-
Trump vê possibilidade de acordo com Irã, mas mantém ameaças
-
Ex-presidente francês Sarkozy não precisará usar tornozeleira eletrônica novamente
-
Fora da Copa, mas com Sinner: tênis desafia reinado do futebol na Itália
-
Anistia Internacional designa dois líderes indígenas na Guatemala como 'prisioneiros de consciência'
-
Países asiáticos ainda não assinaram acordo para transmitir a Copa do Mundo
-
Fifa amplia punição do argentino Prestianni, que pode cumprir suspensão na Copa
-
Ted Turner, fundador e 'alma' da CNN, morre aos 87 anos
-
Neymar e Robinho Jr. fazem as pazes após briga em treino
-
Trump aumenta pressão para alcançar acordo de paz e ameaça Irã com novos bombardeios
-
Ted Turner, fundador da CNN, morre aos 87 anos
-
Navio de cruzeiro com surto de hantavírus vai atracar nas Canárias
-
Prêmio Princesa de Astúrias reconhece criatividade do Studio Ghibli
-
Tribunal israelense rejeita libertação de Thiago Ávila e de ativista espanhol-palestino
-
Bienal de Veneza inicia com polêmica por presença da Rússia
-
Eleições locais no Reino Unido, um teste difícil para um governo trabalhista em baixa
-
Tradição, Trump e tênis: cinco pontos sobre o papa Leão XIV
-
Pontificado de Leão XIV: um ano de moderação ofuscado pela crise com Trump
-
Passageiros com suspeita de hantavírus são retirados de navio e levados aos Países Baixos
-
Papa Leão XIV celebrará missa na Sagrada Família de Barcelona em 10 de junho
-
Venezuela defende na CIJ seu direito 'irrenunciável' à região de Essequibo
-
Rússia ataca Ucrânia durante cessar-fogo decretado por Kiev
-
Rolling Stones lançarão novo álbum 'Foreign Tongues' em 10 de julho
-
Casemiro acha "difícil" United renovar seu contrato, apesar dos apelos da torcida
-
Trump suspende operação de escolta de navios em Ormuz para impulsionar acordo com Irã
-
Palmeiras vence Sporting Cristal (2-0) e assume liderança do Grupo F da Libertadores
-
Adolescente abre fogo em escola no Acre e deixa dois mortos
-
Musk 'ia me bater', diz cofundador da OpenAI em julgamento nos EUA
-
Hulk assina com Fluminense até o fim de 2027
-
Luis Díaz e Olise, os parceiros de Kane na 'operação virada' contra o PSG
-
Três casos suspeitos de hantavírus em cruzeiro serão evacuados para Cabo Verde
-
Bombardeios russos na Ucrânia deixam mais de 20 mortos horas antes de possível trégua
-
Arsenal vence Atlético de Madrid (1-0) e vai à final da Champions
-
Transportadores fazem greve e bloqueiam estradas na Bolívia devido à crise de combustíveis
-
Corinthians aposta em Lingard para tentar garantir classificação antecipada na Libertadores
-
Exército dos EUA diz estar preparado para retomar combates contra Irã se receber ordem para isso
-
Trump diz perante grupo de crianças que faz exercícios 'um minuto por dia'
-
Morre José 'Piculín' Ortiz, lenda do basquete porto-riquenho
-
Edin Terzic é o novo técnico do Athletic Bilbao
-
Estêvão volta ao Brasil para tratar lesão com objetivo de ir à Copa do Mundo
-
Lula pode se reunir com Trump em Washington na quinta-feira
-
Molière volta aos palcos graças a peça criada com IA
-
Sabalenka se diz disposta a boicotar Grand Slams para exigir melhor divisão de receitas
-
Fifa convida federação iraniana a Zurique para 'preparar' Copa do Mundo
-
Febre K-pop: fãs aguardam ansiosos a chegada do BTS no México
-
Cruzeiro com hantavírus procura porto e OMS aponta para Espanha
-
Israel prolonga detenção de Thiago Ávila e ativista espanhol-palestino
-
Califórnia nas mãos de um republicano? Divisão entre democratas pode abrir caminho
-
Paraíso sob terror: violência assola destino turístico da Colômbia
-
Ex-crianças-soldado aprendem ofícios para reconstruir a vida na República Centro-Africana
-
Ex-modelo acusa caça-talentos francês de recrutá-la para Epstein
MP do Panamá pede 12 anos de prisão para ex-presidente Martinelli
O Ministério Público do Panamá pediu, nesta quinta-feira (1º), a "pena máxima" de 12 anos de prisão por lavagem de dinheiro para o ex-presidente Ricardo Martinelli, que quer voltar ao poder nas eleições de 2024.
