-
Estádio Azteca é reinaugurado com empate entre México e Portugal (0-0) e morte de torcedor
-
Kimi Antonelli (Mercedes) vence GP do Japão de F1; Bortoleto é 13º
-
Flávio Bolsonaro elogia 2º mandato de Trump e se vê como presidente do Brasil
-
Rebeldes huthis do Iêmen voltam a atacar Israel e entram na guerra no Oriente Médio
-
Bélgica atropela EUA (5-2) em amistoso a dois meses e meio da Copa
-
Sabalenka vence Gauff e é bicampeã do WTA 1000 de Miami
-
Israel ataca centro de armamento naval iraniano, e fortes explosões são ouvidas em Teerã
-
Tuchel elogia Maguire mas lista outros zagueiros com mais chances de disputar Copa do Mundo
-
Veleiros com ajuda humanitária chegam a Cuba após serem localizados
-
Deschamps anuncia rotações na França para amistoso contra Colômbia
-
Após vitória sem brilho, Argentina liga sinal de alerta a menos de 80 dias da Copa
-
Tribunal francês decide litígio entre Cardiff e Nantes sobre morte de Emiliano Sala
-
Apesar de sanção, Senegal exibe troféu da Copa Africana em amistoso contra o Peru, em Paris
-
Manifestantes anti-Trump protestam em várias cidades dos Estados Unidos
-
Indonésia proíbe uso de redes sociais a menores de 16 anos
-
Manifestantes anti-Trump convocam protestos nos EUA
-
Rebeldes huthis do Iêmen entram na guerra com ataque a Israel
-
Nestlé denuncia roubo de 12 toneladas de chocolates KitKat na Europa
-
Papa Leão XIV denuncia 'abismos entre pobres e ricos' durante visita a Mônaco
-
Ataques russos matam 4 na Ucrânia, atingem porto e maternidade
-
'Cuba é a próxima', afirma Trump
-
Kimi Antonelli conquista pole position em Suzuka; Bortoleto é 9º
-
Met inaugura neste domingo maior exposição sobre Rafael nos EUA
-
EUA espera novas reuniões com Irã
-
Argentina obtém vitória 'histórica' em caso de petrolífera na Justiça americana
-
Wirtz brilha na vitória da Alemanha sobre a Suíça (4-3) em amistoso eletrizante
-
Rapper congolês Gims é acusado de lavagem de dinheiro na França
-
Oyarzabal comanda vitória da Espanha sobre a Sérvia (3-0) em amistoso
-
Bolsas ocidentais temem os efeitos de uma guerra prolongada
-
Adversário do Brasil na Copa, Marrocos empata com Equador (1-1) em amistoso
-
Uruguai e Inglaterra empatam (1-1) em amistoso preparatório para Copa do Mundo
-
Tiger Woods é preso por dirigir sob efeito de substâcias após acidente na Flórida
-
Sem estrelas em campo, Holanda vence Noruega (2-1) de virada em amistoso
-
'Estamos prontos': astronautas chegam ao local de lançamento para missão à Lua
-
ONU estima que haja 10 mil mercenários colombianos em conflitos no mundo
-
Parentes de presos políticos na Venezuela pedem mediação do Vaticano
-
Jiri Lehecka vence Arthur Fils e vai pela 1ª vez à final do Masters 1000 de Miami
-
Anne Hidalgo celebra uma Paris que 'avançou', ao se despedir da Prefeitura
-
Barcelona projeta que Raphinha ficará afastado por 5 semanas
-
EUA e Israel atacam usinas nucleares no Irã
-
Ativista pró-Palestina diz que FBI frustrou plano para matá-la nos EUA
-
Raphinha e Wesley estão fora de amistoso contra Croácia por lesão
-
Grupo pró-Irã hackeia e-mail do diretor do FBI, segundo imprensa dos EUA
-
Veleiros que saíram do México com ajuda para Cuba 'passaram com segurança', diz EUA
-
Novo estádio do Inter Miami terá arquibancada com nome de Messi
-
Transações suspeitas com petróleo antes de anúncio de Trump provocam indignação
-
Argentina se livra de dívida de US$ 16 bi após vitória judicial em Nova York
-
Pierre Gasly quer ser o 'estraga-prazeres' dos grandes da F1
-
Djokovic não vai disputar Masters 1000 de Monte Carlo; Monfils e Kouamé são convidados
-
Tenista belga David Goffin vai se aposentar ao final da temporada
China rejeita acusações de ciberataques feitas por EUA, Reino Unido e Nova Zelândia
A China rejeitou, nesta terça-feira (26), as acusações dos Estados Unidos, Reino Unido e Nova Zelândia de responsabilidade por ciberataques a suas instituições públicas, contra as quais "protestou energicamente".
