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Cúpula do Mercosul em Montevidéu busca fechar acordo com a UE
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, chegou a Montevidéu nesta quinta-feira (5) para uma reunião com os presidentes do Mercosul na sexta-feira, com vistas a concluir as negociações para um acordo comercial histórico entre os dois blocos, ao qual França e Itália se opõem ferozmente.
"Nós aterrissamos na América Latina. O objetivo do acordo UE-Mercosul já está à vista. Vamos trabalhar, vamos cruzar a linha de chegada. Temos a oportunidade de criar um mercado de 700 milhões de pessoas", escreveu Von der Leyen na rede social X.
Seu otimismo contrastou com as mensagens enviadas por Paris e Roma no mesmo dia de sua chegada à capital uruguaia, que receberá, na sexta-feira, a Cúpula do Mercosul.
O presidente francês, Emmanuel Macron, reiterou que o projeto de acordo comercial é "inaceitável em seu estado atual". Na mesma linha, a Itália considerou que "não estão reunidas as condições" para assinar um acordo. Ambos insistem em proteger o setor agrícola.
Em Montevidéu, Von der Leyen foi recebida pelo presidente uruguaio, Luis Lacalle Pou, em uma reunião "muito positiva", segundo o chanceler do país anfitrião, Omar Paganini, que antecipou que faltam "detalhes mínimos" para um texto de consenso que permita avançar para um futuro acordo de livre comércio.
A Comissão Europeia, órgão executivo da UE, é a instância negociadora de acordos comerciais do bloco. Mas os tratados devem ser ratificados pelos países para entrarem em vigor.
Os presidentes de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, membros fundadores do Mercosul que buscam fechar o acordo com a UE, darão uma coletiva de imprensa conjunta com Von der Leyen às 9h30 desta sexta-feira (6).
"Esperamos poder dar a boa notícia" do documento finalizado, disse o chanceler uruguaio.
- Vinte e cinco anos de negociações -
Há quase 25 anos, o Mercosul vem negociando um TLC com o bloco europeu que foi adiado inúmeras vezes, em meio a tensões sobre questões sensíveis, como proteção ambiental ou compras públicas.
Já em 2019, a UE e o Mercosul haviam anunciado a conclusão de um pacto, mas o processo foi paralisado sem ratificação. Agora, de acordo com fontes familiarizadas com as negociações consultadas pela AFP, as partes chegarão a um acordo técnico que evoluiu nos últimos cinco anos, com modificações em “vários capítulos”.
Espanha, Alemanha e a maioria dos países europeus estão pressionando para concluir essas negociações prolongadas, alguns meses antes de o republicano Donald Trump assumir a Presidência nos Estados Unidos e dispor, como prometeu, de um aumento generalizado das tarifas alfandegárias.
A Europa espera exportar carros, máquinas e medicamentos para o bloco sul-americano, que faz parte de uma região fortemente influenciada pela China, enquanto o Mercosul espera vender mais gêneros alimentícios, como soja, carne e mel, para a Europa.
Mas o setor agropecuário europeu rejeita em uníssono um acordo com o Mercosul por considerar que vão competir em condições desiguais.
ONGs europeias e ativistas de esquerda acreditam que esse projeto aceleraria o desmatamento da Amazônia e agravaria a crise climática. O Greenpeace denuncia um texto “desastroso” para o meio ambiente.
- Nem tudo está dito e feito -
“Há uma mensagem de apoio irrestrito da Comissão ao Pacto Verde (europeu) e às questões ambientais e acordos comerciais. E para (o presidente brasileiro Luiz Inácio) Lula (da Silva), ele (o TLC) é extremamente importante para conter (Javier) Milei”, o presidente argentino ultraliberal que não é exatamente um fã do Mercosul, explicou à AFP Ignacio Bartesaghi, professor da Universidade Católica do Uruguai e especialista na história do Mercosul.
Um acordo permitiria a Lula “mostrar algum sucesso no Mercosul e apaziguar os ânimos com a flexibilização”, disse o analista, em alusão às exigências do Uruguai de negociar acordos com terceiros sem o consentimento do bloco, uma posição que poderia ser apoiada pela Argentina e que é fortemente combatida pelo presidente brasileiro.
Uma vez finalizado o texto com o Mercosul, ele deve obter a ratificação de pelo menos 15 países do bloco, representando 65% da população, e a maioria do Parlamento Europeu.
Isso ainda está longe de acontecer nesta etapa. Ao repúdio da França e da Itália, soma-se a reticência de Polônia, Áustria e Países Baixos.
No caso do Mercosul, "cada país o aprova e entra em vigor separadamente", disse à AFP uma fonte do bloco próxima às negociações.
A cúpula de Montevidéu, que reunirá os quatro parceiros originais do Mercosul desde 1991, a Bolívia, recentemente integrada, além dos estados associados, incluindo Chile e Colômbia, também receberá o Panamá como membro associado.
G.Teles--PC