-
Documentário da Netflix analisa caso de Lucy Letby, enfermeira britânica condenada por matar bebês
-
Ucrânia diz que diálogo com Rússia em Abu Dhabi é 'produtivo'
-
Irã autoriza formalmente mulheres a pilotar motocicletas
-
'Ajoelhados, jamais': Venezuela relembra aniversário do golpe de Chávez
-
Restaurador apaga pintura polêmica com rosto de Giorgia Meloni
-
Desinformação sobre o câncer pode atrasar tratamento ou levar à morte
-
Centros de dados em órbita são uma possibilidade diante da demanda de energia para IA
-
Governo alemão recua e descarta boicote à Copa do Mundo de 2026
-
Principal cartel colombiano suspende negociações de paz após acordo entre Trump e Petro
-
Vítimas da tragédia em Mariana esperam justiça por um 'crime muito grande'
-
Aliança China-Rússia é um 'fator de estabilidade', disse Putin a Xi
-
Fenerbahçe acerta contratação de Kanté após intervenção do presidente da Turquia
-
Novo Start, o fim de um tratado nuclear de outra época
-
Arábia Saudita emitirá passaportes para camelos
-
Ex-príncipe Andrew deixa Windsor, mas segue no olho do furacão
-
Ataques israelenses em Gaza deixam ao menos 21 mortos
-
Colômbia e EUA convidarão Venezuela a se juntar à sua nova ofensiva antidrogas
-
Negociadores da Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
-
Acusado de estupro, filho da princesa de Noruega reconhece uma vida de excessos
-
CK Hutchison aciona arbitragem contra Panamá após anulação de sua concessão no canal
-
Milei ante o dilema de negociar com a China e agradar a Trump
-
Ciência lança luz sobre os grafites de Pompeia
-
Takaichi, a primeira-ministra japonesa que cativa a Geração Z
-
ONGs lutam para contabilizar os mortos da repressão no Irã
-
Governos latinos violam direitos humanos sob a proteção das políticas de Trump: HRW
-
Governo italiano garante que ICE não terá nenhum papel 'operacional' nos Jogos de Milão-Cortina
-
Negociadores de Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
-
Papa faz alerta contra 'nova corrida armamentista' com expiração de tratado nuclear EUA-Rússia
-
Diretor da HRW pede aliança de 'potências médias' diante de EUA, Rússia e China
-
Trump diz que é momento de virar a página do escândalo de Epstein
-
Nada mudou em Minneapolis desde a morte de Renee Good, lamentam seus irmãos
-
Noam Chomsky expressou solidariedade a Epstein em 2019
-
Vrabel-Maye, a dupla salvadora dos Patriots apadrinhada por Tom Brady
-
N'Golo Kanté deixa Arábia Saudita para jogar no Fenerbahçe
-
Leonard é selecionado para o All-Star Game; LeBron e Curry jogarão juntos
-
EUA põe fim à paralisação parcial do governo federal
-
Guardiola manifesta solidariedade às vítimas de conflitos em todo o mundo
-
Chavismo exige libertação de Maduro, um mês após sua captura pelos EUA
-
Chefe de segurança da NFL garante que não haverá agentes do ICE no Super Bowl
-
Filho do ex-ditador Muammar Kadafi é assassinado na Líbia
-
Leverkusen vence St Pauli (3-0) e avança às semifinais da Copa da Alemanha
-
Arsenal elimina Chelsea e vai à final da Copa da Liga Inglesa
-
Olympique de Marselha vence Rennes (3-0), alivia crise e vai às quartas da Copa da França
-
Milan vence Bologna (3-0) e diminui distância em relação à líder Inter na Serie A
-
Barcelona vence Albacete e avança à semifinal da Copa do Rei
-
Bill e Hillary Clinton vão depor no fim do mês sobre laços com Epstein
-
EUA diz ter derrubado drone iraniano que se aproximou de seu porta-aviões
-
Espanha quer proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais
-
Congresso dos EUA põe fim ao fechamento do governo
-
Do Super Bowl ao trabalho no escritório: a vida atípica dos árbitros da NFL
Mundo entra em 2025 com desejos de paz e à espera de Trump
De Sydney a Nova York, passando por uma Damasco livre do poder dos Assad, o mundo celebrou a entrada em 2025 à meia-noite desta quarta-feira (1º), depois de um ano marcado pelas guerras na Ucrânia e no Oriente Médio, pelos Jogos Olímpicos e pelo retorno de Trump ao poder.