Os três países denunciaram uma série de ataques cibernéticos ao longo da última década, em uma medida aparentemente destinada a culpar a China.
Em resposta, Pequim insistiu nesta terça-feira que "se opõe e combate todas as formas de ciberataque" e acusou os Estados Unidos de usar a aliança de espionagem Five Eyes "para compilar e disseminar informações falsas sobre ameaças de hackers chineses".
A Aliança Five Eyes reúne Austrália, Canadá, Estados Unidos, Nova Zelândia e Reino Unido em uma rede para compartilhar inteligência.
"A China se opõe veementemente a isso (ataques cibernéticos) e pediu explicações rígidas aos Estados Unidos e as partes relevantes", afirmou Lin Jian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China. Ele alertou que Pequim "tomará todas as medidas necessárias para salvaguardar os direitos e interesses legítimos da China".
A denúncia de Washington detalhou na segunda-feira o que chamou de "prolífica operação global de hacking" para beneficiar, por 14 anos, "objetivos de inteligência estrangeira e espionagem econômica" da China.
A vice-procuradora-geral Lisa Monaco disse que a campanha envolveu mais de 10.000 e-mails enviados a empresas nos Estados Unidos e no exterior, políticos, candidatos a cargos públicos e jornalistas.
Washington indicou que a unidade chamada APT31 foi responsável pelos ataques, chamando de "programa de espionagem cibernética", administrado pelo Ministério de Segurança do Estado chinês na cidade central de Wuhan.
Acusou sete supostos hackers por seu papel no acesso a "contas de e-mail, contas de armazenamento em nuvem e registros de chamadas telefônicas".
- "Ameaça séria" -
Horas depois, o Reino Unido informou que, de 2021 a 2022, o grupo APT31 violou as contas de parlamentares britânicos, muitos deles críticos de Pequim.
O vice-primeiro-ministro britânico, Oliver Dowden, também acusou "uma entidade afiliada à China" de ter "violado" o órgão eleitoral do país, poucos meses antes das eleições gerais. No entanto, esclareceu que as ações contra parlamentares e órgãos foram controladas e não afetarão a votação. Londres sancionou duas pessoas e uma empresa ligada a APT31.
Nesta terça-feira, o Ministério de Relações Exteriores do Reino Unido convocou seu diplomata da embaixada chinesa para condenar tais ciberataques.
"O governo britânico não tolerará atividades ameaçadoras e continuará tomando medidas fortes com parceiros em todo o mundo para respondê-las", afirmou o ministério em comunicado.
No mesmo dia, a Nova Zelândia disse que o seu gabinete de assessoria parlamentar, que elabora e publica leis, foi violado no mesmo período. O país, que tem a China como principal parceiro comercial, culpou o grupo "estatal" APT40 pelo ataque.
O ministro das Relações Exteriores da Nova Zelândia, Winston Peters, instruiu os diplomatas a "falarem com o embaixador chinês hoje para expressar nossa posição e preocupações".
A China acusou nesta terça-feira Washington de realizar uma campanha de ataques cibernéticos.
"As agências chinesas de segurança cibernética divulgaram uma série de relatórios sobre os ataques cibernéticos do governo americano contra a China e outros países, mas o governo dos EUA sempre se faz de bobo", disse Lin.
burs-arb-oho/ssy/mas/zm/jc/fp/yr/aa
O.Gaspar--PC