-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
-
Galeria Movimento recebe encontro sobre investimento no terceiro setor
-
Consórcio assume Arena Niterói por 35 anos com R$ 28,1 milhões previstos
-
Phantom Blade Zero se afasta da fórmula tradicional dos soulslike
-
OpenAI apresenta GPT-6 Cyber para pesquisa e defesa digital
-
Marvel avalia ator de Shogun para novo Wolverine, diz rumor
-
Entregas da Black Friday podem ampliar congestionamentos nas metrópoles
Inflação na zona do euro caiu novamente em junho, mas não o suficiente para o BCE
A taxa de inflação anual na zona do euro caiu para 5,5% em junho, em parte devido a uma queda acentuada nos preços da energia, anunciou a agência europeia de estatísticas Eurostat nesta sexta-feira (30).
Em maio, a Eurostat registrou uma inflação para a zona do euro de 6,1%. O resultado de junho foi um pouco melhor do que o projetado pelos analistas da Bloomberg, que esperavam uma inflação de 5,6%.
Na análise dos componentes da inflação, a Eurostat destacou a queda significativa no segmento de energia, que encerrou junho com -5,6%, enquanto em maio havia registrado um tímido -1,8%.
Ainda segundo a Eurostat, o segmento de alimentos (medido junto com tabaco e álcool) passou de 12,5% em maio para 11,7% em junho.
Apesar dessa desaceleração de oito décimos, o segmento de alimentação continua sendo o principal vetor inflacionário, pois segue em alta.
O segmento de serviços cresceu 5,4% em junho (ante 5,0% em maio), enquanto o segmento de bens industriais não energéticos caiu ligeiramente de 5,8% em maio para 5,5% em junho.
Entre as principais economias da zona do euro, a Alemanha registrou taxa de 6,8% em junho, aumento notável em relação aos 6,3% registrados em maio.
A França apresentou inflação de 5,3% em junho (6,0% em maio) e a Itália de 6,7% (8,0% no mês anterior).
Enquanto isso, a Espanha teve um bom desempenho em junho, com a inflação estimada em 1,6%, uma queda acentuada em relação aos 2,9% registrados no mês anterior.
A zona do euro é o grupo de 20 países dos 27 que compõem a União Europeia (UE) que adotam o euro como moeda comum.
Andorra, Mônaco, San Marino e o Vaticano têm acordos com a UE para usar o euro como moeda, mas não fazem parte da zona do euro.
A Eurostat também anunciou nesta sexta-feira que o desemprego na zona do euro permaneceu estável em 6,5% em junho.
- Olhos voltados para o BCE -
Para o economista Jack-Allen Reynolds, da consultoria Capital Economics, a inflação subjacente "significa que o BCE manterá os juros altos".
Segundo ele, o resultado de junho não vai mudar os planos do BCE. "Embora a taxa geral mostre forte tendência de queda, a inflação de serviços não dá sinais de queda", acrescentou.
"Em geral, não há nada neste relatório que possa impedir o BCE de aumentar as taxas novamente em mais 25 pontos-base durante a reunião marcada para julho", disse o especialista.
Na visão de Reynolds, o declínio de 6,1% em maio para 5,5% em junho foi "alinhado com o consenso das previsões".
Por sua vez, Bert Colijn, economista do banco ING, observou que "a inflação geral continua caindo rapidamente devido aos efeitos dos preços da energia, mas a inflação subjacente voltou a subir em junho".
Neste quadro "persistem as preocupações com o crescimento persistente dos salários, uma vez que o desemprego manteve-se em mínimos históricos em maio", disse.
Para Colijn, "o BCE pensa que é mais custoso fazer pouco em termos de aumentos [das taxas de juros] do que fazer muito, o que significa que esperamos que o BCE continue aumentando-as em julho e setembro".
T.Batista--PC