-
Xi recebe Trump para tratar de suas múltiplas divergências
-
Alavés vence (1-0) e frustra objetivo do Barça de alcançar os 100 pontos
-
Dembélé, Barcola, Zaïre-Emery, Beraldo: os destaques do título do PSG
-
Paulinho da Costa se torna primeiro artista nascido no Brasil a ganhar estrela na Calçada da Fama
-
Líbano relata 22 mortos em ataques israelenses
-
PSG vence Lens (2-0) e é campeão francês pela 14ª vez em sua história
-
Manchester City vence Crystal Palace (3-0) e fica a dois pontos do líder Arsenal
-
Inter de Milão vence Lazio (2-0) e conquista Copa da Itália
-
Intermediário que vendeu drogas a Matthew Perry é condenado à prisão
-
França confirma gastroenterite em cruzeiro e suspende parcialmente o confinamento
-
Califórnia investiga irregularidades na venda de ingressos para a Copa do Mundo
-
Le Mans volta à Ligue 1 pela primeira vez desde 2010
-
Presidente admite situação elétrica 'tensa' em Cuba e culpa EUA
-
Senado dos EUA aprova nomeação de Kevin Warsh como presidente do Fed
-
Peter Jackson, de 'Senhor dos Anéis', fará filme sobre Tintim
-
Copa do Mundo terá novas regras contra 'cera' e 'Lei Vini Jr'
-
MP do Peru pede pena de prisão para candidato de esquerda às vésperas do 2º turno
-
Franquia 'Velozes e Furiosos' comemora 25 anos no Festival de Cannes
-
Sem Ortega, Murillo perderia o poder na Nicarágua, diz ex-comandante da guerrilha
-
Tiltil, o povoado chileno que convive com o lixão que mais emite metano no mundo
-
Resiliência econômica dos EUA é testada pela guerra com o Irã
-
Ruud vence Khachanov e vai à semifinal do Masters 1000 de Roma
-
Semifinalista em 2025, Lorenzo Musetti está fora de Roland Garros
-
Nova York volta a reduzir tarifas de transporte para a Copa do Mundo
-
Estádio de Los Angeles finaliza preparativos para Copa do Mundo
-
Situação elétrica se degrada em Cuba após curto alívio com petróleo russo
-
MP francês pede 7 anos de prisão a ex-presidente Sarkozy por associação criminosa
-
Trump chega à China para pressionar por abertura às empresas americanas
-
Ataques israelenses deixam 12 mortos no Líbano
-
Swiatek atropela Pegula e vai à semifinal do WTA 1000 de Roma
-
'Estamos prontos', diz Infantino a menos de um mês da Copa do Mundo
-
Convencido de sua vantagem diante de Trump, Irã faz aposta arriscada
-
UE não vai proibir terapias de conversão para pessoas LGBTQIA+, mas incentivará países-membros a fazê-lo
-
Princesa Kate visita a Itália, em sua primeira viagem oficial ao exterior após câncer
-
Arizona se prepara para receber seleção iraniana para a Copa do Mundo
-
Crise do governo trabalhista britânico ofusca tradicional discurso do rei
-
'Eu me candidatei a papa': como usar o ChatGPT e perder o contato com a realidade
-
Princesa de Astúrias reconhece pioneiros do sequenciamento rápido do DNA
-
'Não é culpa do meu filho': a maternidade das vítimas de estupros na guerra do Sudão
-
Obras para a Copa do Mundo atrapalham vida de trabalhadoras sexuais no México
-
Mundo utiliza reservas de petróleo em ritmo recorde, alerta AIE
-
Louvre negligenciou a segurança, afirma relatório parlamentar
-
Lakers querem "dar tempo" a LeBron para que decida sobre seu futuro
-
PSG quer garantir título do Francês na visita ao Lens para focar na final da Champions
-
City enfrenta Crystal Palace para seguir na luta com Arsenal pelo título da Premier
-
Paramount defende aquisição da Warner Bros. perante Procuradoria da Califórnia
-
Jason Collins, primeiro jogador abertamente gay da NBA, morre aos 47 anos
-
Houston transforma seu estádio para a Copa do Mundo e prepara força policial multilíngue
-
Dezenas de milhares de argentinos marcharam contra cortes de Milei nas universidades públicas
-
Procurador interino dos EUA defende convocações judiciais de jornalistas
Sobrevivente relata o trágico desabamento de um prédio em construção em Bangcoc
O pedreiro Khin Aung foi milagrosamente salvo da morte, mas seu irmão ficou preso sob os escombros do arranha-céu em construção que desabou no terremoto em Bangcoc.
