-
Presidente nega ter "política de vingança" contra tribunal de paz da Colômbia
-
França, Canadá, EUA e China devem "unir forças" por uma IA "segura", diz premiê canadense
-
Ataque maciço ucraniano atinge Moscou no encerramento das legislativas
-
Lille perde para Nice e liderança do Francês fica com o Monaco
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda nas eleições regionais abalam o governo Merz
-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
-
Houthis dizem ter atacado "locais sensíveis" na capital saudita
-
Campeão Arsenal é atropelado pelo Brighton e perde invencibilidade no Inglês
-
Trump proíbe acesso à Casa Branca para CNN, MS NOW e Politico
-
Barcelona encaminha renovação de Raphinha até 2030
-
Atacante argentino Taty Castellanos é acusado de cuspir em adversário na 2ª divisão inglesa
-
Canais CNN e MS NOW têm acesso negado à Casa Branca
-
Organização dos Jogos Asiáticos se desculpa por execução do hino da Coreia do Norte em jogo da Coreia do Sul
-
Pedro Porro é cortado da seleção espanhola por lesão
-
Morre Sandro Mazzola, ídolo da Inter de Milão nos anos 1960
-
EUA aprova venda de US$ 2,7 bilhões em sistemas de defesa para Ucrânia
-
Trump cita 25 'grandes conquistas' antes das eleições de meio de mandato
-
Capital saudita em alerta de ataque aéreo; incêndio perto do aeroporto
-
Homenageada em San Sebastián, Naomi Watts mantém a fome de papéis arriscados
-
Rússia denuncia ciberataques no segundo dia das eleições legislativas
-
Manifestantes protestam no Kennedy Center após ameaça de demolição anunciada por Trump
-
Bolívia elimina subsídio ao diesel
-
Capital saudita emite primeiro alerta aéreo desde a retomada dos combates no Iêmen
-
Dinamarca celebra acordo 'vinculante' com Trump sobre a Groenlândia
-
Anthropic escolhe consultoria para avaliar segurança de sua IA
Mais otimista, FMI melhora perspectivas de crescimento global este ano
A economia global crescerá 3,2% este ano e o mesmo valor no próximo, um sinal de "resiliência extraordinária", com uma melhoria nos países desenvolvidos como os Estados Unidos e nos mercados em desenvolvimento como Índia e Brasil, previu o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta terça-feira (16).
A atualização das perspectivas para a economia mundial inclui poucas alterações em relação à anterior, publicada em janeiro.
"Há certamente diferenças de uma região para outra, mas apesar das previsões pessimistas, a economia resiste e a inflação está próxima da meta", disse aos jornalistas o economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas.
"O caminho tem sido acidentado" devido a problemas na cadeia de abastecimento, à guerra na Ucrânia que desencadeou uma crise energética e alimentar e a um aumento da inflação, seguido de um aumento das taxas de juros, explica o FMI.
Mas "apesar de muitas previsões sombrias, o mundo evitou a recessão", acrescenta.
E apesar das taxas altas e da inflação que varia de um país para outro (próxima da meta na Europa, baixa na China, mas ainda muito alta nos Estados Unidos), a economia mundial não vacila, graças em parte à solidez do emprego e ao consumo.
- Força dos EUA -
É o caso da maior economia do mundo, os Estados Unidos, que deve crescer 2,7% este ano, contra 2,1% previstos há três meses.
"Temos assistido a um aumento considerável tanto no emprego como na produtividade, uma forte demanda dos consumidores e do gasto público", explicou Gourinchas.
Esta tendência não se reflete nas outras economias avançadas, particularmente na zona do euro, onde o já fraco crescimento foi revisado ligeiramente em baixa para 0,8% (-0,1 ponto percentual, pp) devido à fragilidade das duas principais economias da região: Alemanha e França. A Espanha é uma das poucas exceções, com um aumento de 0,4 pp, a 1,9%.
Entre as economias em desenvolvimento, Índia e Brasil são as mais afortunadas.
A demanda interna e o aumento da população economicamente ativa colocam a Índia entre os países que mais crescem no mundo: 6,8%.
O crescimento no Brasil (2,2%, +0,5 pp face à previsão anterior) seria inferior ao de 2023, devido aos efeitos do ajuste monetário e da consolidação orçamentária em andamento, mas melhora em relação à projeção de janeiro.
Por outro lado, a economia mexicana caiu 0,3 pp para 2,4%, entre outros devido a uma contração no setor manufatureiro.
As previsões econômicas do FMI para o resto da região este ano variam consideravelmente: a Bolívia crescerá 1,6%, a Colômbia 1,1%, o Equador 0,1%, o Paraguai 3,8%, o Peru 2,5%, o Uruguai 3,7% e a Venezuela 4%. A América Central progredirá 3,9% e o Caribe 9,7%.
Para a Argentina, o órgão financeiro mantém a previsão de janeiro: o PIB registrará contração de 2,8% este ano em meio ao ajuste fiscal realizado pelo governo do presidente ultraliberal Javier Milei, na tentativa de restaurar a estabilidade macroeconômica.
A previsão para a inflação argentina é igualmente sombria. O FMI projeta que chegará a 250% este ano e cairá para quase 60% em 2025.
- Fragilidade chinesa -
As previsões para a China também não mudaram, com um crescimento de 4,6% esperado para este ano, um sinal de que a desaceleração da sua economia continua.
"As fragilidades observadas desde o ano passado são persistentes. Existem algumas preocupações devido ao baixo consumo interno e devemos esperar que a atividade se mantenha moderada durante algum tempo", sublinhou Gourinchas.
Assim como em 2023, a economia russa permanece sólida este ano, com uma expansão projetada de 3,2% (+0,6 pp em relação a janeiro), apesar das sanções internacionais. A Rússia mantém a expansão devido ao investimento público em gastos militares para financiar a guerra na Ucrânia.
O otimismo do FMI é de curto prazo. Para o futuro, as previsões globais não são animadoras.
As perspectivas estão "abaixo da média anual histórica de 3,8% entre 2000 e 2019", o que reflete "políticas monetárias restritivas e retiradas de apoio fiscal, assim como baixa produtividade subjacente", afirma o relatório conhecido como WEO (World Economic Outlook), que o FMI divulga no início das suas reuniões desta semana em Washington.
No médio prazo, na produção e no comércio, as previsões continuam as "mais baixas em décadas".
F.Ferraz--PC