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Iranianos celebram fim do Ramadã sem Khamenei
Milhares de iranianos compareceram neste sábado (21) às orações que marcam o fim do jejum do Ramadã sem a presença de seu líder supremo, em meio a uma guerra contra os Estados Unidos e Israel, que atacaram uma instalação nuclear iraniana.
Contrariando a tradição, o aiatolá Mojtaba Khamenei não presidiu a cerimônia em Teerã e continua sem aparecer em público desde que assumiu o poder no início do mês, após o assassinato de seu pai em um ataque americano-israelense.
Em seu lugar, o chefe do Poder Judiciário, Gholam Hosein Mohseni Ejei, participou das orações na grande mesquita do Imã Khomeini, lotada de fiéis, inclusive nas ruas ao redor.
Segundo o Kremlin, o presidente russo Vladimir Putin, aliado-chave do Irã, enviou uma mensagem com seus melhores votos a Khamenei e ao povo iraniano, “para superar essas duras provações” e recordando que, “neste momento difícil, Moscou continua sendo um amigo leal e um parceiro confiável de Teerã”.
- Usina nuclear -
A guerra ofuscou um período festivo no Irã, com a celebração na sexta-feira do Ano-Novo persa e do fim do Ramadã no sábado.
Os ataques dos Estados Unidos e de Israel continuaram nesses dias. Neste sábado, a Organização de Energia Atômica do Irã denunciou um bombardeio contra a usina nuclear de Natanz, no centro do país.
Esse complexo, na província de Isfahan, abriga centrífugas subterrâneas para enriquecer urânio para o controverso programa nuclear iraniano e já havia sofrido danos na guerra de junho do ano passado.
“O complexo de enriquecimento de Natanz foi alvo de um ataque esta manhã”, afirmou a organização em um comunicado divulgado pela agência de notícias Tasnim, acrescentando que não foi detectado “nenhum vazamento de material radioativo”.
Em resposta ao ataque, a Agência Internacional de Energia Atômica pediu “contenção militar”.
- Contradições EUA-Israel -
O conflito, deflagrado em 28 de fevereiro com o ataque israelense-americano, entra neste sábado em sua quarta semana.
A guerra alcançou vários países da região e disparou os preços mundiais da energia, tanto pelos ataques iranianos a instalações petrolíferas e de gás no Golfo quanto pelo bloqueio do estreito de Ormuz.
Também tensionou as relações dos Estados Unidos com seus aliados mais próximos, de quem o presidente Donald Trump exige ajuda para desbloquear essa rota por onde circulava um quinto do comércio global de hidrocarbonetos.
As mensagens do republicano sobre o conflito são ambíguas. Na sexta-feira, ele descartou inicialmente um cessar-fogo, mas depois afirmou que considerava “reduzir gradualmente” as operações contra o Irã.
“Estamos prestes a alcançar nossos objetivos enquanto consideramos reduzir gradualmente nossos importantes esforços militares no Oriente Médio contra o regime terrorista iraniano”, escreveu em sua rede Truth Social.
Mas, ao mesmo tempo, a imprensa americana informa sobre o envio de milhares de fuzileiros navais para a região, o que poderia indicar uma operação terrestre.
Além disso, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, advertiu que “a intensidade dos ataques” de seu país e dos Estados Unidos contra o Irã “aumentará consideravelmente” nos próximos dias.
“Não pararemos até que todos os objetivos da guerra tenham sido alcançados”, afirmou o ministro.
- Sanções ao petróleo são suavizadas -
Para além do Golfo, a guerra também é travada no Líbano, onde o exército israelense tem realizado bombardeios regulares em resposta ao lançamento de foguetes pelo movimento pró-iraniano Hezbollah.
O exército israelense afirmou ter lançado uma onda de ataques contra “alvos da organização terrorista Hezbollah” na capital libanesa na madrugada de sábado.
No sul do Líbano, perto da fronteira, a mídia estatal informou sobre uma operação israelense “extensa” em torno da localidade de Khiam e disse que um ataque aéreo israelense matou ao menos uma pessoa.
Segundo o ministério libanês da Saúde, a guerra já deixou mais de 1.000 mortos e mais de um milhão de deslocados. E o exército israelense relatou a morte de dois de seus soldados no sul do Líbano.
Diante da crescente preocupação com os preços do petróleo e a escassez de oferta em nível mundial, o Tesouro dos Estados Unidos anunciou a suspensão temporária das sanções sobre o petróleo iraniano já carregado em navios.
A autorização permite a entrega e venda de petróleo bruto iraniano e derivados carregados em navios antes de 20 de março e estará em vigor até 19 de abril.
O conflito fez disparar os preços do petróleo, com o barril de Brent do Mar do Norte subindo mais de 50% no último mês e situando-se agora confortavelmente acima de 105 dólares por barril.
burs-dc/amj/al/dbh/ic
Ferreira--PC