-
EUA anuncia alianças sobre terras raras com UE, Japão e México
-
Ataques israelenses deixam ao menos 25 mortos em Gaza
-
Após Musk, proprietário do Telegram critica Sánchez por seus planos para redes sociais
-
Homem que tentou matar Trump na Flórida em 2024 é condenado à prisão perpétua
-
Washington Post anuncia 'doloroso' plano de demissões
-
Documentário da Netflix analisa caso de Lucy Letby, enfermeira britânica condenada por matar bebês
-
Ucrânia diz que diálogo com Rússia em Abu Dhabi é 'produtivo'
-
Irã autoriza formalmente mulheres a pilotar motocicletas
-
'Ajoelhados, jamais': Venezuela relembra aniversário do golpe de Chávez
-
Restaurador apaga pintura polêmica com rosto de Giorgia Meloni
-
Desinformação sobre o câncer pode atrasar tratamento ou levar à morte
-
Centros de dados em órbita são uma possibilidade diante da demanda de energia para IA
-
Governo alemão recua e descarta boicote à Copa do Mundo de 2026
-
Principal cartel colombiano suspende negociações de paz após acordo entre Trump e Petro
-
Vítimas da tragédia em Mariana esperam justiça por um 'crime muito grande'
-
Aliança China-Rússia é um 'fator de estabilidade', disse Putin a Xi
-
Fenerbahçe acerta contratação de Kanté após intervenção do presidente da Turquia
-
Novo Start, o fim de um tratado nuclear de outra época
-
Arábia Saudita emitirá passaportes para camelos
-
Ex-príncipe Andrew deixa Windsor, mas segue no olho do furacão
-
Ataques israelenses em Gaza deixam ao menos 21 mortos
-
Colômbia e EUA convidarão Venezuela a se juntar à sua nova ofensiva antidrogas
-
Negociadores da Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
-
Acusado de estupro, filho da princesa de Noruega reconhece uma vida de excessos
-
CK Hutchison aciona arbitragem contra Panamá após anulação de sua concessão no canal
-
Milei ante o dilema de negociar com a China e agradar a Trump
-
Ciência lança luz sobre os grafites de Pompeia
-
Takaichi, a primeira-ministra japonesa que cativa a Geração Z
-
ONGs lutam para contabilizar os mortos da repressão no Irã
-
Governos latinos violam direitos humanos sob a proteção das políticas de Trump: HRW
-
Governo italiano garante que ICE não terá nenhum papel 'operacional' nos Jogos de Milão-Cortina
-
Negociadores de Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
-
Papa faz alerta contra 'nova corrida armamentista' com expiração de tratado nuclear EUA-Rússia
-
Diretor da HRW pede aliança de 'potências médias' diante de EUA, Rússia e China
-
Trump diz que é momento de virar a página do escândalo de Epstein
-
Nada mudou em Minneapolis desde a morte de Renee Good, lamentam seus irmãos
-
Noam Chomsky expressou solidariedade a Epstein em 2019
-
Vrabel-Maye, a dupla salvadora dos Patriots apadrinhada por Tom Brady
-
N'Golo Kanté deixa Arábia Saudita para jogar no Fenerbahçe
-
Leonard é selecionado para o All-Star Game; LeBron e Curry jogarão juntos
-
EUA põe fim à paralisação parcial do governo federal
-
Guardiola manifesta solidariedade às vítimas de conflitos em todo o mundo
-
Chavismo exige libertação de Maduro, um mês após sua captura pelos EUA
-
Chefe de segurança da NFL garante que não haverá agentes do ICE no Super Bowl
-
Filho do ex-ditador Muammar Kadafi é assassinado na Líbia
-
Leverkusen vence St Pauli (3-0) e avança às semifinais da Copa da Alemanha
-
Arsenal elimina Chelsea e vai à final da Copa da Liga Inglesa
-
Olympique de Marselha vence Rennes (3-0), alivia crise e vai às quartas da Copa da França
-
Milan vence Bologna (3-0) e diminui distância em relação à líder Inter na Serie A
-
Barcelona vence Albacete e avança à semifinal da Copa do Rei
Jovens finlandeses aprendem a detectar notícias falsas na escola
Na Finlândia, um país líder em educação midiática na Europa, as habilidades necessárias para detectar fraudes fazem parte do currículo educativo, em pleno auge das campanhas de desinformação e notícias falsas.
"Quem já sabia o que é uma trolagem?", pergunta Saara Varmola, professora de língua e literatura finlandesa aos seus alunos de 14 e 15 anos em uma escola em Helsinque.
Em um mundo cada vez mais cheio de notícias falsas, as perguntas chaves são: "quem produz o conteúdo e quem consome? O que você mesmo produz e quais as suas responsabilidades éticas nisso?", explica Varmola.
Ao ensinar os cidadãos a analisar de forma crítica o conteúdo midiático, a desacreditar em fraudes e notícias falsas e a criar seu próprio conteúdo, a Finlândia quer promover a educação na mídia como uma habilidade cívica.
O país nórdico foi um dos primeiros na Europa a definir uma política nacional de educação midiática em 2013.
Em 2019, este ensino passou a fazer parte das disciplinas do ensino fundamental e médio.
Para melhorar as capacidades de adultos e pessoas mais velhas, ONGs e bibliotecas públicas oferecem cursos.
"A educação midiática é essencial para construir resiliência social, e a Finlândia se deu conta disso mais cedo", disse o ministro da Educação, Anders Adlercreutz.
"É muito importante ter a capacidade de avaliar de forma crítica o que é lido, uma vez que os veículos tradicionais produzem cada vez menos a informação que recebemos", acrescenta.
- Visão colaborativa -
Um enfoque colaborativo entre diferentes setores explica o êxito da educação midiática na Flinlândia, com 5,5 milhões de habitantes, segundo Adlercreutz.
"Não é somente na escola, também são os meios de comunicação, os jornais, as empresas, as bibliotecas, os museus... todos fazem parte desse trabalho", explica o ministro.
De acordo com Leo Pekkala, vice-diretor do Instituto Nacional do Audiovisual, órgão responsável pela implementação de políticas de educação para a mídia, tudo se resume à confiança dos finlandeses nas instituições sociais.
"Nós, finlandeses, ainda temos muita confiança na aplicação da lei, no exército, na polícia e no governo. Confiamos em nossos políticos e também em nossa imprensa", diz ele.
- Pensamento crítico -
Na escola de Helsinque, Varmola distribui tarefas de casa para seus alunos com perguntas relacionadas à desinformação online.
“O conteúdo patrocinado é uma forma de influenciar por meio de informações?”, "Os youtubers e streamers podem nos enganar?", pergunta.
“Sim, youtubers, streamers e pessoas que usam mídias sociais podem fazer isso. Na minha opinião, é algo com que você pode se deparar”, diz Bruno Kerman, um estudante do ensino médio, debatendo com outros alunos.
“Sim, e quem os está impedindo?”, continua seu colega Niilo Korkeaoja.
Os alunos explicam que o sistema educacional lhes proporcionou a capacidade de detectar informações suspeitas online, analisar criticamente o conteúdo que consomem e verificar as fontes que encontram nas redes sociais, como TikTok, Snapchat e Instagram.
“Nosso objetivo é promover as habilidades que permitirão que as pessoas pensem e ajam de forma crítica e sejam membros ativos de uma sociedade democrática”, diz Pekkala.
O maior desafio que eles enfrentam é como manter todos os cidadãos a par das mudanças na esfera digital, incluindo a crescente população idosa que pode não ter aprendido a identificar notícias falsas na Internet.
P.Mira--PC