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Argentinos não precisam mais escalar o Obelisco: agora eles têm elevador
Os argentinos costumam celebrar eventos grandes ao redor do Obelisco de Buenos Aires: às vezes sobem nele, às vezes intervêm, geralmente o cercam. Agora eles também podem subir no monumento em um elevador turístico para ter uma vista panorâmica da capital.
Construído em 1936, o Obelisco de 67,5 metros de altura é o emblema de Buenos Aires, como a torre Eiffel em Paris ou a Estátua da Liberdade em Nova York, e é palco de vários eventos desde então.
"O Obelisco de Buenos Aires é seu coração", disse o arquiteto Juan Vacas, subsecretário de Paisagem Urbana da cidade. "É o lugar das manifestações e das reuniões".
Foi onde, em 1983, o ex-presidente Raúl Alfonsín encerrou sua campanha eleitoral quando a democracia voltou. Em 2005, o Obelisco foi coberto com um preservativo gigante em uma campanha de prevenção ao HIV. Em 2020, os argentinos se reuniram no local para chorar a morte de Diego Maradona.
Agora o Obelisco, antes oco por dentro, tem um elevador para quatro pessoas que leva 55 segundos para subir o equivalente a 20 andares. O último lance de 35 degraus é feito a pé e, do pequeno espaço no topo, é possível ver desde o Rio de la Plata até o prédio com o icônico retrato de Evita Perón.
O projeto, que terminou há pouco mais de um mês, foi um "grande desafio" de engenharia, assegurou o arquiteto.
Como é um monumento histórico nacional e não poderia ser modificado, os materiais deviam entrar por uma porta estreita. "Tudo foi feito em uma fábrica. As partes foram desmontadas e montadas novamente quando estavam dentro do Obelisco, onde não tem muito espaço, mas principalmente porque toda a obra entrou por uma porta muito pequena", disse o arquiteto.
O Obelisco ainda não funciona normalmente. Por enquanto, são oferecidos passeios como parte dos testes e há 25.000 pessoas na lista para subir, informou a cidade em sua conta no Instagram.
P.Queiroz--PC