-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
-
Galeria Movimento recebe encontro sobre investimento no terceiro setor
-
Consórcio assume Arena Niterói por 35 anos com R$ 28,1 milhões previstos
-
Phantom Blade Zero se afasta da fórmula tradicional dos soulslike
-
OpenAI apresenta GPT-6 Cyber para pesquisa e defesa digital
-
Marvel avalia ator de Shogun para novo Wolverine, diz rumor
-
Entregas da Black Friday podem ampliar congestionamentos nas metrópoles
Papa viaja à Hungria para defender a paz na Ucrânia e os imigrantes
O papa Francisco inicia na sexta-feira (28) uma visita de três dias à Hungria para se reunir com o líder ultranacionalista Viktor Orbán, com quem discutirá a guerra na Ucrânia e a política contra a migração, criticada pelo Vaticano.
Um mês após sua internação por bronquite, a saúde do papa argentino de 86 anos será constantemente monitorada durante sua estadia em Budapeste, a capital, onde permanecerá o tempo todo.
Durante a sua delicada viagem ao coração da Europa, a um país com 9,7 milhões de habitantes, dos quais cerca de 39% são católicos, segundo os últimos dados de 2011, o papa deseja abrir pontes de diálogo entre Rússia e Ucrânia e falar sobre a proteção dos migrantes.
Francisco será recebido na sexta-feira pelo primeiro-ministro Orbán, a quem expressou sua gratidão em abril de 2022 pela proteção que a Hungria oferece aos ucranianos que fogem da guerra com a Rússia, durante uma audiência no Vaticano.
Os dois líderes têm opiniões opostas em vários pontos: Orbán, calvinista, defende uma "Europa cristã", pelo que justifica a sua política severa contra a migração muçulmana, enquanto o pontífice apela a uma distribuição justa nos países da União Europeia de todos os que fogem das guerras e da fome.
Por outro lado, Orbán quis manter os laços com Moscou e se abstém de criticar o presidente russo Vladimir Putin, além de se recusar a enviar armas para a Ucrânia.
- "Ventos da guerra" -
Em Budapeste, o pontífice argentino tem um encontro agendado com os refugiados ucranianos, aos quais reiterará sua posição a favor da paz, apesar do fracasso dos esforços de mediação da Santa Sé até agora.
No último domingo, Francisco falou de uma visita "ao centro da Europa, onde sopram os ventos gelados da guerra", assim como do "deslocamento de tantas pessoas, que coloca questões humanitárias urgentes na agenda".
Mais de um milhão de ucranianos cruzaram a fronteira desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022 e 35.000 solicitaram status de proteção temporária, de acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).
"Nossa posição é próxima à do Vaticano: cessar-fogo imediato e negociações de paz", resumiu à AFP o embaixador húngaro na Santa Sé, Edward Habsburg.
"Meu país realiza a maior ação humanitária de sua história, oferecendo moradia, educação e trabalho para aqueles que desejam ficar conosco", acrescentou o diplomata.
O embaixador reconheceu que os "refugiados de guerra" são tratados de forma diferente dos "imigrantes ilegais", uma política denunciada como discriminatória.
Em sua 41ª viagem internacional, o papa Francisco fará seis discursos e presidirá uma missa ao ar livre no domingo. Ele também se encontrará com pessoas pobres, jovens, membros da igreja local e representantes dos setores acadêmico e cultural.
Francisco é o segundo pontífice a visitar a Hungria, depois de João Paulo II em 1991 e 1996.
cmk-fresa/kv/zm/aa
S.Caetano--PC