-
Lesionado, Shai Gilgeous-Alexander está fora do All-Star Game da NBA
-
Stuttgart vence Holstein Kiel (3-0) e se garante nas semifinais da Copa da Alemanha
-
City volta a vencer Newcastle e vai à final da Copa da Liga contra o Arsenal
-
Com golaço de Endrick, Lyon vence Laval (2-0) e vai às quartas da Copa da França
-
Governo Trump provoca 'erosão democrática' na América Latina, alerta ONG
-
Vítimas de tragédia em Mariana esperam justiça por 'um crime muito grande'
-
Hayes, do Lakers, é suspenso por empurrar mascote do Washington Wizards
-
Envolvido no Caso Epstein, chefe dos Jogos de Los Angeles 2028 é pressionado a renunciar
-
Rússia afirma que não está mais ligada ao tratado Novo Start
-
Martínez segue retido na Venezuela enquanto Corinthians aguarda
-
Principal cartel colombiano suspende diálogos de paz após acordo entre Petro e Trump
-
EUA anuncia retirada 'imediata' de 700 agentes de imigração de Minnesota
-
Pogba fica fora de lista de jogadores do Monaco para mata-mata da Liga dos Campeões
-
Panamá rejeita ameaça da China por anulação de contrato portuário no canal
-
Argentina escolhe Kansas City como base para Copa do Mundo de 2026
-
Após Musk, proprietário do Telegram critica premiê espanhol por seus planos para redes sociais
-
EUA anuncia alianças sobre terras raras com UE, Japão e México
-
Ataques israelenses deixam ao menos 25 mortos em Gaza
-
Após Musk, proprietário do Telegram critica Sánchez por seus planos para redes sociais
-
Homem que tentou matar Trump na Flórida em 2024 é condenado à prisão perpétua
-
Washington Post anuncia 'doloroso' plano de demissões
-
Documentário da Netflix analisa caso de Lucy Letby, enfermeira britânica condenada por matar bebês
-
Ucrânia diz que diálogo com Rússia em Abu Dhabi é 'produtivo'
-
Irã autoriza formalmente mulheres a pilotar motocicletas
-
'Ajoelhados, jamais': Venezuela relembra aniversário do golpe de Chávez
-
Restaurador apaga pintura polêmica com rosto de Giorgia Meloni
-
Desinformação sobre o câncer pode atrasar tratamento ou levar à morte
-
Centros de dados em órbita são uma possibilidade diante da demanda de energia para IA
-
Governo alemão recua e descarta boicote à Copa do Mundo de 2026
-
Principal cartel colombiano suspende negociações de paz após acordo entre Trump e Petro
-
Vítimas da tragédia em Mariana esperam justiça por um 'crime muito grande'
-
Aliança China-Rússia é um 'fator de estabilidade', disse Putin a Xi
-
Fenerbahçe acerta contratação de Kanté após intervenção do presidente da Turquia
-
Novo Start, o fim de um tratado nuclear de outra época
-
Arábia Saudita emitirá passaportes para camelos
-
Ex-príncipe Andrew deixa Windsor, mas segue no olho do furacão
-
Ataques israelenses em Gaza deixam ao menos 21 mortos
-
Colômbia e EUA convidarão Venezuela a se juntar à sua nova ofensiva antidrogas
-
Negociadores da Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
-
Acusado de estupro, filho da princesa de Noruega reconhece uma vida de excessos
-
CK Hutchison aciona arbitragem contra Panamá após anulação de sua concessão no canal
-
Milei ante o dilema de negociar com a China e agradar a Trump
-
Ciência lança luz sobre os grafites de Pompeia
-
Takaichi, a primeira-ministra japonesa que cativa a Geração Z
-
ONGs lutam para contabilizar os mortos da repressão no Irã
-
Governos latinos violam direitos humanos sob a proteção das políticas de Trump: HRW
-
Governo italiano garante que ICE não terá nenhum papel 'operacional' nos Jogos de Milão-Cortina
-
Negociadores de Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
-
Papa faz alerta contra 'nova corrida armamentista' com expiração de tratado nuclear EUA-Rússia
-
Diretor da HRW pede aliança de 'potências médias' diante de EUA, Rússia e China
Contagem regressiva para tarifas de 50% ao Brasil
Horas antes de entrar em vigor o aumento tarifário sobre muitas importações brasileiras, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apertou ainda mais o cerco sobre os produtos farmacêuticos e a Índia nesta terça-feira (5).
