-
Presidente mexicana afirma que comitê da ONU ignorou as conquistas de seu governo em direitos humanos
-
Congressistas democratas dos EUA denunciam 'bombardeio econômico' contra Cuba após visitar Havana
-
Milei recebe Kast após captura frustrada de ex-guerrilheiro chileno na Argentina
-
Wawrinka cai na 1ª rodada do Masters 1000 de Monte Carlo
-
'Mbappé veio ao Real para jogos como este', diz Arbeloa antes de duelo com Bayern na Champions
-
Tudo o que se precisa saber sobre o sobrevoo lunar da missão Artemis II
-
'Há racistas em todos os países', adverte Vini Jr.
-
'Project Maven', o programa de IA utilizado pelos EUA na guerra contra o Irã
-
Os julgamentos coletivos de El Salvador: a angústia de quem paga 'pelos pecadores'
-
Toque de recolher comercial afeta vida noturna na cidade do Cairo
-
Butcha: Quando os assassinos russos chegaram...
-
O Irão, um Estado terrorista sem direito à existência
-
Irã anuncia novos ataques e alerta para represálias 'devastadoras' após ameaças de Trump
-
Poupança de energia no dia-a-dia ou pura extorsão?
-
Direita lidera pesquisas a uma semana das eleições presidenciais no Peru
-
Pepsi e Diageo retiram patrocínio a festival com Kanye West em Londres
-
O que se sabe sobre a corrida para resgatar um piloto americano no Irã
-
Inter goleia Roma (5-2) e segue firme na liderança do Italiano
-
Cristãos libaneses celebram Páscoa em solidariedade com o sul em guerra
-
Perri brilha nos pênaltis e Leeds vai à semifinal da Copa da Inglaterra
-
Trump parece prorrogar prazo ao Irã para reabrir Estreito
-
St. Pauli desperdiça oportunidade de se afastar do rebaixamento no Alemão
-
Candidato da direita na Colômbia denuncia 'interceptações ilegais' do presidente
-
Imprensa americana diz que EUA percorreu regiões profundas do Irã para resgatar piloto
-
Família real britânica aparece unida em missa do domingo de Páscoa
-
Naufrágio deixa mais de 70 desaparecidos no Mediterrâneo, dizem ONGs
-
Ataques israelenses deixam quatro mortos em Gaza
-
Lyon empata sem gols com Angers e emenda 6º jogo sem vitória no Francês
-
Opep+ volta a aumentar cotas de produção em 206.000 barris por dia
-
Israel recorre à IA para aperfeiçoar seu sistema de alerta de ataques aéreos
-
Trump ameaça desatar 'inferno' se Irã não reabrir Estreito de Ormuz
-
PSV Eindhoven é campeão holandês pela 27ª vez
-
Astronautas da Artemis vislumbram 'Grand Canyon' da Lua antes de sobrevoá-la
-
Papa pede que se 'escolha a paz' em sua primeira mensagem de Páscoa
-
Trump anuncia resgate de segundo piloto acidentado no Irã
-
Petro denuncia que líder guerrilheiro suborna oficiais colombianos para evitar prisão
-
Ataques de Israel matam sete pessoas no Líbano
-
Lens perde para Lille e se afasta da briga pelo título francês
-
EUA anuncia prisão de familiares de general iraniano
-
Barcelona vence Atlético e abre 7 pontos do Real Madrid
-
Com Itália fora da Copa, Canadá tenta atrair torcida dos residentes italianos
-
Ataque de Israel mata meninas no Líbano
-
Real Madrid perde para Mallorca e se complica na disputa do título espanhol
-
Barcos franceses zarpam para nova flotilha rumo a Gaza
-
Erdogan e Zelensky se reúnem na Turquia
-
Salvadorenhos confeccionam tapete de sal com mais de 1 km na Semana Santa
-
Meia Oscar se aposenta do futebol após problema cardíaco
-
Real Madrid perde pra Mallorca e se complica na disputa do título espanhol
-
A vida cotidiana dos astronautas da missão Artemis II no espaço
-
Bayern vira sobre Freiburg e vai embalado para duelo com Real Madrid na Champions
Contagem regressiva para tarifas de 50% ao Brasil
Horas antes de entrar em vigor o aumento tarifário sobre muitas importações brasileiras, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apertou ainda mais o cerco sobre os produtos farmacêuticos e a Índia nesta terça-feira (5).