Nos Estados Unidos, a chegada do Ano Novo à "Big Apple" é celebrada desde 1907 no lendário cruzamento de Manhattan, entre a Broadway e a rua 42, iluminado dia e noite por letreiros de teatro, salas de música e painéis publicitários.
"Eu queria muito viver esta experiência em Nova York, é uma vez na vida", disse à AFPTV a dominicana Jennifer Lopez, que mora em Long Island, leste de Manhattan.
Elizabeth Anderson, uma turista mexicana de 32 anos, diz estar feliz com sua "terceira viagem a Nova York", onde conheceu o marido há 11 anos.
A véspera de Ano Novo na Times Square está "na lista de coisas para fazer antes de morrer", disse.
Cenas semelhantes foram vividas horas antes em outras capitais como Bangcoc, Hong Kong, Damasco, Paris ou Madri.
No Rio de Janeiro, milhares de pessoas festejaram a chegada do novo ano na praia de Copacabana, com um megaespetáculo de pirotecnia e shows.
Um show de quase duas horas dos irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia animou, entre outros artistas, a despedida de 2024 em um palco monumental.
Em meio a uma forte presença policial e a um gigantesco dispositivo logístico, a celebração atingiu seu ápice quando fogos de artifício lançados de barcos iluminaram a noite de Ano Novo por 12 minutos.
- Ano de eleições -
Entre outros marcos, 2024 se tornará o ano mais quente já registrado, com desastres naturais causados pela mudança climática que provocaram devastação desde a floresta amazônica até a costa mediterrânea espanhola.
Mas nem tudo foram desastres e conflitos. Em 2024, Taylor Swift encerrou sua turnê de sucesso Eras, a Argentina de Lionel Messi ampliou sua sequência de vitórias com o triunfo na Copa América e uma Espanha repleta de jovens talentos, como o adolescente Lamine Yamal, venceu a Eurocopa.
2024 foi também um ano eleitoral, com milhões de pessoas que foram às urnas em mais de 60 países.
O México elegeu Claudia Sheinbaum como a primeira mulher presidente do país e os venezuelanos viveram outras eleições controversas, que resultaram na proclamação de um novo mandato para Nicolás Maduro.
Mas nenhuma votação gerou tanta atenção como as eleições presidenciais de 5 de novembro nos Estados Unidos, nas quais Donald Trump garantiu o seu retorno à Casa Branca.
Embora só tome posse no dia 20 de janeiro, sua vitória já repercute em todo o planeta. O presidente eleito prometeu tarifas sobre o México e a China e disse que acabará com a guerra na Ucrânia em apenas 24 horas.
- Alegria em dobro em Damasco -
Depois de quase três anos de guerra, os ucranianos temem uma diminuição da ajuda militar dos EUA, agravando a sua situação no front leste, onde as tropas russas avançam gradualmente.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, garantiu na sua mensagem de Ano Novo que o país deverá lutar em 2025 no "campo de batalha", mas também na "mesa de negociações".
A turbulência se intensificou no Oriente Médio, com ataques diretos entre o Irã e Israel, a incursão e bombardeios israelenses no Líbano na sua guerra contra o Hezbollah e a queda do governo sírio de Bashar al Assad.
Dezenas de bandeiras revolucionárias inundaram a praça central, em Damasco, para saudar um novo ano marcado pela "esperança", depois de meio século de governo de Assad e treze anos de guerra civil sangrenta.
Em Gaza, palco de uma guerra entre Israel e o Hamas desde outubro de 2023, a crise humanitária agravou-se devido à escassez de alimentos, abrigos ou medicamentos.
"O ano de 2024 foi o mais difícil. Perdi muitos entes queridos, incluindo o meu pai", disse Gazan Wafaa Hayaj, em um acampamento de deslocados em Deir al Balah.
- Retornos, mais futebol e calor -
É difícil prever o que 2025 trará, embora os especialistas estimem mais avanços nas tecnologias de inteligência artificial e uma desaceleração da inflação nos últimos anos.
Será também o ano do retorno da banda britânica Oasis após a aparente reconciliação dos explosivos irmãos Gallagher e também das megaestrelas da banda pop coreana BTS após terem concluído o serviço militar.
Em um ano sem grandes torneios de seleções, os torcedores de futebol poderão saciar a vontade de jogos com o novo formato do Mundial de Clubes, que será disputado nos Estados Unidos entre 32 equipes.
Os termômetros também não registrarão mudanças. O Serviço Meteorológico do Reino Unido prevê mais uma vez um ano marcado por calor que provavelmente terminará entre os mais quentes já registrados.
F.Moura--PC