-
Televisão pública chinesa não transmite jogo do Real Madrid devido a polêmica com Mbappé
-
Papa inicia intensa viagem pela América do Sul que culminará no Peru, sua pátria adotiva
-
Alcaraz vence De Miñaur e conquista ATP 500 de Viena
-
França investiga lançamento de coquetel molotov contra a polícia como "tentativa de homicídio"
-
Estudantes franceses retomarão na segunda-feira os bloqueios após rejeitarem medidas do governo
-
Trump diz que Estados Unidos ainda precisam "cuidar" de "um ou dois" alvos no Irã
-
Manifestantes israelenses exigem que oposição se alie aos árabes para tirar Netanyahu do poder
-
FBI acusa Coreia do Norte de roubar US$ 6 bi em criptomoedas da Binance
-
Cruzeiro vence Corinthians nos pênaltis e conquista Libertadores feminina
-
Milan vence dérbi contra Inter (3-1) e coloca Lazio na liderança
-
Barça goleia Alavés (6-1) e se mantém na liderança, Atlético vence Levante
-
Lewis Hamilton conquista pole position do GP do México de Fórmula 1
-
EUA alerta sobre segurança alimentar em reunião do G20 sem maiores consensos
-
Pulisic renova com Milan até 2031
-
Polônia busca saída para crise institucional
-
Borussia Dortmund arranca empate no fim contra Bayern (2-2) no clássico da Bundesliga
-
Norris supera Antonelli por um milésimo nos últimos treinos livres do GP do México
-
De Minaur vence Zverev e vai enfrentar Alcaraz na final do ATP 500 de Viena
-
Líder iraniano se mostra desafiador diante de EUA e Israel
-
Freiburg, Leipzig e Werder Bremen vencem na Bundesliga
-
Atlético de Madrid vence Levante (2-0) e é líder provisório do Espanhol
-
Marco Rubio afirma que EUA não teve envolvimento na fuga de Flávio Bolsonaro do Brasil
-
França tem manifestações multitudinárias com alguns tumultos
-
Manchester City perde para o Brighton (1-0); United afunda diante do Chelsea
Honduras declara alerta em quase 80% de seu território devido ao El Niño
O governo de Honduras declarou alerta em quase 80% de seu território, incluindo a capital, Tegucigalpa, devido à seca agravada pelo fenômeno El Niño, anunciaram as autoridades nesta quarta-feira (19).
O El Niño eleva as temperaturas da superfície do Pacífico equatorial central e oriental, provocando mudanças nos ventos e nas chuvas em escala global, além de condições meteorológicas irregulares.
A medida abrange 234 dos 298 municípios do país, afetados pelo baixo nível dos reservatórios, pela perda de safras e pela morte de animais, e busca liberar recursos para enfrentar a crise, segundo um comunicado.
Tegucigalpa, com 1,7 milhão de habitantes, encabeça a lista de 75 municípios declarados em alerta vermelho, o nível máximo de risco. As demais localidades foram classificadas em diferentes níveis de emergência por tempo indeterminado.
A região mais afetada fica no Corredor Seco centro-americano, uma faixa árida que abrange partes de Honduras, El Salvador e Nicarágua e é vulnerável a eventos climáticos extremos.
"Esta crise vai nos levar até março ou abril do próximo ano", afirmou o presidente hondurenho, Nasry Asfura, ao declarar a emergência.
As medidas previstas incluem a perfuração de novos poços, a construção de reservatórios de água e a distribuição de alimentos nas áreas mais críticas. O governo também pretende intervir na produção agrícola e pecuária.
"Gado morreu, e as vacas que ainda temos estão magras. A situação é crítica, as previsões são desanimadoras", disse à AFP Francisco Euceda, pecuarista de um dos municípios em alerta vermelho.
O Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU estimou recentemente que a América Central "provavelmente será a região mais afetada em termos de aumento relativo da insegurança alimentar" devido ao fenômeno climático.
Segundo uma análise da AFP baseada em dados do programa europeu Copernicus, o El Niño, que começou em junho e deve atingir seu pico no fim do ano, provocou temperaturas sem precedentes na América Central e no norte da América do Sul.
Do México ao norte do Brasil, passando pela costa do Pacífico e pelo Escudo das Guianas, cerca de 110 milhões de pessoas enfrentaram o mês de julho mais quente desde o início dos registros.
El Salvador, Nicarágua e Honduras bateram recordes mensais de temperatura tanto em junho quanto em julho, agravando os temores de fome.
L.Torres--PC