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Preços do petróleo caem após maior alta em quatro anos
Os preços do petróleo dispararam nesta quinta-feira (30) para mais de 126 dólares (R$ 630, na cotação atual), antes de cair para 113 (R$ 565), uma volatilidade que se deve ao impasse da guerra no Oriente Médio e ao temor de que o bloqueio do Estreito de Ormuz se prolongue.
A ilusão de uma crise passageira se dissipou e os mercados deixaram de apostar no fim das hostilidades, para se alinharem agora com a realidade de uma escassez duradoura.
Até as 12h50 GMT (09h50 em Brasília), o preço do barril de Brent do Mar do Norte para entrega em junho caía 3,58%, para 113,80 dólares (R$ 568,8), após ter subido a 126,41 (R$ 631,8), maior valor em quatro anos.
Por sua vez, o West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano, recuava 2,65%, para 104,05 dólares (R$ 520).
O fato de o contrato de Brent atualmente negociado expirar em junho "terá um impacto significativo no preço", que deverá cair nesta sexta-feira, 1º de maio.
Como o vencimento passa para julho, levará em conta a possibilidade de que a situação melhore até lá, detalharam os analistas do DNB Carnegie.
A forte volatilidade pode dever-se ao fato de o mercado estar levando em consideração "o próximo contrato", afirmou em videoconferência Naveen Das, analista da Kpler.
Portanto, a queda é considerada um ajuste após um forte aumento dos preços.
A alta dos últimos dias está relacionada a "uma mudança na retórica" do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que não parece ter pressa em chegar a um acordo com o Irã, explica à AFP Ole R. Hvalbye, analista do SEB.
Enquanto a guerra continuar, as exportações do Golfo que passavam pelo Estreito de Ormuz seguirão quase paralisadas, e o risco de uma retomada das hostilidades continua vivo.
Segundo a plataforma americana Axios, os militares informarão nesta quinta-feira a Trump sobre diferentes possibilidades para novas operações contra o Irã.
"Um ataque tático limitado provavelmente provocaria um aumento de preços de curta duração; uma escalada em várias fases poderia causar uma perturbação estrutural e prolongada da oferta", avalia Norman Liebke, analista do Commerzbank.
P.Serra--PC