"Pedimos [...] uma sentença condenatória" contra Martinelli e outros 12 acusados, disse o promotor Emeldo Márquez no oitavo dia do julgamento contra o ex-presidente (2009-2014).
"Devemos estabelecer que seja imposta a eles a pena máxima" de 12 anos de prisão, estipulada pelo artigo 254 do Código Penal panamenho, acrescentou.
O promotor pediu a absolvição de outros dois acusados neste julgamento conhecido como 'New Business', um dos vários processos abertos contra o ex-presidente por possíveis atos de corrupção durante seu governo.
Martinelli "é autor do crime de lavagem porque depositou e transferiu dinheiro pessoalmente e através de intermediário" a uma conta bancária investigada, "prevendo razoavelmente que tais atos constituíam operações ilícitas", afirmou Márquez.
O ex-presidente criticou o processo contra ele, afirmando nesta quinta, em sua conta no Twitter, que se trata de um "julgamento político arranjado", no qual "a promotoria levou um dia e meio em suas alegações falsas, mas os acusados têm, injustamente, uma hora contada no relógio" para apresentar sua defesa.
"A violação do direito a uma pessoa neste Estado selvagem, chamado Panamá, se torna uma violação ao futuro de todos", acrescentou.
O artigo 254 do Código Penal estabelece que um autor de lavagem de dinheiro "será sancionado com penas de cinco a doze anos de prisão".
A juíza Baloisa Marquínez deve proferir sua sentença em breve. Tradicionalmente, os magistrados panamenhos levam cerca de 30 dias para anunciar suas sentenças.
- Causas pendentes -
Martinelli, de 71 anos, também deve ir a julgamento este ano em outro caso de suposta lavagem de dinheiro por propina paga pela Odebrecht.
Além disso, o ex-presidente é réu no caso "Blue Apple", uma rede de arrecadação de propinas para agilizar o andamento de contratos durante seu mandato.
Em 2021, o ex-presidente e proprietário de uma rede de supermercados foi absolvido em um julgamento por suposta espionagem a opositores.
Apesar das acusações, o ex-presidente, que lidera algumas pesquisas eleitorais, já realizou os trâmites para se apresentar às eleições de maio de 2024.
Martinelli apresentou um atestado médico por uma cirurgia na coluna e não assistiu à audiência.
O processo pelo caso "New Business" (nome de uma das sociedades utilizadas no esquema) é julgado pelo Segundo Tribunal de Ações Penais, na Cidade do Panamá.
Em 23 de maio, na primeira fase do julgamento, a defesa do ex-presidente apresentou vários recursos, rejeitados pela juíza Marquínez.
O MP acusou Martinelli e outras 14 pessoas por comprarem em 2010, supostamente com recursos do Estado, a maioria das ações da Editora Panamá América.
Mas nesta quinta, o promotor Márquez pediu a retirada das acusações contra dois dos 15 réus, afirmando que ambos "não tiveram qualquer tipo de participação" nos crimes investigados.
- "Beneficiário final" -
Segundo o MP, os acusados utilizaram um complexo esquema de sociedades anônimas para as quais várias empresas teriam depositado um total de 43,9 milhões de dólares (cerca de 221 milhões de reais na cotação atual) em propinas para obter contratos para obras de infraestrutura durante o governo de Martinelli.
Com parte desse dinheiro, segundo o MP, Martinelli teria adquirido a editora, cujos veículos têm desde então uma linha próxima aos interesses do ex-presidente.
Ao pedir a condenação do ex-presidente, o promotor afirmou que Martinelli era "o beneficiário final" desse esquema.
O ex-presidente assegura que nunca recebeu qualquer valor ilícito e denuncia "uma perseguição política" para evitar sua reeleição em 2024.
"Tudo é ordem de Pillín", tuitou Martinelli nesta quinta, em aparente alusão ao vice-presidente panamenho, José Gabriel Carrizo, pré-candidato do governo às eleições de 2024.
T.Resende--PC