-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
-
Galeria Movimento recebe encontro sobre investimento no terceiro setor
Dior surpreende com desfile feminista e colorido, mas com modelos sóbrios
A Dior apresentou um desfile feminista e colorido na passarela parisiense, nesta terça-feira (26), uma instalação provocativa em tons pop em claro contraste com os pretos, brancos e dourados que dominam seu vestuário.
A estilista italiana Maria Grazia Chiuri se afastou abertamente de seus últimos desfiles, dominados por tons neutros e atmosferas sugestivas para lançar uma mensagem feminista que remetia, por suas cores e imagens, à atual moda "Barbie", após o sucesso nos cinemas do filme de Greta Gerwig.
"Não é ela": o lema gigantesco, reproduzido em telas cor-de-rosa, alternava-se com imagens publicitárias de donas de casa da década de 1940.
Na passarela, desfilavam vestidos de corte impecável, blusas brancas ou pretas, sedas azuladas, transparências pretas, casacos com estampas e um recorte recorrente: uma blusa, ou um vestido, assimétrico, deixando um ombro nu.
"Partimos da ideia do universo das bruxas, mas, sobretudo, dos estereótipos que as acompanham desde a nossa infância, ou das imagens estereotipadas das mulheres parisienses", destacou a estilista.
"São histórias que influenciam a forma como nos vemos" como mulheres, acrescentou.
Na plateia estavam estrelas como Charlize Theron, Jennifer Lawrence e Camille Cottin, a "influencer" Lena Situations e o ator Robert Pattinson.
- Torre Eiffel evanescente -
A instalação foi imaginada pela artista italiana Elena Bellantoni. A artista escolheu cerca de 300 imagens "sexistas" reproduzidas ao longo de décadas, até os nossos dias.
Trata-se de "inverter os espelhos e mudar as regras", explicou a artista.
Com esta colaboração, disse Marie Grazia Chiuri, buscou-se dar um "olhar ativo e crítico" a estas representações da feminilidade.
Uma das principais estampas da coleção é a Torre Eiffel evanescente em casacos ou saias. A malha abraça o corpo sem apertá-lo. As gazes sugerem as formas, enquanto os casacos são retilíneos, quase masculinos.
Os calçados vão de coturnos a sapatos com cadarços que se enrolam nas pernas até ao joelho, lembrando os modelos clássicos da Antiguidade.
- Roupas como joias de Victoria&Tomas -
O casal de estilistas Victoria&Tomas decidiu, para a próxima temporada primavera/verão, que as roupas devem ser tratadas como bijuterias, bordando joias, broches e correntes diretamente na roupa feminina.
A mulher deve ser capaz de "colocar e tirar roupas, para que um vestido possa ser (transformado em) dois, ou três", explicou Victoria Feldman à imprensa após o desfile.
Os vestidos são amplos e com cortes transversais ao longo dos braços, ou das pernas. Broches e zíperes enlaçam a roupa na altura do peito, ou do antebraço. Blusas e calças podem, assim, ser transformadas em uma peça mais curta.
A marca usa uma paleta de cores suaves, nada estridentes, do branco resplandescente, durante o dia, ao preto azeviche, para sair à noite.
Recusam a roupa de escritório e as listras ultrafinas e inserem correntes na altura dos punhos e do peito. E há cobras bordadas.
"É um sinal de fertilidade, de proteção de algo positivo. Por isso, colocamos um pouco dela em todos os lugares", explicou à AFP Victoria, que foi mãe pela segunda vez há dois meses.
A.Santos--PC