-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
-
Fiorentina empata com Napoli e se mantém invicta com Paolo Vanoli
-
Itália quer proibir a burca nas escolas, diz Meloni
-
Eleições regionais na Alemanha podem abalar o governo de Merz
-
Presidente do PSG é investigado na França por conflito de interesses
-
Drones ucranianos atingem Moscou no último dia das eleições legislativas
-
Coreia do Norte lança dois mísseis balísticos em direção ao mar
-
Israel anuncia detenção de suposto autor de ataque na Cisjordânia
-
Eleições regionais na Alemanha pode abalar o governo de Merz
-
Coreia do Norte lança dois projéteis no Mar do Leste
-
Rússia enfrenta grande ataque de drones ucranianos no último dia das eleições legislativas
-
Irã informou aos Estados Unidos condições para reabertura de Ormuz
-
Coalizão liderada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Cuba restabelece conexão da rede elétrica, mas apagões continuam
-
De volta aos palcos, Ed Sheeran diz que situação em Gaza é "injustificável"
-
Ed Sheeran volta aos palcos em meio à polêmica sobre os palestinos
-
Cuba restabelece conexão elétrica após novo apagão generalizado
-
Coalizão chefiada por sauditas acusa houthis de disparar míssil balístico contra Riade
-
Com hat-trick de Raphinha, Barça vence Sevilla e segue 100% no Espanhol
-
Paris FC e Lyon seguem invictos e entram na zona da Champions no Francês
-
Bachelet desiste de candidatura para chefiar secretaria-geral da ONU
-
Jogador do Cienciano denuncia "mala preta" de dirigente do City Torque na Sul-Americana
-
Borussia Dortmund mantém 100% de aproveitamento e se isola na liderança do Alemão
-
Trump diz que não vai tolerar as tentativas de frear o desenvolvimento da IA
-
Houthis do Iêmen reivindicam ataques contra a capital saudita
-
Inter arranca empate com Roma no duelo entre líderes do Campeonato Italiano
-
Houthis dizem ter atacado "locais sensíveis" na capital saudita
-
Campeão Arsenal é atropelado pelo Brighton e perde invencibilidade no Inglês
-
Trump proíbe acesso à Casa Branca para CNN, MS NOW e Politico
-
Barcelona encaminha renovação de Raphinha até 2030
-
Atacante argentino Taty Castellanos é acusado de cuspir em adversário na 2ª divisão inglesa
-
Canais CNN e MS NOW têm acesso negado à Casa Branca
-
Organização dos Jogos Asiáticos se desculpa por execução do hino da Coreia do Norte em jogo da Coreia do Sul
-
Pedro Porro é cortado da seleção espanhola por lesão
-
Morre Sandro Mazzola, ídolo da Inter de Milão nos anos 1960
-
EUA aprova venda de US$ 2,7 bilhões em sistemas de defesa para Ucrânia
-
Trump cita 25 'grandes conquistas' antes das eleições de meio de mandato
-
Capital saudita em alerta de ataque aéreo; incêndio perto do aeroporto
-
Homenageada em San Sebastián, Naomi Watts mantém a fome de papéis arriscados
-
Rússia denuncia ciberataques no segundo dia das eleições legislativas
-
Manifestantes protestam no Kennedy Center após ameaça de demolição anunciada por Trump
-
Bolívia elimina subsídio ao diesel
-
Capital saudita emite primeiro alerta aéreo desde a retomada dos combates no Iêmen
-
Dinamarca celebra acordo 'vinculante' com Trump sobre a Groenlândia
-
Anthropic escolhe consultoria para avaliar segurança de sua IA
-
Trump anuncia acordo de segurança 'permanente' sobre Groenlândia
-
CEOs da Nvidia e da OpenAI estão entre convidados para jantar com Xi na Casa Branca
-
CEO da OpenAI fará apresentação ao Conselho de Segurança da ONU
-
Trump veta acesso dos veículos CNN, MSNOW e Politico à Casa Branca
-
Cuba sofre novo apagão geral em meio a crise econômica
Cúpula Celac-UE acontece na Colômbia em meio a tensões com EUA
A cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e da União Europeia (UE) está sendo realizada neste domingo (9) na Colômbia, com notáveis ausências e em um contexto de tensões com os Estados Unidos na região.
Dos 33 membros da Celac e 27 da UE, apenas nove chefes de Estado ou de governo participam do encontro, que ocorre até segunda-feira em Santa Marta (norte). Entre eles estão o presidente do Conselho Europeu, António Costa, o presidente do Governo da Espanha, Pedro Sánchez, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"Quero que a Celac seja um farol de luz em meio à barbárie" e que demonstre que "nos encontrarmos" e "dialogar" ainda é possível, disse o anfitrião Gustavo Petro, presidente da Colômbia.
A quarta reunião entre os dois blocos — que sucede a de Bruxelas em 2023 — acontece sob a sombra dos constantes ataques do governo de Donald Trump contra supostas lanchas carregadas de drogas no Caribe e no Pacífico, operações que deixaram dezenas de mortos.
"Só se pode recorrer à força por dois motivos: em defesa própria ou por resolução do Conselho de Segurança da ONU", declarou sobre as operações marítimas americanas a vice-presidente da Comissão Europeia, Kaja Kallas, na abertura do encontro.
Kallas chegou à Colômbia após o cancelamento de última hora da visita da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
Lula, aliado de Petro, reiterou sua preocupação com a presença militar dos Estados Unidos na região.
"A ameaça de uso da força militar voltou a fazer parte do cotidiano da América Latina e do Caribe. Velhas manobras retóricas são recicladas para justificar intervenções ilegais", afirmou.
Trump acusa o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de pertencer a um cartel de drogas e já chamou Petro de "líder do narcotráfico".
Maduro, ausente em Santa Marta, pediu a proclamação da "defesa incondicional de nossa América como Zona de Paz". "Rejeitemos de forma categórica qualquer militarização", afirmou em uma carta de sete páginas divulgada em Caracas.
Petro, que denunciou as "execuções extrajudiciais" dos Estados Unidos em alto-mar, havia mencionado dias antes pressões de Washington para que alguns países não participassem do evento, em razão de suas críticas aos ataques americanos.
– "Parceiro comercial estável" –
Os poucos chefes de Estado e de governo presentes tiraram uma foto oficial segurando uma mochila arhuaca, tradicional dos povos indígenas de Santa Marta, antes de uma reunião a portas fechadas.
Para a politóloga colombiana Sandra Borda, a "pouca coreografia" e a "muita improvisação" na organização da cúpula também desestimularam a participação.
Além dos líderes do Brasil, Espanha e da UE, participam os de Portugal, Países Baixos, Guiana, Dominica, São Cristóvão e Névis e Granada.
O objetivo oficial da cúpula é abordar temas relacionados ao comércio, à transição energética e à cooperação no combate ao crime organizado.
"Em todo o mundo vemos uma tendência ao fechamento, ao isolacionismo. Mas não podemos nos fechar. Pelo contrário. (...) A posição europeia é clara: continuaremos sendo um parceiro comercial estável, previsível e com princípios para a Celac", afirmou Kallas.
A declaração final, de caráter não vinculante, será lida ainda neste domingo.
Uma fonte da União Europeia antecipou à AFP que o texto incluirá uma postura mais dura em relação à guerra na Ucrânia — que o bloco Celac não condenou oficialmente —, uma menção ao conflito em Gaza e uma referência, sem citar diretamente os Estados Unidos, aos ataques no Caribe.
Na segunda-feira, ocorrerão reuniões secundárias, sem a presença da maioria dos líderes.
T.Vitorino--PC