-
Irã poderá antecipar sua viagem a Seattle para 3º jogo na Copa, anuncia técnico
-
Messi e os dois presentes de aniversário que o aguardam contra a Áustria
-
Alemanha vence Costa do Marfim de virada (2-1) e avança em 1º lugar à próxima fase da Copa
-
Equador se complica na Copa ao empatar (0-0) com Curaçao, que conquista ponto histórico
-
Bielsa critica pausas para hidratação na Copa: "Tira muito" do futebol
-
"Lamine pode ser o maior talento do mundo", diz técnico da Arábia Saudita
-
Irã e EUA iniciam negociações na Suíça neste domingo
-
Cabo Verde quer competir 'sem medo', diz técnico antes de enfrentar o Uruguai
-
Alemanha vence Costa do Marfim de virada (2-1) e se garante na próxima fase da Copa
-
Zagueiro Saliba, da seleção francesa, diz que está jogando Copa com dores nas costas
-
Militares e policiais liberam vias em meio a estado de exceção na Bolívia
-
Raphinha passará por 'tratamento intensivo' após sofrer lesão contra o Haiti na Copa
-
Vice-presidente dos EUA viaja à Suíça para negociações com Irã
-
Com problemas respiratórios, Doku vai desfalcar a Bélgica contra o Irã
-
Al Jazeera anuncia morte de jornalista em bombardeio na Faixa de Gaza
-
Autoridade do Exército de Israel diz que recebeu ordem de trégua no Líbano
-
Países Baixos goleiam Suécia (5-1) e entram na briga pela liderança do Grupo F da Copa
-
Professores encerram 20 dias de protestos na Cidade do México
-
Zverev perde para Fritz e cai na semifinal do ATP 500 de Halle
-
Aos 46 anos, Ronaldinho retorna ao futebol para jogar na 3ª divisão italiana
-
Real Madrid nega contato para contratar Olise
-
Brasil mostra nova cara contra o Haiti, enquanto aguarda enfrentar gigantes na Copa
-
Em meio ao caos geopolítico, Irã desafia a Bélgica em campo
-
Funeral de David Hockney foi realizado na mais estrita intimidade, diz assessora
-
Após decepção na estreia, Laporte acredita em virada de chave da Espanha contra Arábia Saudita
-
Sabalenka perde para Pegula e cai na semifinal do WTA 500 de Berlim
-
Uruguai busca reação contra Cabo Verde para avançar na Copa do Mundo
-
Irã anuncia fechamento do Estreito de Ormuz em resposta aos ataques de Israel no Líbano
-
Espanha tem teste decisivo contra a Arábia Saudita no domingo
-
Juiz espanhol determina julgamento e apreensão do passaporte de esposa de Sánchez
-
Presidente Paz decreta estado de exceção na Bolívia após mais de seis semanas de protestos
-
Vini Jr. assume papel de líder na Seleção que sonha com o hexa
-
Copa do Mundo chega a 1.000 partidas e Alemanha pode voltar a um mata-mata
-
Paraguai sofre com um a menos mas vence Turquia (1-0), que está eliminada da Copa do Mundo
-
Paraguaio Almirón é o primeiro expulso por tapar a boca na Copa do Mundo
-
Brasil fez uma 'partida completa', diz Ancelotti, que espera Neymar contra Escócia
-
Brasil ganhou 'confiança' para a Copa com 'atuação excelente' contra o Haiti, diz Vini Jr
-
Brasil elimina Haiti (3-0) e lidera Grupo C da Copa do Mundo
-
Governo da Bolívia e central sindical fecham acordo para levantar protestos
-
Curaçao deve aproveitar Copa do Mundo com realismo, diz técnico Dick Advocaat
-
Técnico do Equador pede cautela contra Curaçao: 'Não somos a Alemanha'
-
Timber está fora e De Jong é dúvida na seleção holandesa contra a Suécia
-
Governo da Bolívia e central sindical fecham acordo após semanas de crise
-
Marrocos vence Escócia (1-0) pelo grupo do Brasil na Copa
-
James Burrows, diretor de 'Friends', morre aos 85 anos
-
Neutralizar 'velocidade' da Costa do Marfim será fundamental para vitória, diz técnico da Alemanha
-
Bradley Barcola agita concorrência no ataque da França
-
Yan Diomandé, da Costa do Marfim, vive Copa do Mundo como homenagem à irmã falecida
-
Kane diz que viveu um de seus melhores momentos com a seleção da Inglaterra ao som de 'Wonderwall'
-
Museu de IA oferece imersão sensorial na Floresta Amazônica
UE e Índia assinam acordo comercial histórico após duas décadas de negociações
União Europeia (UE) e Índia formalizaram, nesta terça-feira (27), um acordo comercial histórico após duas décadas de negociações, que criará uma zona de livre comércio de 2 bilhões de pessoas.
