-
Violência política sacode a Colômbia com ameaças a presidente e senadora
-
Policiais protestam na Argentina por melhores salários e atenção à saúde mental
-
Retirada de bandeira arco-íris revolta comunidade LGBTQ+ em Nova York
-
Atlético de Madrid recebe Barça na Copa do Rei com Julián Álvarez e gramado questionados
-
LeBron tem sequência incrível interrompida após lesão o deixar de fora da partida contra Spurs
-
FBI divulga imagens de indivíduo ligado a desaparecimento da mãe de apresentadora
-
Cilic conquista 600ª vitória na ATP, ficando atrás apenas de Djokovic
-
United arranca empate, Chelsea tropeça e Tottenham perde em casa na Premier League
-
Freiburg elimina Hertha Berlim nos pênaltis e vai às semis da Copa da Alemanha
-
Governo da Colômbia e ELN negociavam em sigilo antes de reunião com Trump
-
Aliado de María Corina inicia prisão domiciliar após pedir eleições na Venezuela
-
'É para vocês', diz patinador americano em homenagem aos pais, falecidos em acidente de avião
-
Gisèle Pelicot explica por que quis que seu julgamento fosse público
-
Secretário de Comércio dos EUA admite que visitou ilha de Epstein
-
Responsáveis por agências migratórias participam de audiência tensa no Congresso dos EUA
-
Ingram substitui o lesionado Stephen Curry no All-Star Game da NBA
-
Shows de bandas de heavy metal são cancelados na Turquia após pressão islamista
-
Cubanos recorrem a carvão e energia solar para driblar crise energética
-
Progressistas democratas propõem resolução para pôr fim à Doutrina Monroe nos EUA
-
Cinco cabeças de chave são eliminadas do WTA 1000 de Doha; Swiatek e Rybakina avançam
-
Responsáveis por agências migratórias comparecem ao Congresso dos EUA
-
Biatleta norueguês confessa infidelidade após ganhar medalha de bronze nos Jogos de Inverno
-
Da guerra ao ringue: o boxe como terapia para meninas e adolescentes em Gaza
-
Filho da princesa da Noruega nega que uma das denunciantes de estupro estivesse dormindo
-
França faz apelo a testemunhas após detenção de acusado de abusar de 89 menores
-
'Nova' Fórmula 1 inicia temporada com testes oficiais no Bahrein
-
Aliado de Machado é transferido para prisão domiciliar após 2ª detenção na Venezuela
-
Prefeito e presidente de clube de futebol são presos por suspeita de corrupção no Equador
-
América do México anuncia contratação por empréstimo do meia Lima, do Fluminense
-
Citado nos arquivos do caso Epstein, ex-atacante francês Franck Ribéry denuncia 'fake news'
-
Telefónica, dona da Vivo, vende filial no Chile e aprofunda saída da América Latina
-
Campeã olímpica do esqui alpino recebe nova medalha após a primeira quebrar
-
Starmer afirma que seu governo está 'forte e unido' apesar do escândalo Epstein
-
Filho da princesa da Noruega nega que sua segunda suposta vítima estivesse dormindo
-
JD Vance chega ao Azerbaijão em viagem de paz após visitar a Armênia
-
Parlamento Europeu aprova regras para endurecer a política migratória
-
Sagrada Família em Barcelona chega ao topo com conclusão de obras em aberto
-
Parlamento Europeu adota salvaguardas para agricultores em acordo com Mercosul
-
Chile lança Latam-GPT, IA que busca romper preconceitos sobre a América Latina
-
ONG faz buscas aéreas por barcos de migrantes em perigo
-
Começa julgamento nos EUA contra redes sociais acusadas de gerar dependência em crianças
-
O sucesso dos aplicativos de 'desconexão' contra os algoritmos
-
Quenianos relatam mentiras e traumas do recrutamento forçado russo
-
Netanyahu viaja aos EUA para se reunir com Trump e pressionar contra o programa de mísseis do Irã
-
Chappell Roan deixa sua agência após CEO da empresa aparecer nos arquivos de Epstein
-
COI autoriza atleta ucraniano a utilizar braçadeira preta em homenagem aos mortos na guerra
-
Arquivos Epstein mancham reputação de empresários, políticos e realezas
-
Polícia sul-coreana faz operação em agência de inteligência por incursão de drones na Coreia do Norte
-
Janeiro combinou extremos de calor no hemisfério sul e frio intenso no norte
-
Ameaças comerciais dos Estados Unidos não terminaram, diz Macron
Rússia afirma que não está mais ligada ao tratado Novo Start
A Rússia afirmou nesta quarta-feira (4) que não está mais ligada ao acordo de desarmamento nuclear Novo Start, que expira amanhã, mas ressaltou que vai agir com "prudência e responsabilidade".
O acordo foi assinado em 2010, em Praga, pelos então presidentes Barack Obama e Dimitri Medvedev. Naquele momento, era um dos componentes cruciais da chamada política do "reset", um recomeço na tentativa de Washington de "restabelecer" relações com o Kremlin.
O Novo Start limita os arsenais das duas potências nucleares a um máximo de 1.550 ogivas estratégicas ofensivas para cada uma, o que representa uma redução de quase 30% em comparação com o limite anterior, fixado em 2002. Também limita o número de lança-mísseis e bombardeiros pesados a 800.
A expiração do acordo marcaria a transição para uma ordem nuclear menos regulada, embora as inspeções tenham sido suspensas em 2023, devido à ofensiva russa lançada na Ucrânia em fevereiro de 2022.
O Ministério das Relações Exteriores russo afirmou que Moscou não está mais vinculada ao acordo: "Assumimos que as partes do Novo Start já não estão ligadas a nenhuma obrigação nem declaração simétrica no contexto do tratado."
Segundo seu assessor diplomático, o presidente Vladimir Putin enfatizou hoje, em conversa com o líder chinês, que "agiremos com prudência e responsabilidade nesta situação".
"Continuamos abertos a encontrar vias de negociação e garantir a estabilidade estratégica", ressaltou Yuri Ushakov, que levantou a possibilidade de conversas de última hora.
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, reiterou a posição de Donald Trump de que qualquer acordo nuclear com a Rússia deveria incluir a China: "O presidente deixou claro que, para alcançar um verdadeiro controle de armas no século XXI, é impossível fazer qualquer coisa que não inclua a China, devido ao seu arsenal amplo e rapidamente crescente."
A China é a terceira maior potência nuclear, muito atrás de Rússia e Estados Unidos, e sua trajetória ascendente causa preocupação em Washington.
O papa Leão XIV alertou hoje para o risco de uma nova corrida armamentista. "Faço um apelo urgente para que não abandonem esse instrumento sem tentar garantir que haja um acompanhamento concreto e eficaz", disse o pontífice americano, que considera "mais urgente do que nunca substituir a lógica do medo e da desconfiança por uma ética compartilhada".
"Façam todo o possível para evitar uma nova corrida armamentista, que ameaçaria ainda mais a paz entre as nações", pediu o papa, ao encerrar sua audiência semanal no Vaticano.
burs/jmo/lb/ial/mb/erl-an/cjc/lb/am
L.Carrico--PC