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Índia pode revolucionar combate à obesidade com medicamentos genéricos de baixo custo
A Índia se prepara para lançar versões genéricas de baixo custo de remédios como o Ozempic, diante da queda, nesta sexta-feira (20), da patente que protege este conhecido medicamento para obesidade.
A ampla disponibilidade desses genéricos pode abrir caminho para uma avalanche de medicamentos para perda de peso, com efeitos revolucionários na luta global contra a obesidade.
O lançamento de genéricos expandirá drasticamente o acesso a tratamentos considerados um luxo, especialmente em países de renda média, onde a crescente demanda se choca com os preços muito altos.
Em clínicas por toda Mumbai, médicos dizem que já se preparam para um aumento no número de pacientes. Mais de 50 pessoas visitam o consultório do endocrinologista Nadeem Rais toda semana em busca de injeções para emagrecer.
"No momento, temos entre 70 e 80 pacientes em tratamento ativo", diz ele à AFP, acrescentando que "quando os genéricos forem lançados e os preços caírem, esse número poderia facilmente chegar a 200".
Esse novo cenário é consequência da expiração, na Índia, das patentes da semaglutida, o princípio ativo de medicamentos como o Ozempic.
Até o final de 2026, as principais patentes da semaglutida terão expirado em 10 países que representam 48% da carga global da obesidade, de acordo com um estudo publicado no início deste mês. Os países incluem Brasil, China, África do Sul, Turquia e Canadá, segundo o estudo.
- Lançamentos iminentes -
Para as gigantes farmacêuticas indianas, a situação marca o início de uma nova e agressiva corrida. Pelo menos quatro grandes empresas já prepararam injeções genéricas de semaglutida, segundo pedidos de registro e documentos de conformidade analisados pela AFP.
Algumas, como a Zydus Lifesciences, anunciaram lançamentos "no primeiro dia", sugerindo que as versões genéricas poderão estar disponíveis na Índia já neste fim de semana.
Embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) indique que a Índia responde por um terço da desnutrição global, o aumento da renda e o estilo de vida urbano levaram a uma alta nas taxas de obesidade.
Dados oficiais publicados em março de 2025 mostram que 24% das mulheres e 23% dos homens na Índia estão com sobrepeso ou obesos.
"Aqui, assim que uma pessoa começa a ganhar dinheiro, se torna mais sedentária", afirma o cirurgião bariátrico Sanjay Borude.
- Possível impacto global -
O Mounjaro, da Eli Lilly, tornou-se o medicamento mais vendido do país em valor no ano passado, superando até mesmo os antibióticos mais comuns. De 15.000 a 22.000 rúpias por mês (cerca de 846 a 1.240 reais), o genérico agora pode chegar a 5.000 rúpias (315 reais) mensais.
O impacto global poderá ser ainda mais profundo.
A Índia fornece mais da metade dos medicamentos genéricos da África, e uma semaglutida mais barata poderia ser um salva-vidas para países onde a obesidade cresce rapidamente.
No entanto, Simon Barquera, presidente da Federação Mundial da Obesidade, afirmou à AFP que esse medicamento sozinho "não reverterá o aumento global da obesidade, porque é uma doença crônica e complexa".
C.Cassis--PC