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Chefe da gangue venezuelana Tren de Aragua morre em ataque dos EUA
O chefe do grupo criminoso de origem venezuelana Tren de Aragua, Niño Guerrero, foi morto em uma operação militar americana realizada em coordenação com autoridades da Venezuela, anunciou nesta sexta-feira (12) o presidente Donald Trump.
"Sob minhas ordens, o Comando Sul dos Estados Unidos realizou um ataque rápido e letal para eliminar Niño Guerrero, do tristemente conhecido Tren de Aragua", publicou Trump na rede Truth Social. “Essa ação foi coordenada de perto com nossos amigos na Venezuela, com quem estamos trabalhando muito bem”, acrescentou.
Os Estados Unidos realizaram em janeiro uma incursão militar em Caracas e capturaram o então presidente Nicolás Maduro, atualmente preso em Nova York, acusado de narcotráfico. Desde então, a ex-vice-presidente Delcy Rodríguez governa como presidente interina, sob as pressões de Washington.
“Como resultado, os terroristas do Tren de Aragua não têm mais um refúgio seguro na Venezuela nem em qualquer outro lugar”, afirmou Trump, sem indicar onde foi realizado o ataque contra Guerrero.
A mensagem do republicano é acompanhada por um vídeo de 10 segundos que mostra a vista aérea de um edifício rodeado de vegetação, quando ocorre uma explosão, que levanta uma nuvem de fumaça. Não é possível distinguir claramente ninguém nas imagens.
- 'Organização terrorista' -
Os Estados Unidos classificaram o Tren de Aragua como uma organização terrorista em janeiro de 2025. O grupo, que atua em vários países da América Latina, surgiu em 2014, na prisão de Tocorón, no estado de Aragua, e se dedica à prática de extorsão, assassinatos encomendados, tráfico de drogas, prostituição, tráfico de pessoas e até garimpo ilegal, embora também tenha empreendido em alguns negócios legalizados.
O Departamento de Estado americano oferecia uma recompensa de US$ 5 milhões (R$ 25 milhões) por informações que levassem à prisão ou condenação do líder do Tren de Aragua, cujo nome verdadeiro era Héctor Rusthenford Guerrero Flores. Ele foi alvo de sanções dos Estados Unidos em julho de 2025, juntamente com outros cabeças da organização.
Em dezembro, promotores federais de Nova York apresentaram acusações contra 70 membros da gangue, entre eles Guerrero, por associação criminosa e tráfico de drogas e armas de fogo.
Após ocupar militarmente a prisão de Tocorón em setembro de 2023, o governo Maduro anunciou que havia "desmantelado totalmente" a gangue. Naquela época, Niño Guerrero era um fugitivo da Justiça.
Segundo o centro de análises Insight Crime, Guerrero, que teria 42 anos, tornou o grupo "o que ele é hoje durante sua prisão em Tocorón". Sob sua liderança, o local "se tornou uma das prisões mais notórias do país, em grande parte devido à política não oficial do governo venezuelano de entregar o controle de algumas prisões a chefões do crime conhecidos como 'pranes'".
C.Cassis--PC