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Exército sírio reforça seus contingentes contra os curdos
O exército sírio concentrou reforços, nesta terça-feira (20), no nordeste do país para enfrentar as forças curdas, que se mobilizam após o colapso das negociações entre os dois lados.
O presidente sírio, o islamista Ahmed al-Sharaa, e o líder curdo, Mazlum Abid, deveriam ter finalizado um acordo na segunda-feira para integrar as instituições civis e militares curdas ao Estado sírio. Mas acabaram se despedindo sem assinar nenhum pacto.
"As negociações (...) fracassaram completamente", disse Abdel Karim Omar, representante da administração autônoma curda em Damasco, à AFP nesta terça-feira.
Segundo ele, "a única exigência [das autoridades do Estado central] é a rendição incondicional" dos curdos, um importante grupo minoritário localizado principalmente no nordeste da Síria.
Mais tarde, Elham Ahmad, outra autoridade da administração autônoma, indicou que os curdos estão em contato com Israel e "abertos" a receber apoio de "qualquer fonte".
Durante a guerra civil (2011-2024), os curdos estabeleceram uma zona autônoma no norte e nordeste da Síria. Por anos, lideraram as poderosas Forças Democráticas da Síria (FDS), a ponta de lança da luta contra o grupo jihadista Estado Islâmico, derrotado na Síria em 2019.
Washington apoiou as FDS por anos, mas agora apoia as autoridades de Damasco, que se esforçam para unificar o país sob seu comando.
Na segunda-feira, um dia após o anúncio de um cessar-fogo, o exército sírio mobilizou tropas em áreas do leste e norte, principalmente nas províncias predominantemente árabes de Raqqa e Deir ez-Zor, das quais as FDS haviam se retirado pouco antes.
Apesar do cessar-fogo, três soldados morreram em confrontos esporádicos, segundo o exército.
Nesta terça-feira, um correspondente da AFP em Raqqa observou um grande comboio blindado do exército dirigindo-se para o reduto curdo de Hasakah, na zona autônoma.
Em resposta, as FDS convocaram "jovens curdos, homens e mulheres", da Síria e do exterior, a "juntarem-se às fileiras da resistência".
Centenas de civis armados foram às ruas na zona autônoma.
"Apoiamos nossos filhos para que defendam as nossas cidades", declarou Hasina Hammo, uma mulher de 55 anos em Hasakah, com um fuzil Kalashnikov na mão.
Os curdos são um povo sem Estado próprio e estão espalhados por Síria, Turquia, Iraque e Irã.
Os movimentos e partidos curdos na Turquia expressaram sua solidariedade nesta terça-feira. No Curdistão iraquiano, cerca de 100 curdos viajaram de ônibus em direção à fronteira, em uma tentativa de chegar a Hasakah. "Vou apoiar meus camaradas", disse Nuredin Omar, de 26 anos, à AFP.
E.Paulino--PC