-
Indicado de Trump para liderar Segurança Interna passa por audiência tensa no Senado
-
Barcelona atropela Newcastle (7-2) e vai às quartas da Champions
-
Rastreadores apontam que petroleiro russo envia petróleo para Cuba
-
Com lesão no tornozelo, Barcola vai desfalcar PSG por várias semanas
-
Mastantuono é a grande ausência na lista de convocados da Argentina para amistoso contra Guatemala
-
Presidente da Venezuela destitui Padrino, leal ministro da Defesa de Maduro
-
Fed mantém juros, enquanto guerra afeta perspectivas da inflação
-
Donnarumma diz que Vini Jr. deveria tentar 'ser querido por todo mundo'
-
Preço do petróleo dispara após ataques a instalações de gás no Irã; bolsas caem
-
Braga goleia Ferencváros (4-0) e avança às quartas de final da Liga Europa
-
Chefe do tráfico morre em operação policial no centro do Rio, que deixa outros 7 mortos
-
De Verstappen a Hamilton, estrelas divergem sobre novo regulamento da Fórmula 1
-
Paquistão e Afeganistão anunciam cessar-fogo durante fim do Ramadã
-
Membros de comboio internacional começam a chegar a Cuba com ajuda humanitária
-
'Contate-nos': Mossad israelense busca espiões no Irã em plena guerra
-
Nova partícula é descoberta pelo Grande Colisor de Hádrons
-
Paquistão anuncia cessar-fogo com Afeganistão durante fim do Ramadã
-
Com lesão no ombro, Kasper Schmeichel fala em possível aposentadoria
-
Senegal pede investigação por 'suspeita de corrupção' após ter título da CAN retirado
-
Israel mata outro alto dirigente iraniano e dá liberdade de ação ao seu Exército
-
Eurodeputados querem proibir criação de imagens sexuais falsas geradas por IA
-
EUA diz que IA da Anthropic representa 'risco inaceitável' para o Exército
-
Promotoria na Noruega pede mais de 7 anos de prisão para filho de princesa julgado por estupros
-
Ryan Gosling quer levar o público aos cinemas com 'Devoradores de Estrelas'
-
Ucranianos recebem seus prisioneiros de guerra à beira da estrada
-
ONG confirma que ataque contra clínica de Cabul deixou 'centenas de mortos e feridos'
-
Pelo menos 12 mortos em bombardeios israelenses no centro de Beirute
-
Federação de Senegal vai recorrer contra decisão 'injusta' que retirou o título do país da Copa Africana
-
Irã promete vingar a morte de Larijani
-
Com aprovação do Paraguai, Mercosul ratifica acordo comercial com a UE
-
Bukele endurece guerra contra grupos criminosos em El Salvador
-
ONU alerta para redução dos avanços contra a mortalidade infantil
-
Bia Haddad é eliminada na primeira rodada do WTA 1000 de Miami
-
Colômbia denuncia suposto bombardeio do Equador em meio a crise diplomática
-
Cerimônia do Oscar tem audiência 9% menor
-
Nvidia retoma produção de chips para clientes da China
-
Brasil reforça proteção de menores na internet
-
CAF retira título do Senegal e declara Marrocos campeão da Copa Africana de Nações
-
Atlético de Madrid tenta, contra o Tottenham, confirmar vaga nas quartas da Champions
-
Com dois gols de Vini, Real Madrid volta a vencer City (2-1) e vai às quartas da Champions
-
Arsenal vence Leverkusen (2-0) e avança às quartas de final da Champions
-
PSG volta a vencer Chelsea (3-0) e vai às quartas da Champions
-
Szoboszlai lidera Liverpool na luta pela virada contra o Galatasaray
-
Petróleo sobe diante de perturbações no fornecimento
-
Sporting goleia Bodo/Glimt (5-0) e avança às quartas de final da Champions
-
Milei critica Irã em aniversário de atentado contra embaixada de Israel na Argentina
-
Messi está em 'perfeitas condições' para jogo contra Nashville, diz Mascherano
-
Colômbia denuncia suposto bombardeio do Equador em plena crise diplomática
-
Três lesionados em uma semana: Bayern e sua escassez de goleiros contra a Atalanta
-
Defesa do chileno Zepeda pede novas investigações em julgamento por homicídio na França
Fed mantém juros, enquanto guerra afeta perspectivas da inflação
O Federal Reserve (Fed, banco central americano) manteve inalteradas, nesta quarta-feira (18), suas taxas de juros pela segunda reunião consecutiva e destacou que o impacto da guerra no Oriente Médio na maior economia do mundo é incerta.
As taxas básicas de juros do Fed foram mantidas, portanto, no mesmo nível desde dezembro, na faixa entre 3,50% e 3,75%.
"As repercussões dos acontecimentos no Oriente Médio na economia americana são incertas. No curto prazo, o aumento dos preços da energia fará subir a inflação geral", avaliou o presidente do Fed, Jerome Powell, durante uma coletiva de imprensa após o anúncio da manutenção dos juros.
De todo modo, Powell acrescentou que "é cedo demais para determinar a magnitude e a duração dos possíveis efeitos (do conflito) sobre a economia".
A decisão do Fed tem tudo para desagradar o presidente americano, Donald Trump, que pede incansavelmente juros mais baixos para reduzir os custos de endividamento tanto dos americanos quanto das empresas, assim como do Estado federal.
Para os economistas, a guerra contra o Irã, que o presidente iniciou em 28 de fevereiro em conjunto com Israel e se espalhou pelo Oriente Médio, ameaça fazer os preços subirem e afetar o crescimento.
Durante os dois dias da reunião de seu comitê de política monetária, iniciada na terça-feira, os dirigentes do Fed atualizaram suas previsões econômicas pela primeira vez desde dezembro.
Segundo a mediana de suas projeções, os Estados Unidos praticamente não terão avanços no campo da inflação este ano.
O aumento dos preços poderia ficar em 2,7% em 2026. Anteriormente, a estimativa era de que a inflação seria de 2,4% no período.
Segundo os últimos dados oficiais, em janeiro os preços tinham subido 2,8% em 12 meses.
Ao contrário, os dirigentes do banco central americano melhoraram levemente sua previsão de crescimento: +2,4% frente à estimativa anterior, de +2,3%.
A previsão do desemprego segue em 4,4%, seu nível atual.
- Decisão quase unânime -
No tema da política monetária, os membros do Fed se inclinam, ainda, por uma única redução das taxas básicas de juros em um quarto de ponto este ano.
A decisão do Fed foi tomada quase sem questionamentos internos desta vez: 11 dos 12 dirigentes votaram pela manutenção dos juros.
Só o governador Stephen Miran, nomeado no fim do ano passado por iniciativa de Trump, queria uma redução dos juros em um quarto de ponto percentual.
A inflação nos Estados Unidos não volta à meta do Fed (2%) há cinco anos.
"Um banco central deve defender sua credibilidade na questão da inflação, e é difícil justificar baixas dos juros quando a inflação está acima da meta e se distancia dela", ressaltaram analistas do banco ING antes da reunião.
Trump garante que o impacto do conflito nos preços da energia será de curta duração.
Enquanto isso, o aumento dos preços nos postos de gasolina é impopular, e o Executivo americano anunciou, nesta quarta-feira, várias medidas destinadas a acalmar os ânimos.
Em particular, congelou por 60 dias uma lei que impede o transporte de combustíveis por navios não americanos entre portos do país.
E.Raimundo--PC