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Milei diz na abertura do Congresso que sua motosserra simboliza uma 'mudança de época'
O presidente argentino, Javier Milei, afirmou neste sábado(1º), durante seu discurso na abertura anual do Congresso, que a "motosserra", símbolo de seu plano de desmonte do Estado, representa "uma mudança de época", e pediu apoio para um novo acordo com o FMI.
Considerou que "os olhos do mundo hoje estão voltados para a Argentina" e que, "em alguns casos, até tomam nota" do que sua gestão tem feito "para aplicar em seus próprios países, como está fazendo Elon Musk à frente da agenda de desregulação dos Estados Unidos".
Milei anunciou que a Argentina está perto de fechar um novo acordo com o FMI, que incluiria um empréstimo do Fundo Monetário Internacional para "eliminar os controles cambiais ainda este ano". Ele esclareceu que o pagamento da dívida virá "de um maior ajuste fiscal por meio da redução dos gastos públicos".
Durante a primeira metade de seu discurso de 45 minutos, Milei fez um balanço de seu primeiro ano de governo e classificou seu programa econômico como "o mais bem-sucedido até hoje": "Reduzimos a inflação em uma velocidade sem precedentes", afirmou.
Ele celebrou a demissão de 40.000 funcionários públicos, a extinção do Instituto de Cinema, do Ministério da Mulher, do Instituto contra a Discriminação e da agência estatal de notícias Télam, que classificou como "cabides de emprego para militantes".
Milei também declarou que eliminou as obras públicas, alegando que eram "um dos esquemas de corrupção da política", e convidou a sociedade a "erradicar a mentira de que a obras públicas geram empregos", afirmando que, na realidade, "geram impostos".
Além disso, prometeu promover uma reforma trabalhista, uma reforma tributária estrutural e uma profunda reforma migratória.
O anúncio da reforma trabalhista foi feito no mesmo dia em que o sindicato dos trabalhadores do setor público denunciou uma nova onda de quase 3.000 demissões, em um contexto de 200.000 postos de trabalho perdidos em 2024.
- "Criptogate" -
O discurso foi interrompido várias vezes por aplausos, em um contexto que, em alguns momentos, se assemelhou a um ato partidário, diante da ausência da maioria dos parlamentares.
Em sua intervenção, Milei fez uma referência indireta às acusações sobre sua suposta participação em um esquema fraudulento com criptomoedas: "O Banco Central roubou 110 bilhões de dólares dos argentinos (643 bilhões de reais). Venham agora falar de esquema de pirâmide", disse, antes de afirmar que o Tesouro usará o eventual desembolso do FMI "para pagar sua dívida com o Banco Central".
O chamado "criptogate", que abalou o cenário político argentino, começou em 14 de fevereiro, quando o presidente promoveu, segundo ele, "de boa-fé", uma criptomoeda que entrou em colapso em apenas duas horas, causando perdas bilionárias. O caso está sendo investigado tanto pela Justiça argentina quanto pela americana.
Milei também reiterou neste sábado sua proposta de reduzir a idade da maioridade penal e aumentar as sanções criminais.
Para a consultora política Shila Vilker, a estratégia do governo nos próximos meses será "endurecer ainda mais o discurso e adotar um tom mais agressivo, como mecanismo de defesa para um programa baseado exclusivamente na estabilidade econômica", algo que, segundo muitos economistas, "mais cedo ou mais tarde sofrerá um impacto devido à necessidade de desvalorização".
A.P.Maia--PC