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Operações anti-imigração assustam funcionários e clientes de restaurantes no Texas
As operações anti-imigração no Texas estão afetando o restaurante de Oscar García Santaella. Uma de suas funcionárias tem medo de ir trabalhar, enquanto a clientela, a maioria latina, evita sair de casa para reduzir os riscos de detenção.
Com 54 anos e originário do México, García é um empresário da gastronomia. Um de seus negócios é a taqueria Los Primos, em Houston, com pratos mexicanos como tacos ou quesadillas, que já fazem parte do cardápio convencional texano.
Neste estado conservador do sul dos Estados Unidos, onde o presidente Donald Trump tem amplo apoio, 40% da população é latina. Seu dinheiro movimenta a economia.
Como parte das políticas de deportação em massa de imigrantes sem permanência legal no país, os agentes do ICE — a Polícia de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos — têm realizado buscas nas ruas, muitas delas registradas e divulgadas nas redes sociais.
O ICE também esteve em um complexo de apartamentos próximo ao restaurante do Oscar.
"Eles ficaram uma semana. E tanto naquela semana quanto na semana seguinte não tivemos vendas. Foi muito ruim, porque as pessoas tinham medo" de sair, acrescentou.
"E uma funcionária que mora lá nos ligou para dizer que não poderia ir trabalhar porque a imigração chegou e levou um de seus primos. Então, sim, isso está nos afetando diretamente", contou.
"Isso afetou de forma geral os restaurantes nos Estados Unidos, pois tenho amigos em várias cidades que possuem restaurantes, converso com eles. No nosso caso, nossas vendas caíram 40%", comentou.
De acordo com a Associação de Restaurantes do Texas, durante o segundo trimestre do ano, 23% dos seus associados perderam funcionários, 21% relataram ter recebido menos pedidos de emprego e 16% afirmaram ter perdido clientes.
Até 2022, viviam nos Estados Unidos pelo menos 11 milhões de imigrantes considerados ilegais, segundo dados oficiais. Um número que pode ter subido para quase 14 milhões, de acordo com a ONG Instituto de Políticas Migratórias.
Com seu trabalho, os imigrantes sem documentos pagaram quase 97 bilhões de dólares (506 bilhões de reais na cotação da época) em impostos somente em 2022, de acordo com a organização Americans for Tax Fairness.
De acordo com dados de 2024 do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, quase metade da força de trabalho estrangeira é latina ou hispânica.
- Uma solução -
O Texas é um território em constante desenvolvimento imobiliário e industrial, com pessoas até mesmo se mudando de outros estados.
"Parte disso se deve ao fato de sermos vítimas do nosso próprio sucesso. Somos o maior empregador do setor privado no Texas, e muitos restaurantes não têm funcionários suficientes. O mesmo acontece com as fazendas, os ranchos, os frigoríficos, toda a cadeia produtiva. E o resultado é que os alimentos ficam mais caros", explicou Kelsey Erickson Streufert, porta-voz da Associação de Restaurantes do Texas.
Ele informou que se uniram a líderes do setor em todo o país para pedir ao presidente Trump "que faça exatamente o que sugeriu, que é criar permissões de trabalho temporárias para imigrantes em todo o sistema alimentar americano".
"Não estamos falando de anistia. Não estamos falando necessariamente de cidadania, mas da possibilidade de ocupar uma vaga de emprego, pagar impostos e cumprir a lei. Essa medida beneficiará todos os americanos em termos de acesso a alimentos e serviços acessíveis", explicou.
"Posso garantir que 95% das pessoas que conheci na indústria de restaurantes são pessoas honradas (...) São pessoas que vão da casa para o trabalho e do trabalho para casa", afirma Oscar.
A.Magalhes--PC