-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
-
Galeria Movimento recebe encontro sobre investimento no terceiro setor
Assassinato de candidato à Presidência causa medo e indignação no Equador
Faixas com o rosto sorridente do candidato à Presidência do Equador Fernando Villavicencio ainda estão penduradas no local do seu último comício, no norte de Quito.
Um buquê de rosas brancas e, a poucos passos dali, algumas manchas de sangue denunciam a tragédia. Uma mulher de bicicleta para e deixa uma placa escrita à mão: "Narcopolíticos malditos, pagarão".
"Vejo um futuro sombrio. São todos mornos, incluindo o presidente Guillermo Lasso, que nos decepcionou", disse à AFP a mulher, que não quis ser identificada. Antes de deixar o local, ela acende duas velas na calçada, em memória de Villavicencio, ex-jornalista de centro que estava em segundo lugar nas pesquisas de opinião.
Lasso responsabilizou o crime organizado pelo atentado e decretou estado de exceção por 60 dias no país, que sangra devido à violência ligada ao narcotráfico. Apesar do crime, a mais alta autoridade eleitoral decidiu manter a data das eleições.
- Aumento da violência -
"Precisamos ver o nosso Equador tranquilo, sentir segurança onde estamos, o que, infelizmente, perdeu-se. A morte desse candidato mostra que a situação no país não é das melhores", disse à AFP a funcionária do setor privado Daniela Pozo, 25.
Na loja de uma comerciante da área onde ocorreu o crime, refugiaram-se alguns apoiadores de Villavicencio, que começaram a chorar. "Estamos com medo. De manhã, as ruas vizinhas ao local do crime estavam fechadas", contou a comerciante, que também não quis ser identificada.
A percepção do medo não é nova. Antes um oásis de paz na América do Sul, o Equador enfrenta há alguns anos o aumento do tráfico de drogas e dos homicídios, roubos, sequestros e extorsões. O país encerrou 2022 com uma taxa de 25 homicídios a cada 100 mil habitantes, quase o dobro de 2021.
R.Veloso--PC