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Brasil rende últimas homenagens na despedida de Zagallo
O lendário ex-jogador e treinador Mario Jorge Lobo Zagallo, falecido na última sexta-feira aos 92 anos, está sendo velado neste domingo (7) na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro.
Vestidos de preto, com o amarelo da Seleção ou com as cores dos clubes que Zagallo jogou e treinou, dezenas de pessoas foram à CBF render as últimas homenagens na despedida do 'Velho Lobo'.
Próximo do caixão também estão exibidos os cinco troféus de Copa do Mundo conquistados pelo Brasil.
Zagallo, ex-ponta-esquerda conhecido por seu brilhantismo tático, esteve presente em quatro desses títulos, mais do que qualquer outro na história do futebol.
Ao lado de Pelé, ele conquistou como jogador as Copas de 1958 e 1962. No Mundial de 1970, foi o treinador da equipe que faturou o tri no México e, em 1994, foi assistente técnico no tetra nos Estados Unidos.
"O trabalho dele foi absolutamente revolucionário, foi disruptivo e não só nós tínhamos os melhores jogadores do mundo, como tínhamos, inquestionavelmente, o melhor treinador do mundo", disse à AFP Eduardo Bandeira de Mello, ex-presidente do Flamengo, que Zagallo defendeu como jogador e técnico.
"Acho que todo treinador deveria se inspirar naquilo que ele fez na Seleção de 1970", acrescentou Bandeira.
Entre outros que prestaram homenagem estavam o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, e o técnico do Flamengo, Tite, que comandou a Seleção até dezembro de 2022.
"Ele foi um exemplo para todos os brasileiros", disse Claudio Alvarenga, um motorista de 64 anos que chegou cedo para ser um dos primeiros a passar pelo caixão.
"Você pode viajar pelo mundo, só vai encontrar um Zagallo. Ninguém mais na história ganhou quatro Copas", disse Alvarega à AFP.
- "Gênio tático" -
Zagallo morreu na sexta-feira por falência múltipla dos órgãos em um hospital do Rio, após sofrer uma série de problemas de saúde nos últimos meses.
O velório público será seguido por uma missa privada e depois pelo sepultamento no cemitério São João Batista, no bairro de Botafogo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que chamou Zagallo de "um dos maiores jogadores e técnicos de futebol de todos os tempos", declarou três dias de luto nacional a partir de sábado, ordenando que bandeiras fossem hasteadas a meio mastro em todo o Brasil.
O mundo do futebol também rendeu homenagens ao 'Velho Lobo'.
"A influência de Zagallo no futebol, e no futebol brasileiro em particular, é suprema", disse o presidente da Fifa, Gianni Infantino.
"Em tempos de necessidade, o Brasil olhou para 'O Professor' como uma presença calma, um guia e um gênio tático", acrescentou Infantino.
Os campeões mundiais Ronaldo, Ronaldinho e Romário também homenagearam o ídolo, e o atual astro da Seleção e do Real Madrid Vinícius Júnior o chamou de "lenda".
Além de Zagallo, somente o alemão Franz Beckenbauer (1974 e 1990) e o francês Didier Deschamps (1998 e 2018) venceram a Copa do Mundo como jogador e como treinador.
- Nostalgia dos dias de glória -
Amado tanto por seus feitos no futebol quanto por sua personalidade, Zagallo é lembrado por seu humor caloroso, profunda superstição e paixão pelo esporte.
Ele era o último titular do time campeão do mundo em 1958 ainda vivo, depois da morte de Pelé em dezembro de 2022, aos 82 anos.
A despedida ocorre em um momento difícil do futebol brasileiro, que parece longe dos dias de glória da era Zagallo.
O CFB demitiu o técnico Fernando Diniz do comando da Seleção na última sexta-feira, após uma série de três derrotas nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026.
O Brasil está atualmente em sexto lugar nas Eliminatórias e está sem treinador, tendo fracassado na tentativa de contratar o italiano Carlo Ancelotti, que renovou contrato com o Real Madrid.
O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues – que retornou ao cargo na última quinta-feira em meio a uma complicada batalha judicial – não quis falar sobre a situação da Seleção.
"Só quero falar do Zagallo hoje", disse Rodrigues aos jornalistas.
"Hoje nós temos que aproveitar, e é muito pouco tempo para falarmos de uma lenda tão importante para o futebol brasileiro e o futebol mundial", acrescentou o dirigente.
G.Machado--PC