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Promotoria na Noruega pede mais de 7 anos de prisão para filho de princesa julgado por estupros
A Promotoria norueguesa pediu, nesta quarta-feira (18), uma pena de sete anos e sete meses de prisão para Marius Borg Høiby, filho da princesa herdeira Mette-Marit, julgado por estupros e agressões a quatro mulheres.
"O estupro pode deixar sequelas duradouras e destruir vidas", argumentou o promotor Sturla Henriksbø no penúltimo dia do julgamento no tribunal de Oslo. "Pode ser algo que a vítima carregue por toda a vida", justificou.
Høiby, filho de uma relação de sua mãe anterior ao casamento com o príncipe herdeiro Haakon, permanece sob custódia durante o julgamento, onde enfrenta 40 acusações que podem totalizar 16 anos de prisão.
O homem de 29 anos admite alguns atos, mas nega as acusações mais graves, em particular os supostos estupros de quatro mulheres que não tinham condições de reagir.
Vestido com jeans e uma camisa polo azul de mangas curtas que deixava à mostra suas tatuagens, Høiby, que não é formalmente membro da família real, permaneceu impassível ao ouvir a pena solicitada contra ele.
O caso manchou gravemente a imagem da monarquia norueguesa. Tudo começou em 4 de agosto de 2024, quando a polícia prendeu Høiby, suspeito de agredir sua companheira na noite anterior.
Após confiscar telefones e computadores, a polícia encontrou filmes e vídeos que documentavam os supostos crimes pelos quais foi acusado.
- "Com direito a tudo" -
As quatro supostas vítimas de agressão sexual não perceberam que haviam sido estupradas — segundo a acusação — até mais tarde, quando a polícia lhes mostrou as imagens e explicou sua natureza potencialmente criminosa.
Os supostos estupros teriam ocorrido após noites de festa, durante as quais Høiby supostamente consumiu álcool e drogas, e após relações sexuais consensuais.
Um desses estupros teria ocorrido no porão da residência do príncipe Haakon e da princesa Mette-Marit, enquanto o casal estava em casa.
Em sua alegação final, o promotor Henriksbø descreveu Høiby como alguém "que acredita ter direito a tudo" e que não se preocupa em consultar suas parceiras sexuais "quando elas adormecem enquanto ele quer mais".
Durante o julgamento, Høiby alegou que todas as relações sexuais foram consensuais e que não tinha o hábito de fazer sexo com pessoas adormecidas.
Em relação às supostas agressões contra mulheres, o promotor o descreveu como um homem "propenso a acessos de raiva, ciumento e que, especialmente sob o efeito de substâncias, pode perder o controle".
"Ele pode perder o controle, gritar, atirar telefones, até facas, socar paredes. E ouvimos relatos de estrangulamento, espancamentos e cusparadas", relatou o promotor.
"Marius Borg Høiby não é um monstro. Nenhum de nós é. Somos todos seres humanos, com qualidades boas e ruins. Ele não deve ser julgado por quem ele é, mas pelo que fez", enfatizou.
Na sexta-feira, o filho da princesa desabou em lágrimas ao falar da "pressão da mídia" que, segundo ele, o "apagou como pessoa". "Não sou mais Marius; sou um monstro. Tornei-me alvo de todo o ódio da Noruega", lamentou.
Høiby também é acusado de transportar 3,5 kg de maconha, fazer ameaças, violar ordens de restrição, danificar propriedade, invadir privacidade e cometer infrações de trânsito.
O jovem alto e loiro passou grande parte do julgamento sentado, desenhando, mascando chiclete ou usando tabaco.
Após a declaração da acusação, os representantes das supostas vítimas se pronunciarão e, em seguida, a defesa apresentará suas alegações finais na quinta-feira.
O veredicto não é esperado antes de várias semanas, ou mesmo meses.
A.Aguiar--PC