúdo promovido é questionável porque as proteções das contas de adolescentes no Brasil seriam menos restritivas do que as exigidas pelo ECA Digital e por um acordo firmado pela empresa nos Estados Unidos.
A Meta negou que a ação tivesse natureza comercial. Em nota enviada ao G1, disse que se tratava de uma campanha educativa voltada a adolescentes, pais e responsáveis e vinculada ao compromisso da companhia com o ECA Digital.
A empresa declarou estar comprometida com a segurança dos jovens e afirmou direcionar adolescentes a experiências adequadas à faixa etária por meio das contas específicas.
As Contas de Adolescente existem desde 2024. Entre as configurações previstas estão perfis privados por padrão, limitação de contatos, mecanismos contra bullying, lembretes para deixar o aplicativo após 60 minutos e desativação de notificações durante a noite.
A denúncia foi apresentada na mesma semana em que a Meta fechou um acordo nos Estados Unidos para encerrar um processo de 29 procuradorias estaduais. A ação acusava a empresa de usar o design de suas redes para estimular dependência entre crianças e adolescentes, com efeitos sobre sono e imagem corporal.
No acordo, a Meta não reconheceu irregularidades, mas aceitou pagar US$ 16,68 bilhões, aproximadamente R$ 86 bilhões. O valor ficou abaixo dos US$ 1,4 trilhão, cerca de R$ 7,2 trilhões, previstos no processo.
A companhia também concordou em reforçar restrições para adolescentes, incluindo limites diários de tela, bloqueio noturno e mecanismos adicionais contra acesso a conteúdo adulto.
L.Carrico--PC