Em um contexto geopolítico incerto, o pacto tem o objetivo de proteger as partes da concorrência chinesa e dos efeitos da guerra tarifária iniciada pelos Estados Unidos.
"O acordo trará muitas oportunidades", celebrou o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, antes de uma reunião com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
"Representa quase 25% do PIB mundial e um terço do comércio internacional", acrescentou.
"Europa e Índia fizeram história hoje", afirmou Von der Leyen na rede social X. "Concluímos a mãe de todos os acordos. Criamos uma zona de livre comércio de 2 bilhões de pessoas que beneficiará as duas partes", acrescentou.
Os últimos obstáculos para a conclusão do texto, que prevê a redução de tarifas das duas partes, foram superados na segunda-feira, durante as negociações finais.
Segundo Bruxelas, a redução das tarifas indianas sobre as importações europeias deve permitir à UE economizar por ano até 4 bilhões de euros (4,75 bilhões de dólares, 25,1 bilhões de reais).
As autoridades da UE afirmaram que o acordo é o mais ambicioso que a Índia já assinou e que as empresas europeias serão beneficiadas pela denominada "vantagem do pioneiro".
Setores cruciais na Europa, como agricultura, automóveis e serviços, terão vantagens, especialmente produtos emblemáticos como o vinho, o azeite ou os alimentos processados como a massa, o pão ou o chocolate.
Contudo, alguns produtos agrícolas sensíveis, como a carne bovina, o arroz e o açúcar, cuja inclusão em um acordo recentemente alcançado com o Mercosul provocou a ira dos agricultores europeus, ficaram de fora do acordo.
No dia 17 de janeiro, a UE assinou o acordo que cria outra das maiores zonas de livre comércio do mundo, com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, após mais de 25 anos de negociações. O Parlamento Europeu, no entanto, o remeteu à Justiça do bloco, o que suspendeu sua ratificação por 18 meses.
- Automóveis, vinho, chocolate -
Com o acordo, as tarifas da Índia sobre os veículos fabricados na Europa passarão de 110% para 10%, as do vinho de 150% para 20% e as da massa ou do chocolate, atualmente de 50%, serão totalmente eliminadas, segundo as autoridades europeias.
Além disso, as tarifas aplicadas por Nova Délhi serão reduzidas de 11% a zero no setor aeronáutico.
"A UE espera ser beneficiada pelo nível de acesso mais elevado já concedido a um parceiro comercial ao mercado indiano, tradicionalmente protegido", afirmou Von der Leyen ao desembarcar na Índia no domingo.
A Alemanha, cujos carros serão diretamente beneficiados, elogiou o acordo como motor de "crescimento e empregos".
A Índia espera fortalecer as exportações de têxteis, joias, pedras preciosas e produtos de couro, segundo Modi.
A UE concederá a Nova Délhi uma cota de aço que poderá ser exportada para a Europa sem tarifas de 1,6 milhão de toneladas por ano.
Em 2024, as partes negociaram mercadorias em 120 bilhões de euros (142 bilhões de dólares, 751 bilhões de reais, um aumento de quase 90% em 10 anos) e serviços no valor de 60 bilhões de euros (71 bilhões de dólares, 375 bilhões de reais), segundo estatísticas da UE.
Bruxelas observa com apetite o imenso mercado do país mais populoso do planeta, com 1,5 bilhão de habitantes, e seu forte crescimento, de 8,2% em ritmo anual no último trimestre.
Segundo as previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI), a Índia deve superar neste ano o Japão como a quarta maior economia mundial, atrás dos Estados Unidos, China e Alemanha. E o país poderá subir ao pódio antes de 2030, segundo o governo.
Nova Délhi considera a Europa uma fonte indispensável de tecnologias e investimentos, necessários para a Índia acelerar sua modernização e criar milhões de empregos.
UE e Índia também pretendem assinar um acordo sobre a circulação de trabalhadores temporários, o intercâmbio de estudantes, pesquisadores e profissionais altamente qualificados, além de um pacto de segurança e defesa.
E.Borba--PC