Na semana passada, Trump assinou um decreto que eleva as tarifas aduaneiras entre 15% e 41% para dezenas de parceiros comerciais a partir de 7 de agosto.
O Brasil recebe um tratamento à parte, já que, em seu caso, o aumento para 50% responde principalmente a motivos políticos.
Trump protesta assim contra o julgamento por tentativa de golpe de Estado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem considera vítima de uma "caça às bruxas".
O acréscimo de 50% sobre os bens brasileiros será aplicado a partir da meia-noite desta terça-feira, mas com exceções. Estão isentos suco de laranja, metais preciosos e pasta de celulose, entre outros. Também a aviação civil, algo essencial para a fabricante Embraer, que registrou perdas líquidas de 53,4 milhões no segundo trimestre de 2025.
O café e a carne, no entanto, não escaparam da ofensiva tarifária de Trump, de 79 anos, condenada de forma categórica pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- Soberania "atacada" -
"Nossa democracia está sendo questionada, nossa soberania está sendo atacada, nossa economia está sendo agredida", declarou Lula nesta terça-feira no Itamaraty.
"Em nenhum tarifaço aplicado a outros países, houve tentativa de ingerência sobre a independência dos poderes do país", acrescentou.
Segundo Brasília, 36% das exportações do país aos Estados Unidos serão afetadas por impostos adicionais.
Essa situação lembra a dos produtos canadenses, sujeitos a uma tarifa de 35% desde 1º de agosto, da qual se salvam mais de 85% das exportações para os Estados Unidos, segundo o primeiro-ministro canadense, Mark Carney.
Trump vislumbra novos aumentos, especialmente para a Índia.
– Petróleo russo –
"A Índia não tem sido um bom parceiro comercial, porque eles fazem muitos negócios conosco, mas nós não fazemos negócios com eles. Acordamos 25%, mas acho que vou aumentar isso substancialmente nas próximas 24 horas, porque estão comprando petróleo russo", disse Trump em entrevista à CNBC. Ele não especificou de quanto será o aumento.
O chefe de gabinete do presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, Andrii Yermak, aproveitou a ocasião para denunciar, em mensagem na rede Telegram, a presença de "componentes indianos em drones russos" que são utilizados "na linha de frente e contra civis".
Quanto aos produtos farmacêuticos, o presidente republicano anunciou no início de julho que imporia uma sobretaxa de 200% caso a produção não fosse rapidamente repatriada para o território dos Estados Unidos.
"Vamos inicialmente colocar uma pequena tarifa sobre os produtos farmacêuticos, mas em um ano, um ano e meio no máximo, subirá para 150% e depois para 250%, porque queremos que os produtos farmacêuticos sejam fabricados em nosso país", disse Trump à CNBC.
Ao mesmo tempo, o presidente americano quer reduzir os preços dos medicamentos, que em média são muito mais altos do que na grande maioria dos outros países industrializados.
Em cartas enviadas na semana passada a 17 empresas do setor, Trump pediu que elas reduzissem os preços de seus produtos, sob pena de enfrentar represálias. Elas têm prazo até 29 de setembro para se comprometer com a redução.
As tarifas sobre a indústria farmacêutica são sem dúvida um dos temas na agenda das negociações entre Suíça e Estados Unidos.
A presidenta suíça, Karin Keller-Sutter, e seu ministro da Economia, Guy Parmelin, tentarão reduzir o percentual de 39%, muito superior ao aplicado aos produtos da União Europeia (15%), em negociações em Washington.
Em abril, Trump já havia imposto uma tarifa mínima universal de +10%, que é o que continuarão pagando os produtos de muitos de seus parceiros, incluindo a maioria dos países latino-americanos.
Mas a partir de 7 de agosto, muitos outros terão que pagar sobretaxas de até 41%.
A maioria pagará um adicional de 15%, como Costa Rica, Bolívia, Equador e Venezuela. A Nicarágua, 18%.
O México tem um prazo de 90 dias para negociar os aumentos tarifários, embora já enfrente tarifas adicionais de 25% sobre produtos que não estejam protegidos pelo Tratado de Livre Comércio da América do Norte (T-MEC), do qual faz parte com os Estados Unidos e o Canadá.
Além disso, Trump impôs tarifas específicas a setores como 50% sobre aço, alumínio e cobre, e 25% sobre automóveis e componentes que não se enquadrem no T-MEC.
erl-rsr-els-bys/cyb/mel/cjc/am
X.Brito--PC