Na semana passada, Trump assinou um decreto que eleva as tarifas aduaneiras entre 15% e 41% para dezenas de parceiros comerciais a partir de 7 de agosto.
O Brasil recebe um tratamento à parte, já que, em seu caso, o aumento para 50% responde principalmente a motivos políticos.
Trump protesta assim contra o julgamento por tentativa de golpe de Estado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem considera vítima de uma "caça às bruxas".
O acréscimo de 50% sobre os bens brasileiros será aplicado a partir da meia-noite desta terça-feira, mas com exceções. Estão isentos suco de laranja, metais preciosos e pasta de celulose, entre outros. Também a aviação civil, algo essencial para a fabricante Embraer, que registrou perdas líquidas de 53,4 milhões no segundo trimestre de 2025.
O café e a carne, no entanto, não escaparam da ofensiva tarifária de Trump, de 79 anos, condenada de forma categórica pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- Soberania "atacada" -
"Nossa democracia está sendo questionada, nossa soberania está sendo atacada, nossa economia está sendo agredida", declarou Lula nesta terça-feira no Itamaraty.
"Em nenhum tarifaço aplicado a outros países, houve tentativa de ingerência sobre a independência dos poderes do país", acrescentou.
Segundo Brasília, 36% das exportações do país aos Estados Unidos serão afetadas por impostos adicionais.
Essa situação lembra a dos produtos canadenses, sujeitos a uma tarifa de 35% desde 1º de agosto, da qual se salvam mais de 85% das exportações para os Estados Unidos, segundo o primeiro-ministro canadense, Mark Carney.
Trump vislumbra novos aumentos, especialmente para a Índia.
– Petróleo russo –
"A Índia não tem sido um bom parceiro comercial, porque eles fazem muitos negócios conosco, mas nós não fazemos negócios com eles. Acordamos 25%, mas acho que vou aumentar isso substancialmente nas próximas 24 horas, porque estão comprando petróleo russo", disse Trump em entrevista à CNBC. Ele não especificou de quanto será o aumento.
O chefe de gabinete do presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, Andrii Yermak, aproveitou a ocasião para denunciar, em mensagem na rede Telegram, a presença de "componentes indianos em drones russos" que são utilizados "na linha de frente e contra civis".
Quanto aos produtos farmacêuticos, o presidente republicano anunciou no início de julho que imporia uma sobretaxa de 200% caso a produção não fosse rapidamente repatriada para o território dos Estados Unidos.
"Vamos inicialmente colocar uma pequena tarifa sobre os produtos farmacêuticos, mas em um ano, um ano e meio no máximo, subirá para 150% e depois para 250%, porque queremos que os produtos farmacêuticos sejam fabricados em nosso país", disse Trump à CNBC.
Ao mesmo tempo, o presidente americano quer reduzir os preços dos medicamentos, que em média são muito mais altos do que na grande maioria dos outros países industrializados.
Em cartas enviadas na semana passada a 17 empresas do setor, Trump pediu que elas reduzissem os preços de seus produtos, sob pena de enfrentar represálias. Elas têm prazo até 29 de setembro para se comprometer com a redução.
As tarifas sobre a indústria farmacêutica são sem dúvida um dos temas na agenda das negociações entre Suíça e Estados Unidos.
A presidenta suíça, Karin Keller-Sutter, e seu ministro da Economia, Guy Parmelin, tentarão reduzir o percentual de 39%, muito superior ao aplicado aos produtos da União Europeia (15%), em negociações em Washington.
Em abril, Trump já havia imposto uma tarifa mínima universal de +10%, que é o que continuarão pagando os produtos de muitos de seus parceiros, incluindo a maioria dos países latino-americanos.
Mas a partir de 7 de agosto, muitos outros terão que pagar sobretaxas de até 41%.
A maioria pagará um adicional de 15%, como Costa Rica, Bolívia, Equador e Venezuela. A Nicarágua, 18%.
O México tem um prazo de 90 dias para negociar os aumentos tarifários, embora já enfrente tarifas adicionais de 25% sobre produtos que não estejam protegidos pelo Tratado de Livre Comércio da América do Norte (T-MEC), do qual faz parte com os Estados Unidos e o Canadá.
Além disso, Trump impôs tarifas específicas a setores como 50% sobre aço, alumínio e cobre, e 25% sobre automóveis e componentes que não se enquadrem no T-MEC.
erl-rsr-els-bys/cyb/mel/cjc/am
X.Brito--PC