Khin Aung diz que deixou o canteiro de obras minutos antes de ele desabar "em um piscar de olhos". Mas o destino incerto de seu irmão e de muitos amigos mancha seu alívio de estar vivo.
Parentes de dezenas de trabalhadores soterrados se reuniram neste sábado ao redor dos escombros desta torre de 30 andares usada para abrigar escritórios do governo tailandês.
Khin Aung, natural de Mianmar, terminou seu turno às 13h00 de sexta-feira (03h00 no horário de Brasília). Vinte minutos depois, um forte terremoto, com epicentro em seu país natal, a mil quilômetros de distância, transformou o canteiro de obras de Bangcoc em um monte de escombros cobertos por uma nuvem de poeira.
Mais de mil pessoas morreram em Mianmar e pelo menos mais dez em Bangcoc, embora estima-se que o número de vítimas do desastre seja muito maior.
"Não consigo descrever como me sinto. Tudo aconteceu num piscar de olhos", explica Khin Aung. "Todos os meus amigos e meu irmão estavam lá quando desabou. Estou sem palavras", ele continua.
A sorte que ele teve foi a que faltou ao irmão. Khin Aung diz que estava saindo da obra quando seu irmão estava entrando. Eles se cruzaram na porta. Pouco depois, o chão começou a tremer, o prédio balançou e havia "poeira por toda parte".
"Eu fiz uma videochamada com meu irmão e meus amigos, mas só um atendeu. Eu não conseguia ver o rosto dele, e conseguia ouvi-lo correndo", ele relembra.
"Naquele momento, o prédio inteiro estava tremendo, mas eu ainda estava na ligação com ele. A ligação foi perdida e o prédio desabou", diz.
Segundo as autoridades, cerca de 100 trabalhadores ficaram presos na massa de escombros e metal retorcido que se tornou a torre. Pelo menos cinco mortes foram confirmadas, mas esse número provavelmente aumentará.
- "50% de fé" -
A silhueta da capital tailandesa está em constante evolução. Prédios antigos são demolidos para dar lugar a arranha-céus imponentes e reluzentes.
Essa reinvenção constante ocorre às custas de um exército de trabalhadores, muitos dos quais chegam de Mianmar na esperança de encontrar emprego estável, um país pacífico e melhores salários.
Khin Aung e seu irmão, que é casado e tem dois filhos, trabalhavam em Bangcoc há seis meses.
"Ouvi dizer que enviaram 20 trabalhadores para o hospital, mas não sei quem são ou se meus amigos e meu irmão estão entre eles", explica. "Se eles estiverem no hospital, tenho esperança. Se estiverem debaixo deste prédio, não há esperança de que sobrevivam".
Sob o olhar desconsolado dos familiares, as equipes de resgate continuam a delicada tarefa de vasculhar os escombros, evitando novos desabamentos que colocariam em risco a vida de possíveis sobreviventes.
A tailandesa Chanpen Kaewnoi, de 39 anos, aguarda ansiosamente notícias de sua mãe e irmã, que estavam no arranha-céu quando ele desabou.
"Meu colega me ligou e disse que não conseguia encontrar minha mãe ou minha irmã. Pensei que minha mãe poderia ter escorregado e minha irmã teria ficado para trás para ajudá-la", disse ela à AFP.
"Quero vê-las, espero encontrá-las. Espero que não estejam perdidas. Ainda tenho 50% de fé".
M.A.Vaz--PC