-
Saibari, do Bayern, passa por cirurgia bem-sucedida no tornozelo direito
-
Lyon e Paris FC vencem e acompanham ritmo do PSG; Monaco fica para trás
-
Cinco aspectos sobre a crise institucional na Polônia
-
Real Madrid vence Racing Santander (3-0) e deixa de lado polêmica com a China
-
Arsenal vence na visita ao Liverpool (1-0) e é o novo líder da Premier League
-
Trump e republicanos se mobilizam para evitar vitória democrata nas legislativas
-
Vacherot vence Lehecka e conquista na Basileia seu 2º título no circuito ATP
-
Milhares de pessoas protestam na Índia contra revisão do censo eleitoral
-
Combates no oeste do Iêmen deixam mais de 300 mil deslocados, segundo ONU
-
Sueco Andreas Almgren e queniana Sheila Chepkirui vencem a Maratona de Nova York
-
Lazio vence Cagliari (2-1) e se isola na liderança do Italiano
-
Últimas horas de uma trégua excepcional no sul da Ucrânia
-
Televisão pública chinesa não transmite jogo do Real Madrid devido a polêmica com Mbappé
-
Papa inicia intensa viagem pela América do Sul que culminará no Peru, sua pátria adotiva
-
Alcaraz vence De Miñaur e conquista ATP 500 de Viena
-
França investiga lançamento de coquetel molotov contra a polícia como "tentativa de homicídio"
-
Estudantes franceses retomarão na segunda-feira os bloqueios após rejeitarem medidas do governo
-
Trump diz que Estados Unidos ainda precisam "cuidar" de "um ou dois" alvos no Irã
-
Manifestantes israelenses exigem que oposição se alie aos árabes para tirar Netanyahu do poder
-
FBI acusa Coreia do Norte de roubar US$ 6 bi em criptomoedas da Binance
-
Cruzeiro vence Corinthians nos pênaltis e conquista Libertadores feminina
-
Milan vence dérbi contra Inter (3-1) e coloca Lazio na liderança
-
Barça goleia Alavés (6-1) e se mantém na liderança, Atlético vence Levante
-
Lewis Hamilton conquista pole position do GP do México de Fórmula 1
-
EUA alerta sobre segurança alimentar em reunião do G20 sem maiores consensos
-
Pulisic renova com Milan até 2031
-
Polônia busca saída para crise institucional
ONU Clima insta G20 a reagir ao aquecimento global, que 'dizimará suas economias'
O G20, fórum integrado por vinte países desenvolvidos e em desenvolvimento, não pode "deixar de lado" a mudança climática "que dizimará" suas economias, advertiu, nesta quarta-feira (10), em Londres, o secretário da agência ONU Clima, Simon Stiell.
"Necessitamos de um novo acordo para o financiamento da luta contra a mudança climática entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento", declarou em discurso na Chatham House, organização não governamental também conhecida como Instituto Real de Assuntos Internacionais.
"Culpar uns aos outros não é estratégico" e "deixar de lado o clima não é solução para uma crise que dizimará todas as economias do G20 e que já começou a causar danos", acrescentou o secretário-executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC) em seu discurso, "Dois anos para salvar o mundo".
Em 1º de março, os ministros das Finanças dos países do G20 concluíram sua reunião em São Paulo sem chegar a um acordo sobre um comunicado conjunto devido a divergências sobre as guerras na Ucrânia e em Gaza.
Stiell destacou o papel do Brasil, que sediará a COP30 em 2025, em Belém do Pará.
"O Brasil, que também sediará a COP30, tem um papel vital para colocar em marcha a ambiciosa ação que necessitamos. Estou animado que o G20, sob a liderança do Brasil, esteja explorando formas de encontrar novos financiamentos para o clima e o desenvolvimento", indicou.
- Avanços esperados em 2024 -
Desbloquear os bilhões de dólares necessários para a transição energética e adaptação das economias em desenvolvimento ao aquecimento global é tema central das negociações internacionais sobre o clima em 2024, tanto com vistas à COP29, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será celebrada em novembro em Baku, como nas reuniões do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, em meados de abril.
"O potencial financeiro que o G20 mobilizou durante a crise global (em 2008) deveria ser redistribuído e direcionado à redução das emissões descontroladas e a aumentar a resistência agora", acrescentou Stiell.
A liderança do G20, responsável por 80% das emissões da humanidade, "deve estar no centro da solução, como esteve durante a grande crise financeira", acrescentou Stiell.
Os países de todo o mundo devem aumentar suas metas de redução de gases de efeito estufa, atualmente insuficientes para limitar o aquecimento a 1,5°C, conforme o Acordo de Paris, lembrou o funcionário da ONU.
Simon Stiell destacou, ainda, o "papel absolutamente crucial" do G7, o grupo dos sete países mais industrializados do mundo, "como principais acionistas do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional".
"Avanços reais no financiamento da luta contra a mudança climática são um pré-requisito para que os países em desenvolvimento elaborem novos e ousados planos nacionais para enfrentar as mudanças climáticas, sem os quais todas as economias, incluindo as do G7, em breve encontrarão obstáculos sérios e permanentes", disse o principal líder climático da ONU.
Em sua opinião, "temos que definir um novo objetivo para o financiamento da luta contra a mudança climática" na COP29 de Baku.
Em seu discurso, Stiell indicou que esse acordo deve contar com mais financiamentos favoráveis aos países mais pobres e vulneráveis e novos aportes internacionais para o clima.
Incluiu ainda, como outro dos passos para chegar a este acordo, aliviar a dívida dos países mais necessitados para que disponham de margem fiscal para investir no clima.
A.F.Rosado--PC